Política
Lula toma posse neste domingo; saiba tudo sobre a cerimônia e os shows no centro de Brasília
Lula e Alckmin são empossados no Congresso; faixa presidencial será entregue no Planalto, onde também haverá discurso. Programação prevê ainda jantar no Itamaraty; ao longo do dia, festival reúne mais de 40 artistas na Esplanada – segurança na área será reforçada. Como vai ser a posse presidencial? Veja roteiro
Sessenta e três dias após o resultado do segundo turno das eleições e 12 anos após ter deixado o Planalto, o presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), toma posse para seu terceiro mandato no cargo na tarde deste domingo (1º).
A sessão solene no Congresso Nacional, onde Lula recebe oficialmente o posto de presidente da República, está marcada para as 15h.
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Antes, Lula e o vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin (PSB), devem passar pela Catedral Metropolitana de Brasília e desfilar pela Esplanada dos Ministérios.
Após tomarem posse no Congresso, Lula e Alckmin seguem para o Palácio do Planalto já como presidente e vice-presidente da República. Lá, Lula discursa ao público e dá posse aos 37 novos ministros.
A programação presidencial inclui ainda um jantar com representantes estrangeiros no Palácio Itamaraty, sede do Ministério das Relações Exteriores. Os eventos serão transmitidos ao vivo pelo g1, pela TV Globo e pela GloboNews.
Acompanhe a cerimônia de posse em tempo real
Cerimônia de Posse: GloboNews ficará ao vivo por 17 horas consecutivas
Veja abaixo, em detalhes, informações sobre:
o roteiro de Lula e Alckmin;
a solenidade de posse;
os shows do Festival do Futuro;
as autoridades estrangeiras que virão ao Brasil;
as dúvidas: Rolls-Royce, ‘Resistência’ e faixa.
O roteiro da posse
O roteiro formal da posse começa às 14h20 deste domingo, na Catedral, e termina após as 18h em uma recepção para as delegações estrangeiras no Itamaraty. Veja abaixo o cronograma previsto:
14h: Lula e Alckmin se deslocam rumo à Esplanada dos Ministérios
14h20: presidente e vice eleitos chegam à Catedral Metropolitana de Brasília, já na Esplanada
14h30: Lula e Alckmin desfilam, acompanhados das mulheres, pela Esplanada dos Ministérios até o Congresso Nacional
14h40: Lula, Janja, Geraldo Alckmin e Lu Alckmin chegam ao Congresso Nacional
15h: sessão solene de posse no Congresso, com duração prevista de 50 minutos
16h05: presidente e vice recebem honras militares e acompanham a execução do Hino Nacional na saída do Congresso
16h20: Lula e Alckmin chegam ao Palácio do Planalto, onde sobem a rampa. Lula recebe a faixa presidencial e discursa no Parlatório. Em seguida, o presidente dá posse a ministros e pode assinar os primeiros atos
18h: Jantar com autoridades estrangeiras no Palácio Itamaraty, sede do Palácio das Relações Exteriores
Roteiro da posse presidencial
Editoria de Arte/ g1
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A sessão solene
Lula e Alckmin tomam posse, de fato, na sessão solene do Congresso Nacional.
A cerimônia será comandada pelo presidente do Congresso, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG). Também compõem a mesa:
o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL);
o primeiro-secretário do Congresso, Luciano Bivar (União-PE);
a presidente do STF, Rosa Weber;
e o procurador-geral da República, Augusto Aras.
Uma das etapas da solenidade é a assinatura do Livro Histórico de Posse Presidencial, que efetiva a posse de Lula e Alckmin. A dupla deve estrear o terceiro volume do Livro Histórico, que começou a ser escrito em 1891 pelo Marechal Deodoro da Fonseca.
O termo de posse é o registro formal de que o candidato eleito, de fato, assume a Presidência da República. Atualmente, os livros estão guardados no Arquivo do Senado Federal, e podem ser acessados on-line.
Livro Histórico de Posse Presidencial
Agência Senado/Divulgação
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Festival do Futuro
O “Festival do Futuro” começa às 10h, na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, e vai até a madrugada da segunda-feira (2).
Os shows acontecem nos palcos que homenageiam Elza Soares e Gal Costa – instalados lado a lado na mesma estrutura.
Eles vão receber os shows de BaianaSystem, Duda Beat, Pabllo Vittar, Martinho da Vila, Maria Rita, Margareth Menezes, entre outras atrações.
A programação será interrompida às 13h30 para as cerimônias oficiais de posse, e retomada ao fim da solenidade. O público assistirá ao desfile de Lula pela Esplanada dos Ministérios e poderá acompanhar os atos oficiais e discursos pelos telões.
No meio da tarde, haverá um intervalo da cerimônia para o show de Juliano Maderada e Banda – artistas responsáveis pelo jingle “Tá na hora do Jair já ir embora”. Às 18h30, a programação musical será retomada.
