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Política

Ativos do Banco Master cresceram 2.123% após Daniel Vorcaro assumir o controle

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Fachada do Banco Master no Itaim Bibi, na Zona Sul de São Paulo, no dia 19 de novembro de 2025
Rovena Rosa/Agência Brasil
Desde que banqueiro Daniel Vorcaro assumiu o controle do então Banco Máxima, em outubro de 2019 até 2024, os ativos do conglomerado financeiro em que o banco está integrado passaram de R$ 3,7 bilhões para R$ 82 bilhões, segundo a última demonstração financeira publicada.
O número representa um aumento de 2.122,8%.
Vorcaro comprou o banco em 2018, mas assumiu o controle da instituição apenas em 2019 (veja mais abaixo a linha do tempo).
Ao longo de 2025, a instituição e o banqueiro passaram a ser investigados por um esquema que envolvia a emissão de CDBs com juros acima do mercado para captar recursos e a criação de carteiras de crédito falsas para simular solidez financeira.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
A crise do Banco Master culminou na liquidação determinada pelo Banco Central em novembro do ano passado e na prisão de Daniel Vorcaro, dono do banco.
Com a liquidação, as operações foram interrompidas e um liquidante foi nomeado. A maioria dos clientes foi ressarcida pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC), até o limite legal, mas o caso expôs os limites do fundo diante do volume elevado de recursos envolvidos.
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O g1 analisou os dados de todas as demonstrações financeiras enviadas pelo conglomerado de instituições financeiras do Banco Master de 2019 a 2024.
As últimas demonstrações financeiras publicadas pelo Master foram em 1º de abril de 2025 e, desde que o banco foi liquidado pelo Banco Central, nenhuma nova informação foi divulgada.
🔎 Segundo o Banco Central, “conglomerado financeiro” é o conjunto de instituições financeiras que têm relações por meio de participações acionárias majoritárias que possibilitam controle direto ou não e que atuam de forma conjunta no sistema financeiro.
Pertencem ao conglomerado financeiro do Master:
Banco Master
Will Financeira
Banco Master de Investimento
Banco Voiter
Banco Letsbank
Banco Master Múltiplo
Master Corretora de Câmbio
Distribuidora Intercap de Títulos e Valores Mobiliários.
Os últimos dados divulgados pelo conglomerado colocam o Master a frente do Banco Regional de Brasília (BRB), que em agosto formalizou uma proposta de compra do banco de Daniel Vorcaro por R$ 2 bilhões.
Em 2019, enquanto o BRB era o 39º grupo com maior ativo no país, com R$ 16,7 bilhões, o Master ocupava apenas a 90ª posição, com um ativo de R$ 3,7 bilhões.
Após assumir, Vorcaro levou o conglomerado para a 23ª posição, enquanto o BRB ficou em 29º lugar, com um ativo total de R$ 61,3 bilhões em 2024.
O que mostram os dados
Em dezembro de 2019, o conglomerado do Banco Master aparecia na 90ª posição com os maiores ativos entre as instituições financeiras brasileiras. Em 2024, o grupo saltou para a 23ª posição.
À época, o grupo tinha um baixo volume de operações. Ao todo, eram R$ 3,7 bilhões em ativos.
Os títulos e valores mobiliários (TVM), ativos financeiros como ações, títulos públicos, entre outros, somavam R$ 792 milhões e representavam 21,5% de todo o ativo.
Cinco anos depois, o registro desses bens saltou para R$ 32,1 bilhões, uma alta de 3.950%, e a participação do conglomerado em todo o ativo representava 39%.
Esse aumento, colocou o Master no 16º lugar entre as instituições brasileiras com mais aplicações em TVMs, a frente, inclusive, do Banco Regional de Brasília (BRB).
O mesmo comportamento aparece nas operações de crédito, que geralmente são concessões de empréstimos, consignado ou não, financiamentos entre outros.
Em 2019, o conglomerado registrava R$ 768,4 milhões dessas operações e, em 2024, informou ter R$ 16,8 bilhões, um aumento de 2.089%.
Em caixa, o banco registrou R$ 78 milhões. No entanto, em 2024, o número saltou para R$ 397 milhões.
Bens permanentes, como imóveis, veículos, móveis, entre outros, que somavam R$ 57,6 milhões em 2019, multiplicaram no período e atingiram R$ 611,5 milhões em 2024.
Passivo
A análise do passivo, obrigações que o conglomerado espera ter, se comporta de forma parecida com o ativo, com um aumento de 2.126%. O número saiu de R$ 3,5 bilhões em 2019 para R$ 77,3 bilhões em 2024.
Em 2024, cerca de R$ 59,9 bilhões (77,5%) corresponde a depósitos feitos por clientes do banco, pessoas físicas ou jurídicas.
Esses valores entram nas contas do conglomerado via depósitos ou investimentos, como aplicações em CDBs. Esse total coloca o grupo como o 15º com mais depósitos em 2024.
Em 2019, o banco tinha apenas R$ 2,6 bilhões.
Como comparação, o BRB fechou o ano de 2024 com R$ 39,6 bilhões em depósitos de terceiros, que representavam 68,7% de todo o passivo.
O conglomerado liderado pelo Banco Itaú, por exemplo, que é quem registrou mais depósitos em 2024, R$ 1,1 trilhão, possui uma dependência de captação de recursos de terceiros menor do que o Master.
