Economia
‘Mordida’ dos impostos sobre itens de carnaval chega a 80%, mostra levantamento
Peso dos impostos sobre passagens aéreas passou de 9,25% em 2019 para 22,3% este ano. Bloco de carnaval desfila pelas ruas de Santa Teresa, no Rio de Janeiro
g1 Rio
O fisco não descansa nem no carnaval. Do confete à fantasia, da água à cervejinha, todos os principais produtos consumidos no carnaval embutem uma bela fatia de impostos.
Segundo levantamento da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), responsável pelo impostômetro, a ‘mordida’ chega a 81,9%, no caso da cachaça. O peso dos impostos é um pouco (mas não muito) menor sobre a caipirinha (76,7%) e o chope (62,2%).
O folião que quiser celebrar usando adereços também vai contribuir com os cofres do governo. No colar havaiano, os impostos chegam a 46%, e na máscara de plástico, a 43,9%.
Quem for viajar não escapa da facada. Segundo o levantamento, a tributação passou de 9,25%, em 2019, para 22,3% este ano. O encarecimento do combustível de aviação, segundo o economista da ACSP, Marcel Solimeo, é o principal fator da elevação.
Veja abaixo a tributação incidente sobre os principais produtos do carnaval:
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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