Política
Mesmo condenada na Justiça, Petrobras manteve chefes acusados por funcionários de assédio moral
Trabalhadores afirmam que pressão psicológica se tornou “ferramenta de gestão na empresa”; Petrobras criou grupo de trabalho para incentivar denúncias. Edifício-sede da Petrobras, no centro do Rio
Marcos Serra Lima/g1
Mesmo condenada na Justiça do Trabalho por assédio moral, a Petrobras manteve em seus quadros os gestores acusados pelos funcionários por abusos e violência psicológica nos processos. A empresa também é alvo de críticas por negligenciar denúncias feitas à ouvidoria, cobrando das vítimas provas e indicação de testemunhas para dar seguimento nas investigações, tanto em casos de assédio moral quanto de abusos sexuais.
Após denúncias de assédio sexual, a Petrobras criou um grupo de trabalho para incentivar mulheres que fizeram relatos de abusos a formalizar as denúncias, além de promover um raio-X em casos já denunciados por funcionárias na ouvidoria nos quatro últimos anos. A prioridade é rever processos e implantar melhorias nos procedimentos de prevenção, recebimento das denúncias e apuração de casos de assédio.
Em um dos casos, a empresa só demitiu um petroleiro acusado de ter cometido abuso sexual contra três mulheres Centro de Pesquisas (Cenpes) na Ilha do Fundão, Zona Norte do Rio, depois de uma denúncia do Ministério Público do Rio (MP-RJ). Uma investigação interna foi aberta pela ouvidoria da empresa depois de denúncias das vítimas, mas foi arquivada, sem punição, sob a alegação de falta de provas, apurou a GloboNews.
Condenações por assédio moral
A GloboNews teve acesso a três das ações em que a empresa já foi condenada pela Justiça do Trabalho pela prática de assédio moral. A Petrobras aparece como única ré nos processos, mas os chefes acusados de cometerem os assédios são citados nominalmente nos depoimentos e em documentos apresentados pelas vítimas, o que permitiria a identificação para possíveis punições por parte da empresa.
LEIA TAMBÉM:
Petrobras faz reunião com gerentes executivos após mulheres relatarem assédio; presidente diz que vai fortalecer medidas de combate
Petrobras anuncia criação de grupo de trabalho para combater casos de assédio sexual
Em grupo de WhatsApp, funcionárias da Petrobras relatam assédio de chefes e abusos sexuais: ‘a gente botava cadeira na porta à noite porque era proibido trancar’
Em nota, a Petrobras afirmou que “não tolera qualquer tipo de assédio e está comprometida com um ambiente de trabalho saudável e digno para todos seus colaboradores”, mas que “por envolverem ações judiciais, a companhia só se manifesta nos autos do processo” (leia a íntegra abaixo).
O assédio moral se configura pelas reiteradas ações do empregador, normalmente, os superiores hierárquicos, que passam a atacar a honra e autoestima do funcionário para conseguir o seu objetivo, como afastá-lo de suas funções.
Em uma das ações, um engenheiro de equipamentos que está há 15 anos na empresa relatou ter sido assediado por seus superiores hierárquicos após se recusar a assinar um aditivo de contrato no qual ele era fiscal por suspeita de irregularidades.
Depois disso, o engenheiro conta que foi transferido cinco vezes no período de um ano, além de ser deixado sem trabalho e sem receber atividades para desempenhar, ficando isolado dos colegas por ordem expressa de sua gerência, o que resultou no adoecimento e afastamento por depressão por quase seis meses.
Antes de acionar a Justiça, o funcionário procurou por diversas vezes a gerência e canais de denúncia internos da Petrobras, como a ouvidoria. Mesmo assim, não teve respaldo nem viu resultados quanto às investigações. Segundo ele, uma das pessoas da ouvidoria chegou a dizer que o comportamento dele “incomodava”.
