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Política

O que pensa a nova Câmara

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Levantamento exclusivo mostra a opinião dos deputados federais eleitos sobre 18 temas de relevância pública. O g1 ouviu 332 parlamentares, o que representa cerca de dois terços da nova Casa que tomou posse em 2023. O que pensam os deputados federais que tomaram posse em 2023? O g1 procurou os 513 eleitos para saber a opinião deles sobre 18 temas que poderão constar da pauta de debates no Legislativo e têm relevância pública.
Entre 1º de dezembro e 24 de março, mais de 30 jornalistas aplicaram o questionário. Parte dos deputados respondeu pessoalmente ou por telefone; já outra parte respondeu por e-mail, aplicativos de mensagens ou por intermédio das assessorias. Todos foram informados de que a divulgação das respostas não seria feita de forma individualizada.
Todos os deputados foram contatados de alguma forma. No total, 332 deputados responderam ao questionário (65% da nova Casa). O restante decidiu ou não responder ou prometeu enviar as respostas, mas não o fez.
A pesquisa encontrou maior resistência entre deputados de partidos mais à direita do espectro político, com uma taxa de resposta menor em siglas como PL (49% responderam), União (49%) e Republicanos (44%). Por outro lado, legendas de centro-direita, centro e esquerda, como PT (85% de resposta), PSD (71%) e PSDB (85%), participaram mais do levantamento.
Por esse motivo, o dado apresentado abaixo pode indicar uma Câmara mais progressista do que a realidade.
Além das 18 questões, o g1 também quis saber a religião e o time de futebol dos deputados.
Clique e veja os resultados:
Nas perguntas abaixo, uma das alternativas apresentadas foi escolhida por ao menos 257 deputados, equivalente à maioria absoluta da Câmara:
É a favor da criação de um imposto único, que reúna PIS/COFINS, ICMS, entre outros atualmente existentes?
É a favor de corrigir a defasagem da faixa de isenção do imposto de renda. que iria para R$ 5 mil?
É a favor de manter as emendas do relator (“orçamento secreto”) sem que possam ser identificados e divulgados os autores das emendas?
É a favor da volta da cobrança de um tributo no salário para financiar sindicatos?
Já nestas outras perguntas, nenhuma das alternativas apresentadas foi escolhida por ao menos 257 parlamentares:
É a favor da manutenção do teto de gastos?
É a favor da privatização de estatais?
É a favor da cobrança de imposto de renda sobre dividendos?
É a favor de novas medidas para restringir a entrada de refugiados no Brasil?
É a favor de facilitar a compra e o porte de armas?
É a favor da redução da maioridade penal?
É favorável à legalização da maconha?
É a favor de tornar a homofobia crime?
É favorável a permitir o aborto?
É a favor de classificar como crime de terrorismo a invasão de propriedades?
É a favor de manter a Lei de Cotas?
É a favor que o governo intervenha na Petrobras para baixar o preço dos combustíveis?
É a favor da regulamentação dos jogos de azar?
Se considera de direita, de centro ou de esquerda?
As religiões dos deputados
Os times de futebol dos deputados
É a favor da criação de um imposto único, que reúna PIS/COFINS, ICMS, entre outros atualmente existentes?
Sim: 54% do total de deputados
Não: 8% do total de deputados
Não quiseram responder a essa pergunta: 3% do total de deputados
Não responderam ao questionário: 35% do total de deputados

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É a favor de corrigir a defasagem da faixa de isenção do imposto de renda, que iria para R$ 5 mil?
Sim: 58% do total de deputados
Não: 4% do total de deputados
Não quiseram responder a essa pergunta: 2% do total de deputados
Não responderam ao questionário: 35% do total de deputados

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É a favor de manter as emendas do relator (“orçamento secreto”) sem que possam ser identificados e divulgados os autores das emendas?*
Não: 58% do total de deputados
Sim: 4% do total de deputados
Não quiseram responder a essa pergunta: 3% do total de deputados
Não responderam ao questionário: 35% do total de deputados

*A pesquisa com os deputados eleitos começou a ser feita em dezembro, antes de o Supremo Tribunal Federal (STF) decidir pela inconstitucionalidade do orçamento secreto.
É a favor da volta da cobrança de um tributo no salário para financiar sindicatos?
Não: 50% do total de deputados
Sim: 12% do total de deputados
Não quiseram responder a essa pergunta: 2% do total de deputados
Não responderam ao questionário: 35% do total de deputados

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É a favor da manutenção do teto de gastos?
Sim: 42% do total de deputados
Não: 22% do total de deputados
Não quiseram responder a essa pergunta: 1% do total de deputados
Não responderam ao questionário: 35% do total de deputados

É a favor da privatização de estatais?
Sim: 22% do total de deputados
Apenas das deficitárias: 22% do total de deputados
Não: 19% do total de deputados
Não quiseram responder a essa pergunta: 1% do total de deputados
Não responderam ao questionário: 35% do total de deputados

