Economia
Dólar oscila nesta segunda-feira, depois de sequência de quedas
Na sexta-feira, a moeda norte-americana recuou 0,23%, cotada a R$ 4,9151, renovando o menor patamar em 10 meses. Notas de dólar
pasja1000/Creative Commons
s
O dólar opera instável nesta segunda-feira (17), dia relativamente vazio nos mercados internacionais e de visita do chanceler russo ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Às 9h25, a moeda norte-americana subia 0,04%, cotada a R$ 4,9173. Veja mais cotações.
Na sexta-feira, o dólar teve seu quarto dia consecutivo de queda (0,23%), cotado a R$ 4,9151 e renovando o menor patamar em 10 meses. Com o resultado, a moeda fechou a semana com uma perda acumulada de 2,82%. Já no mês e no ano, tem quedas de 3,04% e 6,88%, respectivamente.
Dólar em queda: entenda se é hora de comprar a moeda e as principais perspectivas à frente
LEIA TAMBÉM:
ENTENDA: O que faz o dólar subir ou cair em relação ao real
COMERCIAL X TURISMO: qual a diferença entre a cotação de moedas estrangeiras e por que o turismo é mais caro?
DÓLAR: Qual o melhor momento para comprar a moeda?
DINHEIRO OU CARTÃO? Qual a melhor forma de levar dólares em viagens?
Lula participa de encontro com Xi Jinping
O que está mexendo com os mercados?
Destaque da agenda nacional é o encontro do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com o chanceler russo, Sergei Lavrov. De acordo com o governo brasileiro, a guerra entre Rússia e Ucrânia deve ser um dos temas da visita do ministro russo.
A vinda de Lavrov a Brasília ocorre em meio a um momento em que a postura de Lula na política internacional tem despertado contrariedade nos Estados Unidos. O petista criticou a postura dos americanos, de fornecerem armas para a Ucrânia, e disse que o país precisa parar de incentivar a guerra. Lula também responsabilizou a Ucrânia pelo conflito.
Os Estados Unidos, ao contrário, veem a Rússia como responsável pela guerra e, desde o início, comandaram a imposição de sanções econômicas ao país presidido por Vladimir Putin.
Entre os indicadores, os preços ao produtor ampliaram as perdas em abril e levaram o Índice Geral de Preços-10 (IGP-10) a registrar taxa negativa tanto na comparação mensal quanto no acumulado em 12 meses, informou nesta segunda-feira a Fundação Getulio Vargas (FGV).
Os dados mostraram que o índice geral caiu 0,58% neste mês, depois de subir 0,05% em março. A deflação mensal foi a primeira desde novembro passado (-0,59%). Em 12 meses, a queda é de 1,90%, a primeira taxa negativa desde março de 2018 (-0,02%). Até março deste ano, o índice mostrava alta de 1,12% e, nos 12 meses até abril de 2022, saltava 15,65%.
Na China, o destaque fica com os dados de preços de moradias na China em março, que subiram em março no ritmo mais rápido em 21 meses, e sinais de recuperação dos lucros corporativos alimentando o otimismo antes da divulgação de dados econômicos do primeiro trimestre.
Por lá, mais de 300 empresas listadas na China publicaram ou projetaram resultados para o primeiro trimestre, sendo que 70% delas relataram aumentos de lucro na comparaç1ão anual, informou o Securities News oficial.
Já na Europa, as bolsas subiram nesta segunda-feira, com os investidores mais tranquilos depois da divulgação de bons resultados de bancos americanos.
Na semana passada, o Citigroup Inc., JPMorgan Chase & Co e Wells Fargo & Co superaram as expectativas e diminuíram os receios de stress no sistema bancário. Nesta semana, investidores vão observar de perto os números de Goldman Sachs, Morgan Stanley e Bank of America.
Porém, a presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde, afirmou, neste domingo (16), que a crise bancária recente não deveria resultar em uma redução das taxas de juros pela instituição.
“Não temos que reduzir (os juros). Porque realmente temos que medir o que vai sair destes acontecimentos financeiros recentes”, disse Lagarde durante coletiva de imprensa com o canal de notícias CNN.
A diretora do BCE considera fundamental observar em que medida os bancos endurecem ou não as condições creditícias. “Qual impacto terão? Como os bancos vão reagir? Como vão avaliar o risco” e de que forma vão continuar emprestando dinheiro a empresas e famílias, acrescentou a diretora do BCE.
“Se não emprestarem demais e gerenciarem seu risco, poderia diminuir nosso trabalho para reduzir a inflação (…) Mas se ajustarem demais o crédito, o crescimento vai pesar demais”, explicou. Lagarde esteve em Washington para as reuniões da primavera (no hemisfério norte) do FMI e do Banco Mundial, que terminam neste domingo.
Já nos EUA, a secretária do Tesouro, Janet Yellen, disse que é provável que os bancos do país se tornem mais cautelosos e passem a restringir ainda mais o crédito após as recentes quebras de bancos, possivelmente afastando a necessidade de mais aumentos das taxas de juros pelo Federal Reserve.
“É provável que os bancos se tornem um pouco mais cautelosos neste ambiente”, disse Yellen na entrevista que irá ao ar no domingo. “Já vimos algum aperto nos padrões de empréstimo no sistema bancário antes desse episódio, e pode haver mais alguns por vir.”
Ela disse que isso levaria a uma restrição no crédito na economia que “poderia ser um substituto para mais aumentos de taxas de juros que o Fed precisa fazer”. No entanto, Yellen disse que ainda não está vendo nada “suficientemente dramático ou significativo” nessa área para alterar sua perspectiva econômica.
“Então, acho que a perspectiva continua sendo de um crescimento moderado e um mercado de trabalho forte contínuo, com a inflação caindo”, disse ela.
Initial plugin text
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia
O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
-
Mato Grosso do Sul4 anos agoEXPOGRANDE SEM SHOWS DE ARTISTAS REGIONAIS. VOCÊ CONCORDA?
-
Política4 anos ago
Mercado financeiro eleva estimativa de crescimento do PIB de 2023 para 0,85%
-
Ciência e Saúde4 anos ago
Sono irregular aumenta o risco de aterosclerose e doença cardiovascular
-
Ciência e Saúde4 anos ago
A melhor hora para criar músculos é agora!
-
Economia4 anos ago
Reforma tributária: Fazenda defende ‘mínimo possível de exceções’ ao novo imposto sobre consumo
-
Economia4 anos ago
Ibovespa opera em queda, com plano de crescimento da China e âncora fiscal em foco
-
Economia4 anos ago
Centro-oeste de SP inicia semana com quase 500 vagas de emprego; veja como se candidatar
-
Política4 anos agoJoias para Michelle: fatos revelam ‘procedimento padronizado e conduta exemplar’ de auditor, diz Sindifisco


