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Política

Bancada feminina é a maior da história do Congresso; deputadas avaliam o que isso representa na prática

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Câmara tem 18% de mulheres a mais que no início da legislatura passada, em 2019. A nova Legislatura no Congresso Nacional tem a maior bancada feminina da história.
A Câmara dos Deputados elegeu 91 representantes mulheres, crescimento de 18% em relação às 77 deputadas federais eleitas em 2018.
Dessas, 89 estão no exercício do mandato. Algumas parlamentares se licenciaram para assumir cargos nos estados ou na Esplanada, como é o caso de Sônia Guajajara (PSOL-SP), ministra dos Povos Indígenas.
No Senado, embora o número tenha caído em relação às titulares, se consideradas as suplentes, a bancada feminina também é a maior da história da Casa.
Cinco senadores suplentes estão no exercício do mandato em razão da licença dos titulares. A bancada atual é de 15 senadoras. Antes, eram 12.
O que o tamanho recorde da bancada significa?
A líder da bancada feminina na Câmara, deputada Luísa Canziani (PSD-PR), afirmou que o crescimento do número de deputadas no Congresso dá mais força para lutar e garantir mais espaço na Câmara Federal às mulheres.
“Iniciamos esta legislatura buscando diálogo constante com a presidência da Casa e os partidos para que as mulheres sejam cada vez mais inseridas nos espaços de poder, como em presidências de comissões e relatorias de projetos, porque são atividades importantes para a tomada de decisões e para a própria atividade legislativa”.
Para a deputada, com uma bancada maior também é possível brigar para pautar projetos importantes e de interesse da bancada no Parlamento
“Durante este mês conseguimos inserir na pauta da Câmara vários projetos de interesse de bancada e são projetos das mais variadas áreas: educação, saúde, combate à violência, dentre outros. São propostas indicadas pelas deputadas como prioritários”, afirmou.
Aprovação de projetos
Para a deputada Benedita da Silva (PT-RJ), o aumento no número de representantes mulheres no Congresso é fruto da luta pelo espaço na política e pode ajudar na aprovação de projetos de interesse da bancada.
“Nós levamos muitos anos para que um projeto todas mulheres cheguem a plenário e neste ano é um ano que nós acreditamos que com volume maior de representação da bancada nós haveremos de estar realmente ocupando esses espaços e colocando nossas pautas em dia”, afirmou a deputada.
Avanços ainda limitados
A deputada Luiza Erundina (PSOL-SP), que já está no seu sétimo mandato, defende que a bancada feminina conquistou mais espaço na Câmara com o passar dos anos, mas, para ela, os avanços ainda são “limitados”.
“A bancada feminina tem mais espaço agora do que já teve no passado. Tem direito a participar das reuniões do colégio de líderes, tem direito a ter voz nos espaços do plenário da Casa usando a Tribuna e apresentando os seus projetos, então, sem dúvida nenhuma, nós não podemos ignorar os avanços, limitados ainda, mas o que significa que temos que investir ainda mais na nossa formação, da formação das nossas filhas”, disse a deputada.
Erundina defende também que o crescimento da participação feminina não é “proporcional ao número de mulheres” e que o resultado da luta feminina está “muito aquém daquilo que ela apresentou ao curso dos últimos anos”.
Para a senadora Soraya Thronicke (União-MS), ao mesmo tempo em que o aumento do número de senadoras em exercício no cargo é algo a se comemorar, há um motivo de preocupação, já que a ampliação aconteceu em decorrência da suplência, e não da eleição.
“É um momento que a gente tem que agradecer, louvar e festejar, mas acima de tudo, me preocupa. Eu gostaria que as mulheres fossem realmente eleitas, e que as pessoas votassem nas mulheres. Normalmente a gente serve para ser vice, para ser suplente, para ser um estepe, para andar atrás e não ao lado, isso a gente tem que prestar atenção”, afirmou.
Bancada plural e diversa
A deputada Benedita da Silva chama a atenção para a pluralidade de opiniões dentro da bancada. Segundo a parlamentar, embora ainda sub representadas, o número de mulheres no parlamento vai permitir “ uma discussão política plural, de centro, de direita e de esquerda”.
Franciane Bayer (Republicanos-RS) também ressalta este ponto, mas acredita que as divergências, embora enriqueçam o debate da bancada feminina, podem travar projetos ideológicos.
“Acredito que esse debate enriquece, inclusive quando a gente fala de representação da mulher no Legislativo”, destacou.
Sobre as diferenças na bancada, a deputada Fernanda Melchionna (PSOL-RS) afirmou que “não basta ser mulher, é preciso defender a pauta das mulheres”.
