Política
É #FAKE que Brasil perdeu vaga em comissão de direitos humanos da OEA e foi classificado como ‘país governado por ditador’
É #FAKE que Brasil perdeu vaga em comissão de direitos humanos da OEA e foi classificado como ‘país governado por ditador’
Reprodução
Circula nas redes sociais um post alegando que o Brasil teria perdido uma vaga na Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), parte da OEA (Organização dos Estados Americanos), por ter sido classificado pela organização como “um país governado por um ditador”. É #FAKE.
g1
📲 Como o conteúdo chegou ao Fato ou Fake?
Leitores enviaram a publicação ao nosso WhatsApp: +55 (21) 97305-9827.
🛑 Como é o material?
Ele exibe uma foto gerada por inteligência artificial (IA) que mostra o presidente Lula (PT) em pé. Ao fundo, há uma ilustração do mapa do Brasil em chamas, sobre o qual está fincada uma bandeira vermelha com símbolo comunista (foice e martelo), em amarelo.
O conteúdo exibe este título: “Percebeu a ditadura do governo Lula. Por 23 votos a 3, o Brasil perdeu a vaga na eleição para a Comissão de Direitos Humanos da OEA”.
Abaixo, outro bloco de texto diz: “O Brasil foi classificado pela OEA, como um país governado por um ditador! Não fará parte da comissão de Direito! Gente, é pra hoje!!! Durante 24 HS é pra postar essa foto em todas as redes sociais, vai ser a maior manifestação virtual contra Lulaladrão… ajude… senta o dedo. Ditadores não entram na OEA”.
Mas isso é mentira. Na verdade, o Brasil abriu mão da vaga que disputava na Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) após um acordo diplomático com o México. O post também mente ao alegar que a OEA classificou o país como “liderado por um ditador”. Ao Fato ou Fake, a organização afirmou não fez nenhuma declaração nesse sentido e que o conteúdo é “completamente falso” (leia mais abaixo).
A foto voltou a viralizar no WhatsApp e em redes sociais como Facebook, Instagram e Threads em fevereiro e em março deste ano, mas circula na internet desde julho de 2025. A primeira versão do material não inclui o trecho “O Brasil foi classificado pela OEA como um país governado por um ditador! Não fará parte da comissão de Direito!”, que começou a aparecer em posts de outubro do ano passado.
⚠️ Por que isso é mentira?
Procurada pelo Fato ou Fake, a assessoria de imprensa da OEA desmentiu o material e lamentou a divulgação de publicações falsas. Veja um trecho da nota, enviada por e-mail:
“A Organização dos Estados Americanos (OEA) não emitiu nenhuma declaração — seja em comunicado à imprensa, no Facebook ou por qualquer outro canal — classificando o Brasil como um país governado por uma ditadura. A informação contida no panfleto é completamente falsa. Lamentamos que este conteúdo esteja sendo apresentado como se fosse originário da Organização. A disseminação de informações imprecisas dessa natureza prejudica importantes processos institucionais, bem como os princípios fundamentais de nossas democracias e o bom funcionamento de nossa Organização e seus órgãos” (leia a íntegra ao final desta checagem).
Além disso, o Brasil não “perdeu a vaga”, como diz a fake. O que aconteceu foi que Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty) abriu mão da candidatura ao posto. Anunciada em julho do ano passado, a decisão foi tomada em um momento de tensão, após os Estados Unidos anunciarem o tarifaço de 50% sobre produtos brasileiros. À época, o candidato do país, Fábio de Sá e Silva, afirmou: “Me parece que o Brasil quis fazer um gesto generoso em relação ao México, um gesto que não era necessário, porque o Brasil vinha vencendo as eleições, mas que busca não tensionar as relações entre os países”.
A votação havia começado no mês anterior e definiria os ocupantes de três cadeiras da CIDH. A primeira rodada elegeu Rosa María Payá, candidata dos EUA apoiada pelo governo de Donald Trump, e Marion Bethel, de Bahamas. Mas o terceiro continuou indefinido. Isso porque Sá e Silva, anunciado em março como candidato pelo governo brasileiro, empatou com o mexicano José Luis Caballero Ochoa, que tentava reeleição. Como nenhum dos dois alcançou os 18 votos exigidos, a definição foi adiada para 11 de julho.
Naquela data, Benoni Belli, representante permanente do Brasil na OEA, pediu que os demais países considerassem votar em Ochoa, afirmando que seria uma maneira de evitar mais um impasse. Disse ainda que a delegação brasileira o apoiaria.
Antes do início da nova rodada, Belli declarou: “Amadurecemos a reflexão sobre o processo e sobretudo sobre a importância de evitar que o prolongamento do impasse gere incerteza jurídica no momento em que precisamos de uma CIDH atuante e fortalecida”.
