Economia
FMI vê inflação brasileira na meta só em 2024
País já estourou a meta em 2021 e 2022, e taxa deve ficar acima da margem estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional este ano também. A inflação brasileira deve estourar a meta estabelecida pelo Conselho Monetário Internacional (CMN) por três anos seguidos, antes de convergir para a taxa esperada, segundo estimativa divulgada nesta quarta-feira (1º) pelo Fundo Monetário Internacional (FMI).
A expectativa do fundo é que a inflação brasileira encerre este ano em 5,7% – levemente abaixo dos 5,8% de 2022. A meta do CMN, no entanto, foi fixada em 3,25% para este ano, podendo ficar até 1,5 ponto percentual abaixo ou acima (de 1,75% a 4,75%) sem ser formalmente descumprida. Em 2021 e 2022, a inflação já estourou a meta estabelecida.
Já em 2024 o FMI vê a inflação brasileira em 3,5% – acima da meta fixada em 3%, mas dentro da ‘margem de tolerância’.
Entre maiores – mas distante das líderes
Com o resultado, a inflação brasileira deve ficar em 11º lugar dentre os países das Américas este ano, segundo o FMI – mas com taxas muito menores do que os líderes do ranking: Venezuela (150%) e Argentina (60%).
Veja abaixo:
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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