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Política

Quadro ‘esfaqueado’, sala da Janja depredada, policial espancado: VÍDEO mostra locais dos ataques terroristas em Brasília

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Sedes dos 3 poderes foram vandalizadas em ação sem precedentes na história do Brasil. Veja onde aconteceram as ações golpistas em Brasília
A Praça dos Três Poderes tem esse nome porque ali há um prédio de cada um dos poderes do Estado Brasileiro: o Congresso, o prédio do Supremo Tribunal Federal e o Palácio do Planalto, a sede do governo federal.
Ela foi o epicentro da destruição provocada por vândalos bolsonaristas na tarde de domingo (8). Todos esses prédios são do arquiteto Oscar Niemeyer e todos foram atacados.
Veja abaixo onde aconteceram algumas das ações dos criminosos:
Onde foram os ataques
g1
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TERRORISMO EM BRASÍLIA: o dia em que bolsonaristas criminosos depredaram Planalto, Congresso e STF
CRIMES: bolsonaristas terroristas são autuados por golpe de Estado, roubo, lesão corporal e mais 12 crimes
Supremo Tribunal Federal
O Supremo Tribunal Federal é o órgão máximo do Poder Judiciário. É lá que os ministros do STF se reúnem para julgar ações.
1 – Fachada do tribunal pichada
Fachada do STF foi pichada
g1
Os vândalos jogaram tinta branca na fachada de vidro do STF. Eles escreveram diversas vezes a frase “perdeu, mané”, em alusão a uma resposta do ministro Luis Barroso, que disse “perdeu, mané” para um manifestante bolsonarista em Nova York no ano passado, após o resultado das eleições.
2 – Plenário depredado
Plenário do STF foi vandalizado
g1
O plenário é o local onde os ministros se reúnem, e foi invadido. Os agressores arrancaram as cadeiras dos ministros do lugar.
3 – Brasão da República
Brasão da república foi arrancado
g1
Os bolsonaristas tiraram do prédio do STF um brasão da República. O item chegou a ser levado para fora do prédio, onde foi colocado em uma cadeira.
Palácio do Planalto
O Palácio do Planalto é o local de trabalho e gabinete do Presidente da República.
4 – Fachada tem vidros quebrados e móveis são jogados para fora
Palácio do Planalto teve fachada destruída
g1
A fachada do palácio é toda de vidro em molduras. Diversos vidros foram quebrados, e móveis do palácio foram jogados na Praça dos Três Poderes.
5 – Galeria destruída
Fotos dos presidentes foram destruídas
g1
A galeria dos ex-presidentes também foi vandalizada. Os bolsonaristas tiraram as fotos das paredes e rasgaram as imagens.
6 – Painel de Di Cavalcanti esfaqueado
Quadro de Di Cavalcanti foi rasgado
g1
O painel “As Mulatas” Di Cavalcanti foi atacado com facadas. A obra foi produzida em 1962 e, segundo galeristas ouvidos pela TV Globo, avaliada entre R$ 15 milhões e R$ 20 milhões. O pintor morreu há 46 anos, em 1976, na cidade do Rio.
7 – Relógio centenário
Relógio francês foi destruído no Planalto
g1
No palácio também há um relógio de Balthazar Martinot, uma peça século 17 que estava no Brasil desde 1808. O relógio havia sido um presente da França e foi destruído na invasão.
8 – Sala de Janja revirada
Sala de Janja também foi invadida
g1
O gabinete da primeira-dama, Janja, também fica no palácio. Os bolsonaristas quebraram copos e reviraram cadeiras e papéis.
Sala da primeira-dama, Janja, após invasão de terroristas apoiadores de Jair Bolsonaro (PL)
Reprodução
Congresso
No prédio do Congresso, os terroristas invadiram o plenário do Senado e quebraram os vidros dos corredores.
9 – Carro da polícia legislativa jogado no espelho da água
Carro da polícia foi parar no espelho d’água
g1
9 – Livre acesso para os criminosos
Policiais deram livre acesso a criminosos no Senado
g1
Um vídeo que circula nas redes sociais mostra policiais que parecem ser da tropa de choque permitindo a passagem de bolsonaristas radicais durante a invasão do Congresso Nacional.
Nas imagens, dezenas de vândalos sobem as escadas que dão acesso aos salões do Congresso, sem serem interceptados. Um grupo de policiais que está no local apenas observa a passagem dos bolsonaristas.
Vídeo mostra PMs liberando passagem para vândalos em Brasília
Praça dos Três Poderes
11 – Policial atacado a pauladas e estátua pichada
Estátua foi pichada e policial foi espancado
g1
Na Praça dos Três Poderes também houve depredação: bolsonaristas picharam a estátua que fica em frente ao STF. Esculpida por Alfredo Ceschiatti, ela representa a Justiça e foi vandalizada com frase “Perdeu, mané”.
Além disso, um policial da cavalaria da Polícia Militar do Distrito Federal foi agredido a pauladas por bolsonaristas. Um vídeo retirado de uma live mostra dezenas de radicais agredindo o policial e o cavalo (assista baixo).
Policial da cavalaria é agredido por terroristas no DF

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Política

Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda

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A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.

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Política

Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja

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Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).

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Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado

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Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP

O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).

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