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Economia

Por que bilionários estão perdendo parte de suas fortunas

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Elon Musk e Mark Zuckerberg estão entre bilionários que registraram perdas recordes. Elon Musk
REUTERS/Mike Blake
Algumas das pessoas mais ricas do mundo viram sua riqueza pessoal despencar recentemente. Mas o que está por trás da queda em suas fortunas?
Na semana passada, o bilionário dos grupos Tesla e SpaceX, Elon Musk, quebrou o recorde mundial de maior perda de fortuna pessoal da história.
De novembro de 2021 a dezembro de 2022, ele perdeu cerca de US$ 165 bilhões, segundo o Guinness World Records.
Os números são baseados em dados da revista Forbes, mas o Guinness disse que outras fontes sugeriram que as perdas de Musk poderiam ter sido maiores.
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No final do ano passado, o fundador do grupo Meta, Mark Zuckerberg, chegou a cair da lista das 10 pessoas mais ricas do mundo. Ele esteve nessa lista por sete anos.
Outro bilionário que viu sua fortuna pessoal desabar foi Gautam Adani, que também saiu da lista das 20 pessoas mais ricas do mundo. O magnata lidera o grupo Adani, de infraestrutura e logística.
O que aconteceu?
A fortuna pessoal dos três bilionários está diretamente ligada aos grupos que eles comandam, já que eles são grandes acionistas.
No caso de Musk e Zuckerberg, o problema foi uma espécie de “crash” das ações de tecnologia.
Mark Zuckerberg
REUTERS/Erin Scott
No final do ano passado, o grupo Meta anunciou a demissão de 11 mil pessoas. Zuckerberg disse que as demissões foram causadas pelas enormes expectativas de crescimento de longo prazo com base no aumento da receita da empresa durante a pandemia.
“Muitas pessoas previram que estaríamos em aceleração permanente”, escreveu ele na época. “Eu também achei, então tomei a decisão de aumentar significativamente nossos investimentos”.
Em vez disso, ele disse que a “recessão macroeconômica” e o “aumento da concorrência” fizeram com que a receita fosse muito menor do que o esperado
“Eu li errado o cenário e assumo a responsabilidade por isso”, disse ele.
Quem é o bilionário Gautam Adani
No caso de Elon Musk, o valor das ações da Tesla desabou depois que o bilionário comprou o Twitter no ano passado. A aquisição de US$ 44 bilhões da empresa de mídia social gerou temores entre os investidores de que Musk não estaria mais dando atenção suficiente à Tesla.
Já o caso de Gautam Adani está ligado a acusações de fraude. Em 24 de janeiro, uma empresa americana acusou o grupo de manipulação de ações e fraude contábil. A cotação da empresa nos mercados caiu quase pela metade. O Grupo Adani nega as acusações, chamando-as de “maliciosas” e “infundadas”.
Mas a sorte da fortuna de muitos desses bilionários pode se reverter rapidamente, justamente por causa do mercado acionário.
Na quinta-feira, a fortuna de Mark Zuckerberg aumentou em US$ 12,5 bilhões em apenas um dia – depois da divulgação de resultados do grupo Meta que mostraram recuperação da empresa no último trimestre.

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Correção: jogos do Brasil em dias úteis

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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.

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Correção: jogos do Brasil em dias úteis

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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.

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Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais

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Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia
O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.

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