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Política

Como fica o mapa dos governos estaduais com as trocas e renúncias para eleição 2026

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Desincompatibilização: 11 governadores renunciaram para serem candidatos
O encerramento da janela partidária e do prazo de renúncia dos governadores de olho em outros cargos na eleição movimentou os palanques estaduais dos pré-candidatos à Presidência e reorganizou os apoios regionais.
Com o fim do prazo de desincompatibilização, no último sábado (4), dez estados e o DF têm novos governadores. Esse novo cenário garantiu ao menos um palanque adicional tanto para Lula (PT) quanto para Flávio Bolsonaro (PL).
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As novas governadoras do Acre, Mailza Assis (PP), do Distrito Federal, Celina Leão (PP), já indicaram apoio à pré-candidatura de Flávio Bolsonaro (PL).
Lula mantém o apoio do governo do Pará, agora sob o comando de Hana Ghassan (MDB). Na Paraíba, conta com Lucas Ribeiro (PP), que deve respaldar o petista mesmo em desacordo com a orientação nacional do partido, que esteve no núcleo do governo Bolsonaro e até o momento ainda não adotou um posicionamento para este ano.
No Espírito Santo, Lula perdeu o apoio de Renato Casagrande (PSB) após a entrada de Ricardo Ferraço (MDB), alinhado à centro-direita e que defende que o MDB não apoie Lula.
Ronaldo Caiado (PSD), ex-governador de Goiás, conta com o apoio de seu sucessor no estado, Daniel Vilela (MDB). Já Romeu Zema (Novo) é apoiado pelo vice que assumiu o governo de Minas Gerais, Mateus Simões (PSD).
O PSD, aliás, ampliou sua bancada de governadores para 6 com as mudanças, tornando-se o partido com maior presença nos estados. Além de assumir MG com a troca de cadeira, comanda Rio Grande do Sul, Paraná, Pernambuco, Sergipe e Rondônia. A unidade em torno de Caiado, porém, é incerta, e diretórios estaduais podem adotar posições distintas das alianças nacionais.
Os atuais governadores do Espírito Santo, de Mato Grosso e Roraima ainda não declararam apoio a nenhum dos pré-candidatos à presidência da República.
Infográfico – 10 estados e o Distrito Federal têm novos governadores.
Arte/g1
Com as mudanças, Lula segue praticamente com os mesmos apoios que tinha antes do prazo final da desincompatibilização, com exceção do Espírito Santo. Agora, governadores de 11 estados o apoiam publicamente: Alagoas, Amapá, Bahia, Ceará, Maranhão, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe.
Enquanto isso, Flávio Bolsonaro ganhou apoio no Acre. Amazonas e Rio de Janeiro, onde governavam aliados de Bolsonaro, estão sob o comando de interinos. Até o momento, o senador tem aliados governando em três estados (Acre, Santa Catarina e São Paulo) e no Distrito Federal.
No Amazonas, o presidente da Assembleia Legislativa, Roberto Cidade (União Brasil), assumiu de forma interina com a renúncia do governador, Wilson Lima (União Brasil), e do vice, Tadeu de Souza (Progressistas).
No Rio, quem está na cadeira é Ricardo Couto, presidente do Tribunal de Justiça, após a renúncia do governador Cláudio Castro (PL), a saída do vice-governador e a prisão do presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar (União Brasil).
Veja abaixo como ficaram as mudanças estaduais:
Acre: Mailza Assis (PP)
Mailza Assis, nova governadora do Acre.
Neto Lucena/Secom
A vice-governadora Mailza Assis (PP) assumiu o governo do Acre com da renúncia de Gladson Cameli (PP), que deve concorrer a uma vaga ao Senado.
Mailza deve concorrer à reeleição em outubro e deve construir alianças no campo da direita. Seguindo a posição do partido, que busca aproximação com Flávio Bolsonaro, declarou apoio à pré-candidatura do senador.
Como segunda mulher a governar o Acre, depois de Iolanda Fleming em 1986, Mailza ganhou maior projeção política em 2018, quando assumiu o mandato de Camelí no Senado, do qual ela era vice. Permaneceu na função por quatro anos, até ser escolhida novamente por Cameli para ser sua vice na chapa que concorreu ao governo do Acre em 2022.
