Economia
Netflix se recusa a aumentar oferta pela Warner após nova proposta maior da Paramount
Logo da Warner Bros.
Eric Gaillard/Reuters
A Netflix anunciou nesta quinta-feira (26) que não vai elevar sua oferta pela Warner Bros. Discovery, após uma nova proposta da Paramount. Com isso, a empresa de David Ellison, que ofereceu US$ 110 bilhões mais cedo, deve ganhar a disputa pelo estúdio clássico.
A plataforma de streaming e a Warner tinham fechado um acordo de US$ 72 bilhões, em dezembro de 2025, por parte da empresa. Já a Paramount vinha desde então tentando superar a rival e comprar a companhia inteira.
Nesta terça, a Warner deu quatro dias para que a Netflix enviasse uma nova oferta.
“A transação que negociamos criaria valor para acionistas com um caminho claro para a aprovação regulatória. No entanto, sempre fomos disciplinados, e com o preço necessário para igualar a última oferta da Paramount Skydance, o acordo não é mais financeiramente atraente, então nos recusamos a igual a proposta”, afirmaram os co-CEOs da Netflix, Ted Sarandos e Greg Peters, em comunicado.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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