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Política

Irmãos Wesley e Joesley Batista, envolvidos em grampo na gestão Temer, integram comitiva de Lula na viagem à China; veja a lista

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Viagem de Lula à China está prevista para acontecer entre 26 e 31 de março. Além de empresários, a comitiva presidencial será composta de parlamentares, governadores, ministros de Estado. Wesley (dir.) e Joesley Batista, donos da Friboi, durante evento em São Paulo em agosto de 2013
Zanone Fraissat/Folhapress/Arquivo
Os irmãos Joesley e Wesley Batista, executivos das empresas do grupo J&F, que controla a JBS, integrarão a viagem do presidente Lula Inácio Lula da Silva à China. A informação foi divulgada neste sábado (18) pelo jornal “O Globo”.
Veja a lista completa de empresários mais abaixo nessa reportagem.
Joesley e Wesley são filhos de José Batista Sobrinho, fundador da JBS, que é uma multinacional brasileira que atua na área de alimentos. Os irmãos são os acionistas controladores da companhia por meio da J&F Investimentos, uma empresa que dividem meio e meio.
Em 2017, Joesley ficou conhecido nacionalmente por ter gravado o então presidente Michel Temer supostamente dando aval para a compra do silêncio do deputado cassado e ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha (PMDB-RJ), depois que ele foi preso na operação Lava Jato.
A viagem de Lula está prevista para acontecer entre 26 e 31 de março. Em Pequim, capital chinesa, estão previstas reuniões com o Presidente Xi, com o Primeiro-Ministro da China, senhor Li Qiang, e com o Presidente da Assembleia Popular Nacional, senhor Zhao Leji.
Além de empresários, a comitiva presidencial será composta de parlamentares, governadores, ministros de Estado. Ao longo da visita, segundo o Palácio do Itamaraty, haverá eventos empresariais, seminários e a assinatura de atos governamentais.
A China é, desde 2009, o maior parceiro comercial do Brasil. Em 2022, segundo dados oficiais, a corrente de comércio (exportações e importações juntas) atingiu recorde de US$ 150,5 bilhões.
Delação premiada
Em 2017, os irmãos Batista fecharam acordo de delação premiada com o Ministério Público Federal no âmbito da Operação Lava Jato.
Eles revelaram, na ocasião, que um esquema de corrupção, do qual eles participaram, que começou em Mato Grosso do Sul.
Por medida cautelar, os empresários haviam sido proibidos de trabalhar, desde 2017, em suas empresas.
Em 2020, porém, a Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu autorizar que os irmãos voltassem a exercer funções executivas nas empresas do grupo J&F.
No ano passado, eles figuraram na lista dos dez maiores bilionários do Brasil pela revista Forbes. A fortuna de ambos estava estimada em R$ 22,5 bilhões, cada um deles.
Veja a lista completa de empresários que integrarão a comitiva presidencial
1. Antônio Jorge Camardelli – ABIEC
2. Cínthia Torres – Diretora técnica – ABIEC
3. José Roberto Goulart – ALIBEM
4. Wesley Mendonça Batista – J&F JBS
5. Joesley Mendonça Batista – J&F/JBS
6. Gilberto Tomazoni – CEO Global JBS
7. Carlos Alberto Macedo Cidade – Diretor Relações Inst. JBS
8. Marcio Soares Rodrigues – Gerente JBS
9. Pedro Felippe Castellain Barbosa de Castro – Diretor Exp. Ásia JBS
10. Renato Mauro Menezes Costa – Friboi
11. Marcela de Souza Afonso Rocha – Diretora JBS
12. Lincoln Bueno – Presidente da Mercúrio Alimentos
13. Paulo Sérgio Mustefaga – ABRAFRIGO
14. José João Batista Stival Júnior – ABRAFRIGO
15. Lincoln Lafaiete – ABRAFRIGO
16. Marcos Antonio Pompei – ABRAFRIGO
17. Rogerio Jose Bonato – ABRAFRIGO
18. João Gonçalves Silva Júnior – ABRAFRIGO
19. Etivaldo Vadão Gomes Frigoestrela
20. Etivaldo Gomes Filho – Frigoestrela
21. Eduardo Gomes Caluz da Silva – Frigoestrela
22. Ivon da Silva Jr – Frigorífico SILVA
