Economia
China diz que quer fortalecer cooperação econômica e comercial com os EUA
Bandeiras dos EUA e da China
Keystone/EDA/Martial Trezzini/Handout via REUTERS
A China está disposta a fortalecer a cooperação econômica e comercial com os Estados Unidos, afirmou o ministro do Comércio, Wang Wentao, durante reunião com o representante de Comércio dos EUA, Jamieson Greer, nesta quinta-feira (26).
A informação foi divulgada em comunicado pelo ministério chinês. Segundo a pasta, a conversa ocorreu durante uma reunião da Organização Mundial do Comércio, em Camarões.
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Wang afirmou que as relações econômicas e comerciais devem ser o motor do vínculo entre China e EUA e que ambos os lados devem “lidar adequadamente com a relação entre concorrência e cooperação”.
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Os dois países devem ampliar a cooperação de benefício mútuo, “evitar uma competição prejudicial” e, juntos, “olhar para frente” para promover uma relação econômica e comercial bilateral saudável e estável, acrescentou.
Wang também expressou “séria preocupação” com as investigações da Seção 301 conduzidas pelos EUA contra várias economias, incluindo a China.
O escritório do representante de Comércio dos EUA afirmou, em março, que iniciou uma nova rodada de investigações da Seção 301 sobre práticas comerciais consideradas injustas em 60 economias, relacionadas ao que chamou de falhas no combate ao trabalho forçado.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
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O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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