O placar final foi de 23 votos para Ochoa e três para Sá e Silva, com cinco abstenções.
Leia a nota da OEA na íntegra:
“A Organização dos Estados Americanos (OEA) não emitiu nenhuma declaração — seja em comunicado à imprensa, no Facebook ou por qualquer outro canal — classificando o Brasil como um país governado por uma ditadura. A informação contida no panfleto que você compartilhou é completamente falsa.
Lamentamos que este conteúdo esteja sendo apresentado como se fosse originário da Organização. A disseminação de informações imprecisas dessa natureza prejudica importantes processos institucionais, bem como os princípios fundamentais de nossas democracias e o bom funcionamento de nossa Organização e seus órgãos.
Para contextualizar, o conteúdo parece se referir à eleição de membros da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH). Na Assembleia Geral realizada em Antígua e Barbuda em 2025, foram realizadas eleições para preencher três vagas na Comissão, com mandatos a partir de 1º de janeiro de 2026. Dois comissários foram eleitos, enquanto a votação para a terceira vaga resultou em empate. A Assembleia Geral, portanto, determinou que o Conselho Permanente convocasse uma sessão para realizar uma nova votação para preencher essa terceira vaga.
Esta eleição ocorreu durante uma sessão extraordinária do Conselho Permanente em 11 de julho de 2025 (ver vídeo). No início da sessão, a delegação brasileira explicou que, após amplas consultas, concluiu que era provável que uma nova votação resultasse novamente em empate e que seu governo desejava evitar prejuízos ao trabalho da CIDH. Acrescentou ainda que, considerando que todos os comissários eleitos tanto na Assembleia Geral quanto no Conselho Permanente assumiriam seus cargos em 1º de janeiro de 2026, o governo brasileiro avaliou que prolongar o impasse e a consequente incerteza jurídica, em um momento em que uma CIDH forte é necessária, poderia afetar negativamente a promoção e a proteção dos direitos humanos no hemisfério.
O Embaixador agradeceu então aos Estados-membros que apoiaram o candidato brasileiro e convidou as delegações a votarem no candidato mexicano.
A Comissão é composta por sete membros independentes eleitos a título pessoal pelos 34 Estados-membros da OEA, de acordo com o Artigo 3º do Estatuto da CIDH; não se trata de uma instância na qual cada país ocupe um assento. Portanto, o resultado de uma eleição não implica a inclusão ou exclusão de qualquer país”.
É #FAKE que Brasil perdeu vaga em comissão de direitos humanos da OEA e foi classificado como ‘país governado por ditador’
Reprodução/Acervo Pessoal
É #FAKE que Brasil perdeu vaga na comissão de direitos humanos da OEA por ser classificado como ‘país governado por ditador’
Reprodução
Em reunião da OEA, Brasil sai da linha diplomática e adota tom duro pra classificar a prisão de Maduro
Veja também
É #FATO: Vídeo mostra canguru recebendo carinho em zoológico na China
É #FATO: Vídeo mostra canguru recebendo carinho de visitantes em zoológico na China
VÍDEOS: Os mais vistos agora no g1
Veja os vídeos que estão em alta no g1
VÍDEOS: Fato ou Fake explica
. .. É #FAKE
VEJA outras checagens feitas pela equipe do FATO ou FAKE
Adicione nosso número de WhatsApp +55 (21) 97305-9827 (após adicionar o número, mande uma saudação para ser inscrito)
Política
Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda
A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.
Política
Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja
Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).
Política
Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado
Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP
O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).
-
Mato Grosso do Sul4 anos agoEXPOGRANDE SEM SHOWS DE ARTISTAS REGIONAIS. VOCÊ CONCORDA?
-
Política4 anos ago
Mercado financeiro eleva estimativa de crescimento do PIB de 2023 para 0,85%
-
Ciência e Saúde4 anos ago
Sono irregular aumenta o risco de aterosclerose e doença cardiovascular
-
Ciência e Saúde4 anos ago
A melhor hora para criar músculos é agora!
-
Economia4 anos ago
Reforma tributária: Fazenda defende ‘mínimo possível de exceções’ ao novo imposto sobre consumo
-
Economia4 anos ago
Ibovespa opera em queda, com plano de crescimento da China e âncora fiscal em foco
-
Economia4 anos ago
Centro-oeste de SP inicia semana com quase 500 vagas de emprego; veja como se candidatar
-
Política4 anos agoJoias para Michelle: fatos revelam ‘procedimento padronizado e conduta exemplar’ de auditor, diz Sindifisco


