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Economia

Tradicional fábrica de pão de queijo, Forno de Minas deve ser incorporada por multinacional

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Operação de compra e venda é pretendida pela McCain, conhecida pela atuação no ramo de batatas congeladas; empresa já tem 49% das ações e Cade analisa intenção de compra dos 51% restantes. Versatilidade é característica importante do pão de queijo
Henrique Martin/g1
Se fosse possível sentir o gosto de ser mineiro, com certeza o sabor seria de pão de queijo. Essa iguaria bem típica de Minas Gerais ganhou o Brasil e o mundo, expandindo a identidade da culinária local para diferentes fronteiras. E voltou aos holofotes após o anúncio da multinacional McCain de aquisição do controle total da fabricante Forno de Minas, nesta quarta-feira (12).
Não importa a hora da fome. É a versatilidade do produto uma de suas principais características. Mas, em Minas Gerais, é claro que o momento do cafezinho forma essa dupla perfeita. Sem contar que o pão de queijo é base para uma série de incrementos. Tem gente que coloca ainda mais queijo ou um requeijão. Mas a iguaria se transforma em sobremesa se o recheio for um creme de avelã ou o mineiríssimo doce de leite.
Desde a década de 1990, a empresa mineira Forno de Minas levou uma receita de família para o país e o mundo. A mistura de queijo com polvilho se consolidou no mercado e chamou a atenção de investidores. Não é a primeira vez que a fabricante foi incorporada por multinacionais.
A primeira vez foi em 1999, por uma empresa norte-americana. Porém, 10 anos mais tarde, o controle voltou para a família que fundou a Forno de Minas. Em 2013, os produtos começaram a ser exportados para os Estados Unidos, Canadá, Portugal e Uruguai.
Cinco anos depois, em 2018, a canadense McCain, conhecida pela atuação no mercado de batatas congeladas, adquiriu 49% das ações da fabricante brasileira. Agora, em 2023, a empresa anunciou a intenção de adquirir os 51% restantes.
O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), do governo federal, informou que o pedido está em análise. O prazo para a confirmação da transação não foi divulgado.
Em contato com a reportagem, a McCain confirmou o interesse pelo controle total da companhia.
“McCain e Forno de Minas reafirmam a continuidade do plano de negócios já em andamento, desenvolvido pela liderança da Forno, bem como o compromisso de manter o alto padrão de qualidade dos produtos e continuar escrevendo essa história de sucesso juntas”, afirmou.
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Correção: jogos do Brasil em dias úteis

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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.

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Correção: jogos do Brasil em dias úteis

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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.

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Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais

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Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia
O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.

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