A programação prevê a seguinte ordem de shows:
10h: Cortejo de manifestações populares
11h: Show “Brasília de todos os ritmos”
12h30: Kleber Lucas Convida: Clóvis Pinho, Leonardo Gonçalves, Mn Mc e Sarah Renata
Intervalo para o desfile presidencial
15h50: Juliano Maderada e Banda
Intervalo para as solenidades
18h30: “Futuro Ancestral”, com Drik Barbosa, Marissol Mwab, Ellen Oléria, Fioti, Gog, Rael, Rappin Hood e Salgadinho
19h40: “Outra Vez Cantar”, com Alessandra Leão, Chico César e Geraldo Azevedo, Fernanda Takai, Francisco El Hombre e Luê, Flor Gil, Johnny Hooker, Lirinha, Marcelo Jeneci, Odair José, Otto, Paulo Miklos, Tulipa Ruiz e Thalma De Freitas
20h55: “Amanhã Vai Ser Outro Dia”, com Aline Calixto, Fernanda Abreu, Jards Macalé, Maria Rita, Martinho Da Vila, Paula Lima, Leoni, Renegado, Rogeria Holtz, Teresa Cristina, Romero Ferro, Zélia Duncan e Delacruz
22h50: BaianaSystem convida Margareth Menezes
0h10: Gaby Amarantos convida Aíla, Kâe Guajajara e Jaloo
1h10: Duda Beat convida Almerio, Doralyce, Luedji Luna e Zé Ibarra
2h10: Pabllo Vittar convida Lukinhas e Urias
3h10: Valesca Popozuda convida Mc Marks e Mc Rahell
Veja aqui detalhes de cada show previsto para o Festival do Futuro.
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Delegações estrangeiras
Ao menos 65 delegações compostas por chefes de Estado, chefes de governo e ministros já confirmaram presença.
Considerando as confirmações de todos os níveis, de embaixadores a presidentes, cerca de 120 países estarão representados na posse do Lula.
Até o momento, 19 chefes de Estado disseram que vão participar:
presidente da Alemanha, Frank-Walter Steinmeier
presidente de Angola, João Lourenço
presidente da Argentina, Alberto Fernández
presidente da Bolívia, Luis Arce
presidente de Cabo Verde, José Maria Neves
presidente do Chile, Gabriel Boric
presidente da Colômbia, Gustavo Petro
presidente do Equador, Guillermo Lasso
rei da Espanha, Felipe VI
presidente da Guiana, Irfaan Ali
presidente da Guiné-Bissau, Umaro Sissoco Embaló
presidente de Honduras, Xiomara Castro
presidente do Paraguai, Mario Abdo Benítez
presidente do Peru, Dina Boluarte
presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa
presidente do Suriname, Chan Santokhi
presidente de Timor Leste, José Ramos-Horta
presidente do Uruguai, Luis Alberto Lacalle Pou
presidente do Togo, Faure Gnassingbé
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O que ainda é dúvida
Pelo menos três itens do cerimonial ainda são mantidos em segredo pela equipe de Lula. Veja:
Uso do Rolls-Royce presidencial
Até a manhã deste domingo, o cerimonial da posse não havia confirmado se Lula e Janja desfilarão no Rolls-Royce conversível presidencial, como é praxe em cerimônias de posse.
A equipe responsável pela posse presidencial avalia a possibilidade de Lula usar um veículo blindado por causa dos recentes atos de violência de bolsonaristas em Brasília.
Além disso, a futura primeira-dama Janja da Silva, disse no início deste mês que o tradicional veículo teria sido “danificado” pela gestão de Jair Bolsonaro. Janja, no entanto, não deu detalhes sobre o dano.
No ensaio da posse, nesta sexta (30), o Rolls-Royce entrou em cena – assessores do novo governo ocuparam os lugares para a encenação. Isso não quer dizer, no entanto, que o carro será usado de fato.
De modelo Silver Wraith, o Rolls-Royce foi fabricado em 1952, na Inglaterra, e transportado por navio de Londres para o Rio de Janeiro, então capital brasileira, em 1953. Desde então, pertence à Presidência da República e já conduziu todos os presidentes do Brasil, em diferentes ocasiões.
De modelo Silver Wraith, o Rolls-Royce foi fabricado em 1952
Valter Campanato/Agência Brasil
Pet presidencial na rampa
Após tomarem posse no Congresso, o presidente Lula e o vice Geraldo Alckmin subirão a rampa do Palácio do Planalto para dar continuidade aos ritos.
Nesse momento, pode haver uma nova quebra de protocolo: a presença de Resistência, a cachorra de estimação adotada por Janja da Silva. A vira-lata, de 4 anos, surgiu na vigília dos apoiadores de Lula quando o ex-presidente esteve preso em Curitiba, em 2018.
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Passagem da faixa
A passagem de faixa é uma tradição que já tem mais de 100 anos. Nas cores verde e amarelo, com detalhes em ouro 18 quilates e com 21 brilhantes, a faixa aparece nas fotos oficiais dos presidentes e simboliza a transferência de poder nas cerimônias de posse.
Mas, como o Brasil tem uma história política marcada por golpes, renúncias e impeachments, nem sempre o novo presidente recebeu a faixa do seu antecessor. E isso deve ocorrer novamente em 2023.
O presidente Jair Bolsonaro viajou para os Estados Unidos nesta sexta e não estará em Brasília para transferir o cargo. Vice, Hamilton Mourão é o presidente em exercício – mas também disse que não passará faixa.
O cerimonial trata a passagem de faixa como segredo e diz planejar “surpresas”. O protocolo não estabelece alternativas para esse rito, que é apenas uma solenidade e não tem significado prático para o mandato.
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Política
Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda
A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.
Política
Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja
Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).
Política
Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado
Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP
O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).
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