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É a favor da cobrança de imposto de renda sobre dividendos?
Sim: 37% do total de deputados
Não: 25% do total de deputados
Não quiseram responder a essa pergunta: 3% do total de deputados
Não responderam ao questionário: 35% do total de deputados

É a favor de novas medidas para restringir a entrada de refugiados no Brasil?
Não: 49% do total de deputados
Sim: 13% do total de deputados
Não quiseram responder a essa pergunta: 2% do total de deputados
Não responderam ao questionário: 35% do total de deputados

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É a favor de facilitar a compra e o porte de armas?
A favor: 14% do total de deputados
Prefere manter as regras atuais: 18% do total de deputados
Prefere restringir: 32% do total de deputados
Não quiseram responder a essa pergunta:1% do total de deputados
Não responderam ao questionário: 35% do total de deputados

É a favor da redução da maioridade penal?
A favor: 22% do total de deputados
A favor para determinados casos: 17% do total de deputados
Contra: 25% do total de deputados
Não quiseram responder a essa pergunta: 1% do total de deputados
Não responderam ao questionário: 35% do total de deputados

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É favorável à legalização da maconha?
Sim: 10% do total de deputados
Somente para fins medicinais: 39% do total de deputados
Não: 15% do total de deputados
Não quiseram responder a essa pergunta: 1% do total de deputados
Não responderam ao questionário: 35% do total de deputados

É a favor de tornar a homofobia crime?
Sim: 49% do total de deputados
Não: 13% do total de deputados
Não quiseram responder a essa pergunta: 2% do total de deputados
Não responderam ao questionário: 35% do total de deputados

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É favorável a permitir o aborto?
Nas situações atualmente previstas em lei: 46% do total de deputados
Em mais situações: 9% do total de deputados
Em menos situações ou em nenhuma situação: 9% do total de deputados
Não quiseram responder a essa pergunta: 1% do total de deputados
Não responderam ao questionário: 35% do total de deputados

É a favor de classificar como crime de terrorismo a invasão de propriedades?
Não: 33% do total de deputados
Sim: 29% do total de deputados
Não quiseram responder a essa pergunta: 2% do total de deputados
Não responderam ao questionário: 35% do total de deputados

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É a favor de manter a Lei de Cotas?
Sim: 38% do total de deputados
Quer ampliar: 10% do total de deputados
Quer restringir: 16% do total de deputados
Não quiseram responder a essa pergunta: 1% do total de deputados
Não responderam ao questionário: 35% do total de deputados

É a favor que o governo intervenha na Petrobras para baixar o preço dos combustíveis?
Sim: 32% do total de deputados
Não: 30% do total de deputados
Não quiseram responder a essa pergunta: 2% do total de deputados
Não responderam ao questionário: 35% do total de deputados

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É a favor da regulamentação dos jogos de azar?
Sim: 38% do total de deputados
Não: 24% do total de deputados
Não quiseram responder a essa pergunta: 3% do total de deputados
Não responderam ao questionário: 35% do total de deputados

Se considera de direita, de centro ou de esquerda?
Esquerda: 20% do total de deputados
Centro: 25% do total de deputados
Direita: 18% do total de deputados
Não quiseram responder a essa pergunta: 1% do total de deputados
Não responderam ao questionário: 35% do total de deputados

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As religiões dos deputados
Os times de futebol dos deputados

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A lista completa dos times de futebol dos deputados
Falta de transparência
Ao todo, 181 deputados não responderam às perguntas, mesmo com o levantamento feito de forma anonimizada — com a condição de não identificar quem deu cada resposta. Entre os motivos apresentados pelos parlamentares estão: “prefere preservar suas opiniões em relação a questões polêmicas”, “precisa de um parecer técnico para se posicionar”, “não confia na imprensa”, “não responde pesquisa”, entre outros.
* Participaram do levantamento: Álvaro Guaresqui; Anaísa Catucci; André Teixeira; Arthur Menicucci; Beatriz Borges; Bruna Miato; Bruno Marinho; Caroline Oliveira; Cau Rodrigues; Clara Velasco; Cláudia Loureiro; Fabrício Santana; Felipe Grandin; Fernanda Berlinck; Fernando Zuba; Filipe Matoso; Gabriela Clemente; Gioras Xerez; Gustavo Chagas; Gustavo Morais; Iolanda Paz; Jhonathan Oliveira; John Pacheco; José Câmara; Juliene Moretti; Laura Moura; Léo Nicolini; Luiz Felipe Barbiéri ; Mariana Garcia; Marina Pinhoni ; Matheus Arruda; Moreno Capellanes; Pâmela Ramos; Patrícia Cunha ; Pedro Alves Neto; Rafaelle Fróes; Rede Mirante; Suellen Fernandes; Taymã Carneiro; Tiago Aguiar; Victor Cinzento; Victor Farias; Vitor Matos e Vinícius Cassela.

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Política

Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda

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A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.

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Política

Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja

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Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).

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Política

Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado

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Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP

O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).

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