“Infelizmente temos uma minoria, mas que existe entre essas 91 parlamentares, de parlamentares da extrema direita que querem retroceder naqueles direitos inclusive de reserva de vagas para mulheres no Parlamento, que é fundamental para garantir uma paridade e diminuir a desigualdade de gênero dentro do parlamento”, afirmou.
A vice-líder do PT, deputada Dandara, afirmou que, apesar da diversidade do colegiado, durante a primeira reunião do grupo, as parlamentares conseguiram colocar de lado suas diferenças ideológicas.
“Acho que conseguimos colocar essas diferenças em uma mesa aqui ao lado e colocar nessa os pontos em comum a todas as mulheres […] Nós colocamos aqui na mesa coisas que nos unificam, e fizemos um esforço grande para não deixar diferenças partidárias e ideológicas serem o tom da reunião”, disse.
Subrepresentatividade
Para a deputada Fernanda Melchionna (PSOL-RS) disse que o aumento da bancada feminina representa um avanço civilizatório, mas lembrou que o Brasil ainda é um dos últimos colocados na América Latina quando o assunto é a participação feminina na política.
“O Brasil segundo o ranking da União interparlamentar está nas piores posições de participação política, de percentual de mulheres no Parlamento. Quanto mais mulheres melhor é para que avance pautas da bancada feminina, combate a violência doméstica, à desigualdade salarial. Mas ainda é insuficiente perto do tamanho do Brasil”, afirmou.
A deputada Tábata Amaral (PSB-SP) também destaca que, apesar da vitória da maior bancada feminina da história, ainda há um longo caminho a se percorrer até se alcançar a igualdade de gênero no Parlamento.
“Faz apenas 90 anos que as mulheres podem votar e ser eleitas no Brasil, mas estudos apontam que ainda vamos mais de cem anos para atingir a igualdade entre homens e mulheres na política. Temos um caminho longo, queremos que essa mudança seja ainda muito mais rápida do que ela é hoje e eu sinto que a gente está nesse momento de virada de chave mesmo”, disse a deputada.
“Com essa bancada feminina maior, a gente consegue acelerar mudanças, a gente consegue pautar a dignidade, direitos iguais, respeito, a gente consegue pautar o direito de sonhar, para que nossas crianças, meninos e meninas possam sonhar sem nenum preconceito e discriminação, de forma livre”, acrescentou.
Cota para mulheres arquivada
Apesar do aumento no número de mulheres na Câmara e no Senado, nenhuma mulher integra a Mesa Diretora do Senado e apenas uma compõe a da Câmara.
“Falta muita coisa. Nós temos agora na mesa uma mulher. Nas comissões teremos em base aí eu acho que de 30% de mulheres representando”, afirmou a deputada Renilce Nicodemos (MDB-PA).
Para as parlamentares, a representação feminina em comissões e cargos da Mesa precisa aumentar.
“Ah, tem 91 mulheres. Onde estão essas mulheres na Câmara? Estão no colégio de líderes? Estão nas secretaria importantes? Estão presidindo comissões importantes? Estão relatando projetos importantes? A nossa presença tem que vir acompanhada de um movimento de mudança, de reconhecimento”, afirmou a deputada Dandara.
Em 2006, a deputada Luiza Erundina apresentou uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que visa garantir a representação proporcional de homens e mulheres na composição das Mesas e Comissões do Congresso Nacional.
“Como é a escolha dos partidos, os partidos nunca escolhem as mulheres para ocuparem as direções das Casas que é o poder maior do parlamento são as mesas diretoras, a mesa da câmara, a mesa do Senado”, afirmou Erundina.
A proposta foi aprovada pelo plenário da Câmara e seguiu para o Senado. No final de 2022, a proposição foi arquivada devido ao fim da legislatura.
As senadoras Dorinha Seabra (União-TO) e a líder da bancada feminina no Senado, Eliziane Gama (PSD-MA), tentam desarquivar a proposta, mas, para isso, é necessário que o requerimento seja subscrito por 27 parlamentares e o pedido seja aprovado pelo Plenário do Senado.

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Política

Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda

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A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.

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Política

Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja

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Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).

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Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado

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Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP

O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).

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