Amazonas: Roberto Cidade (União Brasil)
Solenidade marca posse de Roberto Cidade como governador interino do Amazonas.
Reprodução/TV Aleam
O presidente da Assembleia Legislativa (Aleam), Roberto Cidade, assumiu interinamente o governo do Amazonas no sábado (4), depois das renúncias simultâneas do governador Wilson Lima (União Brasil) e do vice-governador, Tadeu de Souza (Progressistas).
O ex-governador já declarou o interesse em se candidatar ao Senado, mas o vice, apesar da renúncia, não anunciou para qual cargo irá concorrer.
Roberto, de 39 anos, estava em seu segundo mandato como deputado estadual e era presidente da Aleam desde 2021. Ele foi reconduzido ao cargo por três vezes consecutivas, fato inédito na Casa. Como ficará de forma interina, não declarou apoio a nenhum dos pré-candidatos à presidência.
De acordo com o que prevê a Constituição, em situações como a do Amazonas, uma eleição indireta, onde somente os 24 deputados da Aleam votam, deve acontecer nos próximos 30 dias para eleger o novo governador que ficará no cargo até o fim de 2026.
Distrito Federal: Celina Leão (PP)
Governadora do DF, Celina Leão
reprodução/CLDF
Celina Leão assumiu o governo do Distrito Federal dia 30 de março, com a renúncia do governador Ibaneis Rocha para tentar uma vaga ao Senado.
A ex-vice e agora governadora é pré-candidata à reeleição. Sua candidatura conta com o apoio do PL, que decidiu não lançar um nome próprio para a disputa pelo Palácio do Buriti.
Aliada da pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência, Celina também recebe apoio da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, com quem mantém relação próxima. Michelle sinalizou que pretende concorrer a uma vaga no Senado pelo Distrito Federal nas eleições de outubro.
Espírito Santo: Ricardo Ferraço (MDB)
Ricardo Ferraço (MDB) assumiu o governo do Espírito Santo depois da renúncia do governador Renato Casagrande (PSB).
Geraldo Magela/Agência Senado
Ricardo Ferraço (MDB) é o novo governador do Espírito Santo. Ele assume no lugar de Renato Casagrande (PSB), que renunciou e deve concorrer a uma vaga ao Senado.
De perfil de centro-direita, Ferraço é apontado como provável candidato à reeleição. Diferentemente do antecessor, defende que o MDB capixaba não apoie a reeleição de Lula (PT). Até o momento, porém, não indicou qual pré-candidato à Presidência pretende apoiar.
O novo governador do ES se posiciona contra “briga ideológica” e prega diálogo com os demais Poderes.
Goiás: Daniel Vilela (MDB)
Daniel Vilela assumiu o Governo de Goiás em posse na terça-feira, 31 de março
Vinicius Moraes/g1 Goiás
Com a saída de Ronaldo Caiado (PSD) do governo de Goiás para concorrer à Presidência da República, seu vice, Daniel Vilela, assumiu o cargo de governador no último dia 31 de março.
De perfil pragmático, Vilela defende a candidatura presidencial de seu antecessor e é de oposição ao governo federal.
Mato Grosso: Otaviano Pivetta (Republicanos)
O vice Otaviano Pivetta assumiu depois da renúncia do governador Mauro Mendes (União Brasil)
Tchélo Figueiredo/Secom-MT
Otaviano Pivetta (Republicanos) tomou posse como governador do Mato Grosso no dia 31 de março, no mesmo dia que Mauro Mendes (União Brasil) renunciou ao cargo para concorrer ao Senado nas eleições de outubro.
O atual governador é gaúcho, mas construiu sua carreira política no Mato Grosso, onde ele reside desde 1982. Seu primeiro cargo público foi como prefeito de Lucas do Rio Verde em 1997.
Era vice-governador desde 2019, quando sua chapa com Mauro Mendes foi eleita pela primeira vez. Conhecido por um alinhamento com a centro-direita, ainda não declarou apoio público a um dos pré-candidatos à Presidência da República, mas já se declarou pré-candidato ao governo
Minas Gerais: Mateus Simões (PSD)
Mateus Simões assume governo de MG a partir deste domingo (22)
Cristiano Machado/Imprensa MG
