Economia
Mercado Livre de Energia deve chegar às residências em 2028
Com a mudança, consumidores escolhem as geradoras e matrizes energéticas e podem reduzir em até 18% o valor da conta de luz. Inteligência Financeira
Divulgação
Para metade dos brasileiros, a conta de energia elétrica foi uma das maiores despesas domésticas em 2022. Cerca de 70% da população passou a economizar, e 56% dela deixou de comprar algum item para pagar a conta de luz. Esses dados foram extraídos de uma pesquisa realizada pelo Instituto Datafolha a pedido da Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia, a Abraceel.
Embora os números comprovem a “mordida” cada vez maior que o setor aplica no bolso do brasileiro, existe uma esperança: a portabilidade da energia. Uma realidade para os gigantes da indústria e do comércio há cerca de 20 anos e que em 2024 chega a todos os consumidores de alta tensão (31 mil unidades consumidoras, ou 0,03% do total nacional). A abertura foi concedida pelo Ministério de Minas e Energia (MME) por meio da Portaria Nº 690 e determina que residências, zona rural e pequenos estabelecimentos sejam contemplados pela política em 2028.
Consumidores livres
No Mercado Livre de Energia, usuários deixam de ser “cativos” (sujeitos a tarifas e ajustes estabelecidos pela Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL) e se tornam livres. A exemplo do que aconteceu com a abertura do setor de telefonia em 1997, cada cliente escolhe a empresa de energia com a qual quer se relacionar. Pode decidir a matriz energética geradora (se renovável, como energia solar e eólica) e seu pacote de consumo mensal. Um detalhe interessante é que, diferentemente do que acontece com o pacote de dados da internet, a energia elétrica excedente pode ser comercializada como um ativo. Ou seja, além de economizar na conta, ainda é possível rentabilizar com esse mercado.
Sim, economia é o grande diferencial da comercialização livre de energia. Como em toda concorrência, diversos fornecedores vendem o seu “peixe” e o consumidor escolhe o mais “vistoso”. Não há fidelização e tudo é tratado sem intermediários. O que permanece é a relação com a distribuidora de energia, que continua sendo local. A conta continua chegando todos os meses, mas são cobrados apenas impostos, taxas de iluminação pública, serviços de manutenção da rede de distribuição e demais encargos.
Outra vantagem é que não há bandeiras tarifárias. Segundo Aneel, essas bandeiras são o sistema que sinaliza aos consumidores os custos reais da geração de energia elétrica. As cores verde, amarela e vermelha indicam se a energia custará mais ou menos, em função das condições de geração de eletricidade. No caso da energia livre, mesmo com variações nos reservatórios ou em condições climáticas adversas, o valor a ser cobrado é sempre o acordado.
Economia na indústria e no comércio
De acordo com a Abraceel, só em 2022, os consumidores livres deixaram de gastar R$ 41 bilhões com energia elétrica. Em 20 anos, “a contratação livre propiciou R$ 339 bilhões de redução acumulada de gastos”, afirmou a associação em recente comunicado à imprensa. No consumo doméstico e de pequeno porte, a previsão, ainda segundo a entidade, é uma redução no preço do valor da conta de até 18%. Uma economia aguardada por 66% dos brasileiros que querem, segundo a pesquisa do Datafolha, encontrar a geradora de energia ideal para dar match com seu orçamento.
Para se inteirar sobre o mercado livre de energia e outras novidades que influenciam seu bolso, conheça inteligenciafinanceira.com.br.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia
O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
-
Mato Grosso do Sul4 anos agoEXPOGRANDE SEM SHOWS DE ARTISTAS REGIONAIS. VOCÊ CONCORDA?
-
Política4 anos ago
Mercado financeiro eleva estimativa de crescimento do PIB de 2023 para 0,85%
-
Ciência e Saúde4 anos ago
Sono irregular aumenta o risco de aterosclerose e doença cardiovascular
-
Ciência e Saúde4 anos ago
A melhor hora para criar músculos é agora!
-
Economia4 anos ago
Reforma tributária: Fazenda defende ‘mínimo possível de exceções’ ao novo imposto sobre consumo
-
Economia4 anos ago
Ibovespa opera em queda, com plano de crescimento da China e âncora fiscal em foco
-
Economia4 anos ago
Centro-oeste de SP inicia semana com quase 500 vagas de emprego; veja como se candidatar
-
Política4 anos agoJoias para Michelle: fatos revelam ‘procedimento padronizado e conduta exemplar’ de auditor, diz Sindifisco