Cerca de 43% de todo o passivo eram de captação de recursos de terceiros.
Outra conta que representa grande parte do passivo do conglomerado do Banco Master é a de aceites e emissões de títulos, com R$ 2,7 bilhões em 2024.
Resultado
Assim como o aumento dos ativos, a gestão feita pelo banqueiro Daniel Vorcaro também refletiu nos resultados do conglomerado ao longo dos anos.
No último ano da antiga gestão, em 2018, o então Banco Máxima terminou o ano com um prejuízo líquido de R$ 13,2 milhões e na 1.365º posição no ranking das instituições.
Após Vorcaro ter assumido o controle do Master no ano seguinte, a situação mudou. O banco saiu de um resultado negativo e passou a registrar R$ 30,4 milhões de lucro líquido e alcançou a 100ª posição.
A evolução do resultado continuou nos anos seguintes, tendo uma variação de 1.763% no comparativo com 2024. No mesmo ano, o conglomerado financeiro atingiu um lucro líquido de R$ 567 milhões, o 20º maior do país naquele ano.
O valor foi mais que o dobro maior do que o registrado pelo BRB no mesmo ano, R$ 227 milhões.
Parte do resultado foi influenciado pelo aumento das receitas financeiras que cresceram em função da mudança do comportamento do banco, que passou a realizar mais operações financeiras e investir em TVMs.
Em 2019, o conglomerado teve uma receita com operações de crédito de R$ 210 milhões. O número subiu para R$ 4,6 bilhões em 2024.
Apesar dos ativos com operações de empréstimo e financiamento colocarem o grupo apenas na 29ª posição, as receitas com esse tipo de operação colocaram o Master como a 14ª instituição que mais fez dinheiro com operações de crédito em 2024.
O mesmo aumento aconteceu com as receitas de TVM, que saíram de R$ 63 milhões para R$ 1,7 bilhão em 2024, o 21º maior resultado com esses investimentos em todo o país.
Linha do tempo da compra do Banco Master (antigo Máxima):
2017: Daniel Vorcaro compra ações do Banco Máxima;
2018: Vorcaro sinaliza intenção de comprar todo o Banco Máxima;
2019: em outubro a venda do Máxima é aprovada e Vorcaro assume o controle;
2020: primeiro ano em que Daniel Vorcaro esteve todo o tempo à frente do Banco Máxima;
2021: Vorcaro modifica o nome da instituição para Banco Master;
2022: Vorcaro cria o Banco Master Investimento;
2023: o Banco Master adquiri o BANIF, banco português;
2024: a expansão agressiva do Master continua e são adquiridos os bancos Voiter, Letsbank e Will Bank e a Intercap distribuidora de TVMs;
2025: Vorcaro tenta vender o Banco Master para o BRB.
Caso Master
Em novembro de 2025, foi deflagrada a primeira fase da Compliance Zero. Na ocasião, foram expedidos mandados contra a cúpula do Banco Master, incluindo o presidente Daniel Vorcaro.
A justiça também determinou o afastamento do presidente do Banco de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa, sob suspeita de que o banco público teria injetado bilhões no Master em operações fraudulentas.
Em janeiro de 2026, uma nova fase da operação foi realizada, com foco no rastreamento do dinheiro e na recuperação de ativos. Nesse momento, a Justiça autorizou o bloqueio de R$ 5,7 bilhões em bens e valores.
Além disso, foram realizados 15 mandados de busca e apreensão em endereços ligados a Vorcaro e seus familiares. Entre os itens apreendidos, estavam carros de luxo dinheiro em espécie.
Em março deste ano, na fase mais recente, foi revelada uma estrutura de coerção e infiltração em órgãos reguladores.
A PF identificou um grupo chamado “A Turma”, que seria uma milícia privada utilizada para monitorar e intimidar adversários e jornalistas que investigavam o banco.
Servidores do Banco Central foram alvos da operação por supostamente atuarem como “consultores privados” de Vorcaro, antecipando informações e facilitando processos regulatórios em troca de propina.
Diante disso, Daniel Vorcaro foi preso novamente, e o STF determinou o bloqueio de até R$ 22 bilhões em bens. O banqueiro está preso em Brasília e em processo de negociação de uma delação.
Daniel Vorcaro é preso pela PF em SP
O grupo investigado responderá por crimes como gestão temerária, lavagem de dinheiro, corrupção ativa e passiva, além de obstrução de justiça.

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Política

Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda

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A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.

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Política

Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja

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Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).

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Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado

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Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP

O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).

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