23. Daniela da Silva – Frigorífico SILVA
24. Adilton Bittencourt BOA CARNE
25. Rafaella Bittencourt BOA CARNE
26. Murilo Leite FRISACRE
27. Maria Carolina Rebollo Machado Leite FRISACRE
28. Fabio Ricardo Leite FRISACRE
29. Marcos Paulo Parente Araujo FRISACRE
30. Maíra Santiago Pires Parente FRISACRE
31. Luana da Silva Machado FRISACRE
32. João de Almeida Sampaio Filho – Vice Presidente Minerva.
33. Fabiano Parisoto – Diretor Grupo Bugio Ecofrigo
34. Decio Coutinho – Presidente da ABRA
35. Sandro Silva de Oliveira Júnior – SUPREMO
36. Ricardo Santin – Presidente da ABPA
37. Luis Rua – Diretor de Mercados ABPA
38. Linda Chen – Representante ABPA na Ásia
39. Marcos Antonio Molina dos Santos – Presidente do Conselho BRF
40. Márcia Aparecida Pascoal Marçal dos Santos – Conselheira BRF
41. Rogério Moraes – Diretor Asia BRF
42. Bruno Machado Ferla – Vice Presidente Juridico e RI BRF
43. Johnny Hiroki Fujihara – Gerente Asia Aurora
44. Carlos Augusto dos Santos Zanchetta – Diretor Zanchetta Alimentos
45. Alisson Navarro Marfrig.
46. Cláudio Almeida Faria Rio Branco Alimentos.
47. José Roberto Gonçalves – Diretor de Qualidade BRF
48. Marcio Rodrigues – Masterboi
49. Alexandre Pedro Schenkel – Presidente ABRAPA
50. Edson Mizoguchi – Coordenador Programa de Qualidade ABRAPA
51. Marcelo Duarte – Diretor de relações Internacionais ABRAPA
52. Jones Yasuda – Assessor Técnico ABRAPA
53. Thomas Paul Reinhart- Assessor Comercial ABRAPA
54. Marcelo de Godoy – CEO Simbiose Fertilizantes
55. Juan Henrique Mena Acosta – Associação Bioinsumos
56. João Bello Neto – Nortox
57. Fabiano Maluf Amui – OUROFINO
58. Geraldo Ubirajara Berger BAYER
59. Daniel Bernardes Fereira Rossi HUBIO AGRO
60. Reginaldo Minaré ABBINS
61. Pablo Gimenez Machado – Diretor Executivo Ásia SUZANO CELULOSE
62. Amaury Pekelman – Diretor Relações Inst. Paper Excellence
63. Claudio Laert Cotrim Passos Paper Excellence
64. Marcelo Kim Yuen Pan Diretor Jurídico Paper Excellence
65. André Meloni Nassar ABIOVE (setor: óleos vegetais)
66. Clébio Henrique Polvani Marques – VANCOUROS
67. Vinícius Vanzella de Souza – VANCOUROS
68. Andressa Silva – ABIARROZ
69. João José Pietro Flávio OCB
70. Nelson Catarino Croda Machado APROSMAT
71. Kleverson Scheffer – MAGGI
72. Julio Fortini – Ecoplan
73. Carlos Alberto de Oliveira Andrade Filho – Representante CAOA
74. Fábio Phelipe Garcia Pagnozzi – Instituto Brics
75. Pedro Paulo Pagnozzi – Instituto Brics
76. Mario Pagnozzi – Instituto Brics
77. Fabrício Patriani – Instituto Brics
78. Lijun Lei – Instituto Brics
79. Itamar Antônio Canossa – Presidente Forum Agro mato-grossense
80. Ivanilse Tofoli Canossa – Forum Agro mato-grossense
81. Fernando Costa – Universidade Brasil
82. Marcelo Peres – Universidade Brasil
83. Sueme Mori – CNA
84. Tarcisio Sachetti – Agro Investments Sachetti
85. Alexandre Ferreira Lopes – MECH – centro estudos mercado chinês
86. Ricardo Gracia – MECH centro estudos mercado chinês
87. João Marcelo Costa Fernandez Conde Afrinvest
88. Dereck Favero Birchall – Afrinvest

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Política

Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda

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A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.

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Política

Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja

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Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).

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Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado

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Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP

O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).

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