Alinhado ao ex-governador Romeu Zema (Novo) e ao senador Flávio Bolsonaro (PL), o então vice-governador Mateus Simões (PSD) assumiu o governo de Minas Gerais dia 22 de março, após a renúncia de Zema, que anunciou sua pré-candidatura à presidência da República.
Em outubro de 2025, Simões deixou o Novo e se filiou ao PSD como parte da aliança do partido com a direita mineira e demonstra que irá apoiar a pré-candidatura presidencial de Romeu Zema.
Pará: Hana Ghassan (MDB)
Atual governadora do Pará, Hana Ghassan Tuma. Assumiu o cargo depois que Helder Barbalho renunciou
Reprodução / Agência Pará
Hana Ghassan (MDB) assumiu o cargo de governadora do Pará após a saída de Helder Barbalho (MDB) no último dia 2.
Hana segue a mesma linha que seu antecessor e é alinhada ao governo do presidente Lula (PT), mas até o momento não declarou publicamente apoio à reeleição do petista.
Em sua primeira entrevista como governadora, concedida à TV Liberal, a nova governadora disse que vai priorizar saúde materna e convocações na segurança pública.
“Já começando agora nesse mês de abril, onde vamos convocar 1.417 policiais militares aprovados no último concurso e também 744 bombeiros, reforçando a segurança”, afirmou.
Paraíba: Lucas Ribeiro (PP)
Lucas Ribeiro, que assume como novo governador da Paraíba
Instagram/Lucas Ribeiro
Lucas Ribeiro (PP), que foi vice-governador no segundo mandato de João Azevêdo (PSB), assumiu como governador da Paraíba após a renúncia de seu antecessor.
João Azevêdo saiu do governo para concorrer a uma vaga no Senado.
O novo governador é de uma família com tradição política no estado. Filho da senadora Daniella Ribeiro e sobrinho do deputado federal Aguinaldo Ribeiro, foi anunciado ainda em 2025 como pré-candidato ao governo da Paraíba e deve apoiar a reeleição do presidente Lula.
Rio de Janeiro: Ricardo Couto, presidente do Tribunal de Justiça
O governador em exercício e desembargador do TJRJ, Ricardo Couto
Rafael Oliveira/TJRJ
O governo do Rio de Janeiro está com o presidente do Tribunal de Justiça, o desembargador Ricardo Couto.
Em 23 de março, o então governador Cláudio Castro renunciou, um dia antes de o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) cassar seu mandato por abuso de poder e torná-lo inelegível.
Outro complicador do cenário local é que o RJ está sem vice desde maio de 2025, quando Thiago Pampolha saiu para se tornar conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ).
Outra autoridade na linha sucessória, o então presidente da Assembleia Legislativa Rodrigo Bacellar, não pôde assumir: além de também ter sido cassado pelo TSE, ele foi preso no fim de março.
Roraima: Edilson Damião (União Brasil)
Edilson Damião, novo governador de Roraima.
Reprodução/Nonato Sousa/Ale-RR
Edilson Damião (União Brasil) assumiu o governo de Roraima em 27 de março, após a renúncia de Antônio Denarium (PP) e já se posicionou como pré-candidato à reeleição, com o aval do presidente do seu partido, Antonio Rueda.
No dia 17 de março, Damião deixou o Republicanos e se filiou ao União Brasil. Também assumiu a presidência do partido em Roraima.
Até o momento, não declarou apoio público a nenhum pré-candidato à presidência.

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Política

Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda

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A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.

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Política

Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja

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Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).

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Política

Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado

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Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP

O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).

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