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Economia

China denuncia ‘protecionismo’ dos EUA sobre chips eletrônicos

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Chefe da diplomacia chinesa criticou restrições do governo norte-americano a semicondutores fabricados no país asiático. O diretor do centro de relações exteriores da China, Wang Yi, durante participação da Conferência de Segurança de Munique, na Alemanha, em 18 de fevereiro de 2023.
Petr David Josek/ AP
O chefe da diplomacia da China, Wang Yi, criticou neste sábado (18) as restrições dos Estados Unidos às exportações de semicondutores fabricados por empresas chinesas, que ele chamou de uma demonstração de “100% de protecionismo”.
Estas restrições são “100% egoístas, 100% unilaterais” e representam uma “grave violação do princípio do livre comércio”, afirmou Wang Yi durante a Conferência de Segurança de Munique, criticando uma posição “longe da livre concorrência”.
Essas restrições testemunham “uma percepção equivocada da China” pelos Estados Unidos, segundo o diplomata.
“Com essa percepção, os Estados Unidos usam todos os seus recursos para reprimir e difamar a China e encorajam outros países a fazerem o mesmo”, afirmou.
“Não temos medo da competição, mas queremos uma competição justa, baseada em regras. Os Estados Unidos não”, disse Wang Yi.
Presidente Joe Biden faz discurso sobre Estado da União ao congresso americano
Em outubro, os Estados Unidos, em nome da “segurança nacional”, anunciaram novos controles de exportação, para limitar a capacidade de Pequim de comprar e fabricar chips de última geração “usados para fins militares”.
Washington procurou impedir Pequim de desenvolver sua própria indústria de semicondutores.
Na semana passada, durante discurso sobre o Estado da União no Congresso norte-americano, o presidente dos EUA, Joe Biden, também defendeu a produção nacional de chips.
Os Estados Unidos acusam regularmente a China de espionagem industrial e de representar uma ameaça à sua segurança nacional.
A China anunciou em dezembro que abriu um processo na Organização Mundial do Comércio (OMC) contra os Estados Unidos por causa dessas restrições.

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Correção: jogos do Brasil em dias úteis

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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.

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Correção: jogos do Brasil em dias úteis

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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.

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Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais

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Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia
O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.

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