Connect with us

Economia

Protesto de dívidas: saiba como e por que limpar seu nome nos cartórios de SP

Published

on

Mais de 1,2 milhão de pessoas físicas e jurídicas quitaram débitos nos últimos 5 anos na capital paulista, mas seguem com o nome “sujo” nos Cartórios de Protesto. Site da Central de Protesto do Estado de São Paulo
Reprodução
A capital paulista tem mais de 1,2 milhão de pessoas (físicas e jurídicas) que quitaram dívidas nos últimos cinco anos e seguem com o nome “sujo” nos Cartórios de Protesto de São Paulo, segundo o Instituto de Estudos de Protesto de Títulos do Brasil (IEPTB-SP).
Isso porque, após o pagamento dos débitos que tinham com os poderes públicos (União, Estado e Município) ou com empresas, elas não fizeram o cancelamento do protesto, procedimento que pode ser realizado pela internet, mediante o pagamento de uma taxa. (Saiba mais abaixo).
A especialista Rochelle Ricci, do escritório Machado Associados, explica que o protesto é um ato que comprova o descumprimento de uma obrigação de pagamento. O cartório analisa as documentações referentes à dívida e intima o devedor, que tem três dias úteis para quitar o débito, senão fica com “o nome sujo na praça”.
“A partir desse momento, a existência da dívida não paga passa a constar no histórico do devedor junto aos serviços de proteção ao crédito, prejudicando o acesso do devedor a créditos, financiamentos e parcelamentos junto a bancos, comércio e serviços”, detalha a advogada.
Dados do IEPTB-SP apontam que nos últimos cinco anos os órgãos públicos protestaram mais de 4,3 milhões de dívidas na capital, em razão do não pagamento de impostos — como ISS, IPVA, ICMS, IR e Cofins — e multas, por exemplo, que somavam um montante superior a R$ 45 bilhões. Desse total, 972,2 mil débitos foram quitados, o equivalente a R$ 4,9 bilhões.
Já as empresas credenciadas no Instituto protestaram 2,2 milhões de débitos no mesmo período, o que corresponde a R$ 1,4 bilhão. Do total, 1,2 milhão de dívidas foram pagas, um total de R$ 468,7 milhões.
De acordo com o instituto, 33,4% das dívidas protestadas nesses cinco anos foram pagas, mas não tiveram baixa nos Cartórios de Protesto. Cabe às mais de 1,2 milhão de pessoas responsáveis por elas fazer o cancelamento.
Como cancelar um protesto?
O cancelamento pode ser realizado de forma eletrônica, pelo site www.protestosp.com.br. O interessado deve preencher seu CPF ou CNPJ, depois emitir e pagar as taxas necessárias. Elas são referentes às despesas do cartório com a ação de protesto e são de responsabilidade do devedor.
O IEPTB-SP alerta para a importância de sempre dar baixa na dívida em cartório após o pagamento total aos credores, caso contrário, o protesto continuará válido e o nome da pessoa ou da empresa seguirá “sujo” e com restrições.

Continue Reading
Click to comment

Leave a Reply

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Economia

Correção: jogos do Brasil em dias úteis

Published

on

By

O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.

Continue Reading

Economia

Correção: jogos do Brasil em dias úteis

Published

on

By

O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.

Continue Reading

Economia

Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais

Published

on

By

Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia
O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.

Continue Reading

Trending

Copyright © 2022 InfoDourados