Política
Grupo de trabalho na Câmara conclui votação de projeto que criminaliza fake news
Entre as mudanças, projeto torna crime disseminação em massa de notícias falsas e limita encaminhamento de conteúdo a vários destinatários. Texto deve ir ao plenário. O grupo de trabalho da Câmara dos Deputados que discute o projeto de lei das fake news concluiu nesta terça-feira (7) a votação do parecer do deputado Orlando Silva (PCdoB-SP). O colegiado já havia aprovado o texto-base da proposta na semana passada, mas a votação dos destaques (sugestões pontuais de alteração) não havia sido concluída.
Entre outros pontos, o texto aprovado:
criminaliza a disseminação em massa de ‘fake news’ por contas-robô ou recursos não oferecidos pelo provedor original;
determina que os aplicativos de mensagens limitem o encaminhamento de conteúdo a vários destinatários;
proíbe o funcionamento de contas-robô não identificadas;
cria regras específicas a provedores e prevê multa em caso de descumprimento, como multa, suspensão ou até proibição das atividades;
prevê remuneração pelo conteúdo jornalístico utilizado por provedores.
Segundo o relator da matéria, deputado Orlando Silva (PCdo-B), a proposta dará maior “transparência e responsabilidade” aos provedores de redes sociais, às ferramentas de busca e aos aplicativos de mensagem instantânea.
O parlamentar também defendeu que o texto é essencial para ajudar no combate das chamadas “fake news”.
“A proposta que aqui analisamos é essencial para delimitar, de maneira precisa e efetiva, regras e princípios fundamentais para o tratamento das notícias falsas e da desinformação no âmbito da rede mundial de computadores no Brasil, resguardando os direitos fundamentais constitucionais e contribuindo para que a interação social no ambiente virtual seja mais civilizada e serena”, escreveu Orlando Silva em seu parecer.
Após essa etapa, o texto pode ser levado diretamente ao plenário da Câmara, se aprovada urgência para a matéria. A expectativa é que, uma vez concluído o texto, Silva se reúna com o presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), para definir uma data de votação.
Se aprovado da forma como saiu do grupo de trabalho, o projeto ainda precisará retornar para análise dos senadores, uma vez que foi modificado.
O projeto
O projeto de lei das fake news foi aprovado em junho de 2020 pelo Senado e, desde então, aguarda análise da Câmara.
O texto institui a Lei Brasileira de Liberdade, Responsabilidade e Transparência na Internet e estabelece normas para provedores de redes sociais, ferramentas de busca e de serviços de mensagem instantânea.
Se aprovada, a lei passará a incidir sobre provedores de redes sociais, ferramentas de busca e de mensagem instantânea que ofertem serviços ao público brasileiro e tenha mais de 10 milhões de usuários registrados no país.
A lei não se aplica a enciclopédias online sem fins lucrativos, repositórios científicos e educativos, plataformas de desenvolvimento e compartilhamento de software de código aberto, e às plataformas fechadas de reuniões virtuais por vídeo ou voz.
Regras aos provedores
O relatório também determina uma série de medidas aos provedores, definidos no texto como “aplicações de internet de redes sociais, ferramentas de busca e de mensageria instantânea”.
São as seguintes:
– proibir o funcionamento de contas automatizadas (também conhecidas como “conta robô”) não identificadas ao usuário ou à plataforma como conta automatizada;
– identificar todos os conteúdos impulsionados e publicitários cuja distribuição tenha sido realizada mediante pagamento ao provedor de redes sociais, bem como os conteúdos referentes às contas automatizadas;
– conferir acesso não discriminatório a usuários e autoridades.
O texto prevê ainda que os provedores devem adotar medidas que viabilizem a identificação de contas que apresentem “movimentação incompatível com a capacidade humana”, de modo a informá-las em seus termos de uso ou em outros documentos disponíveis aos usuários.
O parecer também amplia para um ano o período máximo em que os provedores devem manter os registros de acesso aos aplicativos – inclusive as informações que identifiquem o usuário de um endereço IP. Esses dados devem ser guardados sob sigilo, em ambiente controlado e de segurança. A legislação atual fala em seis meses.
Provedores que não cumprirem as obrigações da lei podem ser punidos pela Justiça, de acordo com a gravidade, eventual reincidência e capacidade econômica, com:
– advertência, com indicação de prazo para adoção de medidas corretivas
– multa de até 10% (dez por cento) do faturamento do grupo econômico no Brasil no seu último exercício;
– suspensão temporária das atividades; ou
– proibição de exercício das atividades.
Pelo texto, apenas órgãos colegiados de Justiça podem decidir pela suspensão ou proibição das atividades.
Investigação
O texto prevê que a Justiça possa determinar aos provedores de serviços de mensagem instantânea a preservação e disponibilização dos registros de usuários por um prazo de 15 dias, em caso de investigação criminal e em instrução processual penal.
O prazo pode ser renovado por igual período até no máximo 60 dias, desde que “comprovada a indispensabilidade do meio de prova.”