“No primeiro atendimento que eu faço [na ouvidoria], [o áudio mostra um dos ouvidores] dizendo basicamente o seguinte: Olha, entenda bem o que eu vou te dizer. Isso ficou marcado. Entenda bem o que eu vou te dizer, se tá certo, se tá errado, se tá torto, se tá direito, isso aí é outra coisa. Na hora que der algum problema, alguém vai pagar por isso. Mas entenda bem o que eu vou dizer para você. Trabalhar do jeito que você trabalha para eles, que é um jeito de questionar, de tentar entender o trabalho, está atrapalhando e eles vão te tirar. Então busca aceitar suas transferências e não ficar questionando tanto o próximo setor que você for. Meses depois estoura nas denúncias mais globais de corrupção envolvendo diretores e gerência executiva da empresa”, relatou.
O engenheiro gravou essa conversa e encaminhou para sua gerência direta. Diante disso, foi montada uma comissão para analisar o caso, que confirmou o abuso por parte dos gestores, mas considerou que a postura da chefia não teve intenção de punir o trabalhador.
“Com base nos documentos analisados, nas entrevistas e nos áudios, a Comissão concluiu que: foram evidenciados fatos que levaram à caracterização de violência psicológica, muito embora sem intenção punitiva, quanto ao período de inatividade do engenheiro Igor Mendes”, consta nas conclusões da comissão.
O documento diz ainda que não ficou comprovado que o engenheiro foi ameaçado após se recusar a assinar o aditivo de contrato – apontado como irregular pelo fiscal – e que “efeitos do conturbado contexto de reestruturação organizacional na companhia poderiam ter sido mitigados por ações eficazes de gestão”.
Funcionárias da Petrobras relatam assédio e abusos sexuais: ‘era proibido trancar a porta’
Sem respostas internas, o funcionário recorreu ao Judiciário, que reconheceu os abusos cometidos contra o funcionário. Segundo a decisão, foi confirmado o assédio moral por “práticas abusivas reiteradas” por parte da Petrobras e definido o pagamento de R$ 10 mil em indenização. A empresa recorreu em todas as instâncias, mas perdeu a causa que já teve o trânsito em julgado, ou seja, sem mais chances de recurso. O acórdão foi publicado em 2016.
Apesar da condenação, dois superiores direto que praticaram o assédio não foram punidos. Um gerente de setor se aposentou como concursado da empresa e o outro gerente continua trabalhando na companhia. Para o funcionário que conseguiu a punição na Justiça, a cultura da empresa precisa mudar para que condenações como a que ele obteve de fato surtam efeitos na gestão de pessoas e evitem outros assédios.
“Todas as pessoas que fizeram, contribuíram direta ou indiretamente para o estado de violência, as sucessivas violências que eu passei dentro da Petrobras…. Não aconteceu absolutamente nada com elas. Talvez nem saibam do resultado da ação, porque a Petrobras não faz o regresso contra essas pessoas. Se você hoje dentro da empresa leva para casa um sachê de café, a gente já teve uma situação dessa, você é demitido por justa causa. Se você quebra alguma coisa, tem que pagar. No entanto, para as pessoas que quebram outros seres humanos, que é o mecanismo de assédio, que violentam outros seres humanos, não acontece absolutamente nada e se institucionaliza uma política de violência no trabalho, que é a política que está institucionalizada na Petrobras”, afirmou o engenheiro de equipamentos Igor Mendes.
Em outro processo contra a Petrobras, um técnico de operações da Refinaria Henrique Lage (Revap), em São José dos Campos (SP), no Vale do Paraíba, também ganhou em primeira instância uma causa em que a Justiça do Trabalho acatou a denúncia de assédio moral contra o funcionário.
Na ação, ele afirma ter sido retaliado e ameaçado, em 2021, por quatro chefes – sendo um gerente, um supervisor e dois coordenadores – em uma sala fechada após relatar problemas operacionais na refinaria. Os superiores, segundo o técnico, fizeram cobranças sobre a sua postura e o ameaçaram com a possibilidade de transferência de setor e/ou mudança de turnos.
Ele teve diversas crises de pânico – e mesmo com atestado médico de um psiquiatra – teve os dias de salário descontados porque a empresa não aceitou o afastamento por questões de saúde mental.
