Economia
IPCA-15: veja o que mais subiu e mais recuou em janeiro
Entre os 50 itens que mais subiram em janeiro, 38 fazem parte do grupo Alimentação e bebidas. Os itens de saúde e cuidados pessoais que entraram na lista dos itens que mais subiram em janeiro foram produto para unha, perfume e produto para pele estão na lista.
Acervo IBGE
A prévia da inflação de janeiro, anunciada pelo IBGE nesta terça-feira (24), mostra que os maiores impactos para a alta de 0,55% vieram dos grupos Saúde e cuidados pessoais e Alimentação e bebidas.
Entre os 50 itens que mais subiram em janeiro, 38 fazem parte do grupo Alimentação e bebidas. Já os itens de Saúde e cuidados pessoais que entraram na lista foram produto para unha, perfume e produto para pele.
O destaque das altas ficou ainda com TV por assinatura e combo de telefonia, internet e TV por assinatura – este último foi o subitem que exerceu maior impacto no índice do mês, segundo o IBGE. Outro destaque ficou com a alta do gás encanado.
Já entre os destaques de queda em janeiro estão a cebola, que foi o subitem que mais subiu no acumulado de 2022, além do óleo diesel e do leite longa vida. Entre os 50 itens que mais recuaram na prévia da inflação de janeiro, 32 são alimentos e bebidas.
Veja abaixo as duas listas referentes aos itens que mais subiram e recuaram na variação mensal do IPCA-15.
Maiores impactos na variação mensal
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), prévia da inflação de janeiro, apresentou alta de 0,55%, após variar 0,52% em dezembro. Em janeiro de 2022, o índice ficou em 0,58%. Os maiores impactos vieram de Saúde e cuidados pessoais e Alimentação e bebidas, respectivamente.
Todos os nove grupos de produtos e serviços pesquisados tiveram alta em janeiro. O grupo Comunicação se destacou pela maior variação. Veja abaixo a variação dos grupos em janeiro:
Alimentação e bebidas: 0,55%
Habitação: 0,17%
Artigos de residência: 0,38%
Vestuário: 0,42%
Transportes: 0,17%
Saúde e cuidados pessoais: 1,10%
Despesas pessoais: 0,57%
Educação: 0,36%
Comunicação: 2,36%
As altas da batata-inglesa (15,99%), do tomate (5,96%), do arroz (3,36%) e das frutas (1,74%) provocaram um aumento de 0,61% nos preços dos alimentos para consumo no domicílio. Já as quedas mais expressivas ficaram por conta da cebola (-15,21%) e do leite longa vida (-2,04%). A alimentação fora do domicílio (0,39%) ficou com resultado próximo ao do mês anterior (0,45%), com o lanche tendo alta de 0,80% e, a refeição, de 0,14%.
Acumulado de 12 meses
Nos últimos 12 meses, a variação do IPCA-15 foi de 5,87%, abaixo dos 5,90% observados nos 12 meses imediatamente anteriores.
A cebola voltou a ser a vilã da alta de preços no período – o subitem foi o que teve a maior variação de preço (de mais de 130%) no ano de 2022.
Já entre as maiores quedas, destaque para a gasolina, etanol e energia elétrica.
Veja abaixo os 50 itens que mais subiram e mais caíram no acumulado de 12 meses até janeiro.
Economia
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Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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