Segundo a proposta, os registros correspondem a mensagens enviadas e recebida, bem como chamadas de áudio, e devem incluir data e hora da ocorrência, sendo vedada a associação desses registros ao conteúdo das comunicações.
Ainda pelo texto, a autoridade policial ou o Ministério Público podem pedir cautelarmente aos provedores a preservação desses dados. Neste caso, devem ingressar com pedido de autorização judicial de acesso em até 30 dias.
Se a justiça indeferir o pedido de disponibilização dos dados neste caso, o provedor de serviço de mensagens deve eliminar o conteúdo em até 10 dias da notificação pela autoridade competente.
O projeto prevê, ainda, que a autoridade judicial requisite informações adicionais relacionadas a um usuário específico, dentro do prazo de 60 dias, como denúncias de outros usuários, suspensão ou banimento de conta.
Outros pontos da proposta:
– Representantes no Brasil: Os provedores devem ter representantes legais no Brasil e esta informação deve ser “facilmente acessível” em seus sites na internet, além de disponibilizar às autoridades administrativas que detenham competência legal para sua requisição informações cadastrais referentes aos usuários.
– Relatórios de transparência: O projeto exige que, a cada seis meses, provedores e sites de busca produzam relatórios de transparência e os disponibilizem em seus sites. Entre as informações, devem constar, por exemplo: número de usuários no Brasil; número de medidas aplicadas contra contas e conteúdos por cumprimento de regras próprias dos provedores ou por ordem judicial (no caso de sites de busca, são números de remoção de conteúdo); dados sobre o alcance de conteúdos identificados como irregulares; critérios para aferição do alcance de conteúdo impulsionado e de publicidade; e outros.
– Autorregulação: Os provedores devem criar uma instituição de autorregulação “voltada à transparência e à responsabilidade no uso da internet”. Entre suas atribuições, estão: criar plataforma para recebimento de denúncias sobre conteúdo e desenvolver boas práticas para a suspensão das contas inautênticas.
– Remuneração ao jornalismo: O texto prevê a remuneração aos conteúdos jornalísticos utilizados pelos provedores, se não houver compartilhamento do endereço próprio do conteúdo e que não siga as limitações aos direitos autorais. Não há, na redação da matéria, regras sobre como será a remuneração, nem valores.
– Contas do poder público: são consideradas “de interesse público” as contas utilizadas por entidades e órgãos da administração pública e também por agentes políticos – como presidente da República, governadores, deputados, senadores, ministros de estado. Nesses casos, as contas ficam sujeitas aos princípios que regem a Administração Pública e, por isso, os donos desses perfis não podem bloquear usuários do acesso a seus conteúdos.
– Gastos eleitorais: O projeto inclui um dispositivo na Lei das Eleições um dispositivo para prever que “despesas relacionadas à contratação de serviço de tratamento de dados” também são consideradas gastos eleitorais, sujeitos a registro e aos limites estabelecidos. Essas informações devem estar na prestação de contas dos candidatos, partidos e coligações.
– Lista de transmissão: As listas de transmissão só podem ser encaminhadas e recebidas por pessoas identificadas nas listas de contatos de remetentes e destinatários. Além disso, os provedores devem criar mecanismo que preveja “consentimento prévio” do usuário para ser incluído em grupos de mensagens ou listas de transmissão.
– Contas comerciais: Pelo texto, os provedores de mensagens devem exigir uma declaração de seus usuários de que contas comerciais não sejam usadas para propagandas eleitoral ou partidária, “nem para distribuir qualquer conteúdo que não esteja diretamente relacionado com a sua finalidade comercial”. Se o provedor identificar ou receber denúncia desse tipo, a conta deve ser bloqueada.
– Discursos violentos: O texto proíbe a Administração Pública contratar, com recursos públicos, publicidade em sites e contas em redes sociais que promovam discursos violentos que induzam a crimes contra o Estado democrático de direito e a discriminação e incitação de violência contra pessoa ou grupo (por raça, cor, etnia, sexo, convicções religiosas, etc);
– Remuneração de publicidade: O projeto ainda impede que detentores de cargo eletivo, membros do Ministério Público, das Forças Armadas e das polícias militares recebam remuneração advinda de publicidade em suas contas na internet, durante o exercício de seus cargos;
– Transparência na publicidade: Órgãos da administração pública que contratarem serviços de publicidade e propaganda ou impulsionamento de conteúdo pela internet também devem disponibilizar informações, como valor do contrato, dados da empresa contratada e critérios de definição do público-alvo;
– Imunidade parlamentar: A pedido de deputados bolsonaristas, o projeto inclui um dispositivo que diz que “a imunidade parlamentar material se estende às plataformas mantidas pelos provedores de aplicação de redes sociais”. Outra mudança, também acolhida por sugestão de um deputado aliado de Bolsonaro, deixa explícito que “a liberdade de expressão é direito fundamental dos usuários dos provedores”.
Política
Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda
A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.
Política
Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja
Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).
Política
Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado
Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP
O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).
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