Depois de analisar os depoimentos das partes e os documentos apresentados, a Justiça do Trabalho entendeu que houve perseguição ao funcionário. “O comportamento empresarial suplanta os limites da normalidade, impondo um cenário de perseguição, inclusive com surgimento de doença psíquica no trabalhador, o que revela ofensa à honra e moral do empregado, e ainda prejudicando a sua saúde psicológica. Resta, pois, configurado o assédio moral, em razão da ofensa à boa-fé objetiva”, diz a decisão do começo de março deste ano.
Pela apuração da GloboNews, os quatro superiores do funcionário que praticaram o assédio reconhecido pelo Judiciário – sendo um gerente, um supervisor e dois coordenadores – foram mantidos nas funções, mesmo com a condenação. Um deles é integrante da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes e Assédio (CIPA) da companhia. Na semana passada, a Petrobras recorreu da decisão.
“Hoje eu tenho uma ação ganha em primeira instância, aí a empresa, em vez de investigar, o que ela faz? Recorre da ação para dizer que nada aconteceu. É uma situação de impotência, mais uma vez eu me sinto numa situação, estou em uma situação de impotência sobre o fato que já é tão público, o sindicato publicizou esse fato e nada acontece. Se tornou em um assédio de toda a estrutura da empresa. Isso daí, se eu não tivesse um respaldo médico, se eu não tivesse um respaldo do sindicato, que acompanhou todo o meu caso, talvez a minha saúde estivesse em total declínio”, disse o técnico de operação em refinaria, Luis Alberto Gomes Sendretto, que processou a empresa.
Ele trabalha na Petrobras há quase 20 anos e afirma que desde a implantação do Programa de Prêmio por Desempenho, em 2019, os casos de assédio moral se intensificaram.
“A gente sabe também, a gente começa a enxergar que isso é uma questão estrutural da Petrobras. A Petrobras usa do assédio para se fazer gestão. Então, nesse sentido, isso que aconteceu só faz com que eu lute mais para que essas situações desagradáveis se desconstruam”, completou o funcionário.
Leia a nota da Petrobras na íntegra:
“A Petrobras reitera que não tolera qualquer tipo de assédio e está comprometida com um ambiente de trabalho saudável e digno para todos seus colaboradores.
Em relação aos dois casos citados, cabe informar que ocorreram em 2012 e 2021, respectivamente, e por envolverem ações judiciais, a companhia só se manifesta nos autos do processo.
Conforme divulgado no fim de março, a nova diretoria executiva da Petrobras aprovou propostas, a serem consideradas no Planejamento Estratégico, cuja prioridade é a atenção total às pessoas. Em linha com esta diretriz, a nova gestão da companhia está empenhada em rever processos e implantar melhorias nos procedimentos de prevenção, recebimento das denúncias e apuração de casos de assédio.
A Petrobras vem buscando estimular que os colaboradores que tenham vivenciado ou estejam vivenciando situações de assédio registrem seus relatos no Canal Denúncia. Por meio desses registros, a companhia pode tomar as medidas cabíveis para apuração e aplicação de sanções. A Petrobras reforça seu compromisso com a proteção às vítimas e enfatiza que a privacidade e o acolhimento aos denunciantes serão garantidos.”
Política
Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda
A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.
Política
Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja
Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).
Política
Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado
Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP
O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).
-
Mato Grosso do Sul4 anos agoEXPOGRANDE SEM SHOWS DE ARTISTAS REGIONAIS. VOCÊ CONCORDA?
-
Política4 anos ago
Mercado financeiro eleva estimativa de crescimento do PIB de 2023 para 0,85%
-
Ciência e Saúde4 anos ago
Sono irregular aumenta o risco de aterosclerose e doença cardiovascular
-
Ciência e Saúde4 anos ago
A melhor hora para criar músculos é agora!
-
Economia4 anos ago
Reforma tributária: Fazenda defende ‘mínimo possível de exceções’ ao novo imposto sobre consumo
-
Economia4 anos ago
Ibovespa opera em queda, com plano de crescimento da China e âncora fiscal em foco
-
Economia4 anos ago
Centro-oeste de SP inicia semana com quase 500 vagas de emprego; veja como se candidatar
-
Política4 anos agoJoias para Michelle: fatos revelam ‘procedimento padronizado e conduta exemplar’ de auditor, diz Sindifisco


