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Política

Guia da posse de Lula: veja curiosidades, horários, roteiro e participantes

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Evento vai ter festival de música e poderá contar com a presença de figuras inusitadas, como a vira-lata Resistência, adotada pela futura primeira-dama. Posse presidencial de 2023 deve mexer com algumas tradições. O presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), vai assumir no domingo (1º) seu terceiro mandato à frente do país.
O evento que está sendo organizado pela equipe do novo governo vai contar com shows de 60 cantores e bandas, além do tradicional rito de posse, com a participação do presidente eleito e do vice, Geraldo Alckmin.
São esperadas centenas de milhares de pessoas na Esplanada dos Ministérios.
Veja abaixo detalhes sobre:
os shows da posse
o trajeto de Lula e Alckmin
a polêmica sobre o Rolls-Royce
discussão sobre a passagem da faixa presidencial
os chefes de Estado que confirmaram presença
Festival do Futuro
Foto de operários montando os palcos com o congresso nacional ao fundo. Nesta terça (27) a preparação da montagem dos palcos para o show Festival do Futuro durante a posse do Presidente Lula no dia 1º de Janeiro.
TON MOLINA/FOTOARENA/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO
Uma das novidades da posse de 2023 será a realização de um festival de música, no gramado da Esplanada dos Ministérios, em Brasília, que terá início já na manhã de domingo.
Chamado de “Lulapalooza” nas redes sociais, o Festival do Futuro terá os seguintes horários (veja a programação completa aqui):
10h: início das atividades culturais
Às 13h: pausa para a cerimônia protocolar (veja mais abaixo)
15h50: show com Juliano Maderada, do hit “Tá na hora do Jair já ir embora”
18h30: retomada das atividades culturais
3h30: previsão de encerramento
O festival também será transmitido pela internet. Os canais ainda não foram divulgados.
Na altura dos ministérios da Previdência e do Turismo, na Esplanada dos Ministérios, estão sendo montados dois palcos: Gal Costa e Elza Soares – homenagem às cantoras que morreram em 2022. As apresentações acontecerão de forma alternada em cada palco.
Foto de operários montando os palcos com o congresso nacional ao fundo. Nesta terça (27) a preparação da montagem dos palcos para o show Festival do Futuro durante a posse do Presidente Lula no dia 1º de Janeiro.
TON MOLINA/FOTOARENA/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO
Até esta quarta-feira, mais de 60 artistas estavam confirmados. Entre os destaques:
BaianaSystem
Chico Cesar
Duda Beat
Ellen Oléria
Fernanda Takai
Fernanda Abreu
Gaby Amarantos
Geraldo Azevedo
Johnny Hooker
Luedji Luna
Marcelo Jeneci
Margareth Menezes (futura ministra da Cultura)
Maria Rita
Martinho da Vila
Pablo Vittar
Teresa Cristina
Valesca Popozuda
Zélia Duncan
Segundo a equipe do presidente eleito, ainda há previsão de participação de Lula no local destinado ao evento, o que seria uma quebra de protocolo. O horário, no entanto, ainda não informado.
Veja o que se sabe e o que ainda falta saber sobre a posse de Lula em 1º de janeiro de 2023
A entrada no festival é gratuita e não haverá necessidade de retirada antecipada de ingressos.
Junto ao festival, uma feira gastronômica vai atender o público das 9h às 2h.
Além disso, telões serão instalados na área do evento para que o público possa acompanhar as cerimônias protocolares, como o ato que oficializa a posse, no Congresso Nacional, o pronunciamento e a transmissão da faixa presidencial.
Trajeto de Lula e Alckmin
A sessão solene destinada a dar posse ao presidente e ao vice-presidente eleitos, Luiz Inácio Lula da Silva e Geraldo Alckmin, acontecerá no plenário da Câmara dos Deputados, a partir das 15h.
Antes, haverá um cortejo pela Esplanada dos Ministérios. Ele começará próximo à Catedral Metropolitana de Brasília, com desfile dos eleitos até o Congresso Nacional, sede da Câmara dos Deputados e do Senado Federal.
Após a posse, já na Praça dos Três Poderes, no Palácio do Planalto, o presidente eleito deverá receber a faixa presidencial e fazer um pronunciamento. E, por fim, haverá recepção de chefes de Estado e representantes de vários países no Palácio do Itamaraty.
Trajeto de Lula e Alckmin na posse presidencial de 1º de janeiro de 2023
Arte/g1
Veja os horários:
14h20 às 14h30 – O presidente e o vice-presidente eleito chegarão à Catedral Metropolitana de Brasília
14h30 – O cortejo presidencial desfilará pela Esplanada dos Ministérios até o Congresso Nacional. O trajeto tem 1,4 km
14h40 – Chegada de Lula e Alckmin ao Congresso Nacional. Eles estarão acompanhados das respectivas primeiras-damas, Janja da Silva e Lu Alckmin
15h – Sessão solene de posse (expectativa é que dure entre 40 e 50 minutos)
A sessão solene será comandada pelo presidente do Congresso, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG). Estarão na Mesa, além de Pacheco, Lula e Alckmin, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), o primeiro-secretário do Congresso, Luciano Bivar (União-PE), a presidente do STF, Rosa Weber, e o procurador-geral da República, Augusto Aras.
15h50 – Ida ao Senado
Após assinatura do termo de posse (veja curiosidade abaixo), presidente e vice-presidente farão uma pequena parada na sala de audiências do Senado Federal, com previsão de durar cerca de 10 minutos.
Em seguida, Lula, Alckmin e as esposas vão ser acompanhados pelos chefes de cerimonial e devem saiar para o Salão Azul em direção ao Salão Negro.
16h05 – Honras militares
Após atravessar o Salão Negro, o grupo se posicionará na saída do Congresso. O presidente da República, então, deve ser colocar à frente das demais autoridades para acompanhar a execução do Hino Nacional pela Banda do Batalhão da Guarda Presidencial.
16h20 – Saída do presidente e do vice-presidente para o Palácio do Planalto.
16h20 às 18h – Já no Palácio do Planalto, Lula e Alckmin seguirão os seguintes ritos:
O presidente Lula subirá a rampa ao lado do vice-presidente, Geraldo Alckmin. Esse momento pode contar com uma participante inédita – a cachorra de estimação da primeira-dama: a Resistência. A vira-lata de 4 anos foi adotada por Janja quando Lula esteve preso em Curitiba, em 2018.
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Após subir a rampa, Lula receberá a faixa presidencial. Ainda não foi definido quem entregará a faixa ao presidente eleito (veja mais detalhes abaixo).
Lula deve fazer um discurso já com a faixa e, depois, dará início à nomeação dos ministros.
Por fim, é feita a foto oficial do novo governo.
A partir das 18h – Lula e Alckmin vão participar de um jantar no Itamaraty com autoridades estrangeiras
Líderes estrangeiros
Ao menos 65 delegações compostas por chefes de Estado, chefes de governo e ministros já confirmaram presença.
Considerando as confirmações de todos os níveis, de embaixadores a presidentes, cerca de 120 países estarão representados na posse do Lula.
Até o momento, 19 chefes de Estado disseram que vão participar:
presidente da Alemanha, Frank-Walter Steinmeier
presidente de Angola, João Lourenço
presidente da Argentina, Alberto Fernández
presidente da Bolívia, Luis Arce
presidente de Cabo Verde, José Maria Neves
presidente do Chile, Gabriel Boric
presidente da Colômbia, Gustavo Petro
presidente do Equador, Guillermo Lasso
rei da Espanha, Felipe VI
presidente da Guiana, Irfaan Ali
presidente da Guiné-Bissau, Umaro Sissoco Embaló
presidente de Honduras, Xiomara Castro
presidente do Paraguai, Mario Abdo Benítez
presidente do Peru, Dina Boluarte
presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa
presidente do Suriname, Chan Santokhi
presidente de Timor Leste, José Ramos-Horta
presidente do Uruguai, Luis Alberto Lacalle Pou
presidente do Togo, Faure Gnassingbé
Desfile no Rolls-Royce
De modelo Silver Wraith, o Rolls-Royce foi fabricado em 1952
Valter Campanato/Agência Brasil
O desfile em carro aberto a bordo do famoso Rolls-Royce pode não ocorrer em 2023. Isso porque a equipe responsável pela posse presidencial analisa a possibilidade de Lula usar um veículo blindado por causa dos recentes atos de violência de bolsonaristas em Brasília.
Além disso, a futura primeira-dama Janja da Silva, disse no início deste mês que o tradicional veículo teria sido “danificado” pela gestão de Jair Bolsonaro. Janja, no entanto, não deu detalhes sobre o dano.
De modelo Silver Wraith, o Rolls-Royce foi fabricado em 1952, na Inglaterra, e transportado por navio de Londres para o Rio de Janeiro, então capital brasileira, em 1953. Desde então, pertence à Presidência da República e já conduziu todos os presidentes do Brasil, em diferentes ocasiões.
Passagem da faixa presidencial
Lula entrega faixa presidencial na posse de Dilma em janeiro de 2011
Célio Júnior/Estadão Conteúdo
A passagem de faixa é uma tradição que já tem mais de 100 anos. Nas cores verde e amarelo, com detalhes em ouro 18 quilates e com 21 brilhantes, a faixa aparece nas fotos oficiais dos presidentes e simboliza a transferência de poder nas cerimônias de posse.
Mas, como o Brasil tem uma história política marcada por golpes, renúncias e impeachments, nem sempre o novo presidente recebeu a faixa do seu antecessor. E isso deve ocorrer novamente em 2023.
O presidente Jair Bolsonaro já sinalizou que não deve entregar a faixa ao petista. Na cerimônia de diplomação, que aconteceu em dezembro, Bolsonaro não esteve presente.
Livro Histórico de Posse Presidencial
Livro Histórico de Posse Presidencial
Agência Senado/Divulgação
As assinaturas do termo de posse devem estrear o terceiro volume do Livro Histórico de Posse Presidencial. Os livros guardam os termos de posse desde o início da República.
O primeiro foi assinado em 1891 pelo Marechal Deodoro da Fonseca. O segundo, aberto para a assinatura de Café Filho, em 1954, registrou, em 2003 e 2007, as assinaturas de Lula e seu vice José Alencar.
O termo de posse é o registro formal de que o candidato eleito, de fato, assume a Presidência da República. Atualmente, os livros estão guardados no Arquivo do Senado Federal, e podem ser acessados on-line.
Tancredo Neves, primeiro ministro de João Goulart, tem seu nome inscrito em termo de posse conjunto de 1961 Senado Federal
Agência Senado/Divulgação
Esses livros são manuseados apenas nos períodos de posse: de quatro em quatro anos. Todo o acervo histórico é guardado sob monitoramento constante de temperatura e umidade. Há controle biométrico para acesso às salas dos acervos e câmeras de monitoramento.
No dia da posse, o livro é retirado do arquivo no momento da Sessão Solene e levado aos cuidados da Secretaria Legislativa do Congresso Nacional (SLCN), que é a responsável pela produção, elaboração e coleta das assinaturas do novo termo. Além do registro no livro histórico, a secretaria produz outros seis termos avulsos.
Todos os presidentes e vices devem assinar o livro dos Termos de Posse Presidencial.

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Política

Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda

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A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.

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Política

Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja

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Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).

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Política

Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado

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Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP

O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).

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