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Política

Veja 5 vezes em que o União Brasil foi contra o governo Lula na Câmara

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Maioria dos deputados foi contra o Planalto em votações importantes, como no PL das Fake News e em mudança no arcabouço fiscal. Sigla tem três ministérios e 59 parlamentares. Antes mesmo de o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciar oficialmente os ministros que fariam parte de seu governo, em dezembro, o líder do União Brasil na Câmara, Elmar Nascimento (BA), já indicava que a sigla não seria base fiel do presidente na Casa.
Passados quase sete meses, a independência do União Brasil tem se confirmado com o resultado em votações contrárias ao governo.
As rusgas do partido, que tem 59 deputados na Câmara, com o governo começaram ainda nas articulações para formar os ministérios de Lula.
No início, o próprio líder da sigla, Elmar Nascimento — um dos aliados mais próximos do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL) —, chegou a ser sondado para chefiar uma pasta na futura Esplanada de Lula.
A ideia, no entanto, foi vetada pela ala petista da Bahia, já que o deputado é adversário histórico da sigla no estado.
Pouco depois, Lula anunciou três ministros para a cota do União Brasil: Waldez Góes (Integração e Desenvolvimento Regional), Juscelino Filho (Comunicações) e Daniela Carneiro (Turismo).
Os ministros do União Brasil Waldez Góes (Desenvolvimento Regional), Juscelino Filho (Comunicações) e Daniela Carneiro (Turismo).
FÁTIMA MEIRA/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO; ROBERTO CASIMIRO/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO; FÁTIMA MEIRA/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO
As escolhas, no entanto, não tiveram boa recepção na Câmara. Para a bancada do partido na Casa, duas dessas pastas não deveriam ser consideradas como parte da cota da sigla:
▶️ o Ministério do Turismo, chefiado pela deputada Daniela Carneiro (União-RJ). A ministra é vista como “cota pessoal” de Lula, já que seu marido, o prefeito de Belford Roxo (RJ), Waguinho Carneiro, foi fundamental na campanha do presidente no estado. Além disso, Daniela já pediu ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a desfiliação do partido;
▶️ e o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional, comandado por Waldez Góes, licenciado do PDT. Ex-governador do Amapá, o ministro é indicação do senador Davi Alcolumbre (União-AP) e não é filiado ao partido.
O outro membro do partido na Esplanada, o ministro das Comunicações, o deputado licenciado Juscelino Filho (União-MA), foi mantido no cargo mesmo diante de acusações de uso indevido de recursos públicos. Isso, no entanto, não foi suficiente para garantir os votos do União ao governo.
Em uma tentativa de fidelizar os apoios na Câmara, governistas já defendem uma reforma ministerial. Mas o desgaste na formação das pastas se junta a outras insatisfações do União Brasil com o governo, como a demora na liberação de emendas e falta de diálogo com ministros do Planalto.
Veja abaixo cinco vezes em que deputados do União Brasil se posicionaram de forma contrária ao governo Lula:
PL das Fake News
Derrubada do decreto do saneamento
Marco temporal
Mudança no arcabouço fiscal
CPI do MST
PL das Fake News
Câmara aprova urgência para votação do PL das Fake News
Defendida pelo governo, a urgência (requerimento para acelarar votação) para o projeto de combate às fake news’ foi aprovada em abril com apenas 19 votos favoráveis do União Brasil.
A maioria dos deputados (28) da sigla, porém, votou contra. Outros 12 sequer votaram.
Em linhas gerais, o texto responsabilizava as plataformas digitais por negligência no combate à desinformação e punia a divulgação de conteúdos falsos por meio de contas automatizadas.
Como ainda não há apoio suficiente para a votação do mérito, o texto ainda não foi analisado — somente o requerimento de urgência.
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Derrubada do decreto do saneamento
Câmara derruba mudanças no marco legal do Saneamento
O União Brasil não deu nenhum voto a favor do governo Lula na análise do projeto que derrubou trechos de dois decretos do presidente que atualizavam o marco legal do saneamento básico.
Na votação, 48 deputados votaram a favor da derrubada e 11 não votaram.
Os decretos de Lula alteram regras de uma lei sancionada em 2020 pelo então presidente Jair Bolsonaro (PL).
As mudanças, a partir de uma “canetada” do Executivo, alterando uma legislação tão recente, incomodaram parlamentares de vários partidos.
Na ocasião, o líder do governo na Câmara, José Guimarães (PT-CE) chegou a dizer que o resultado levaria o governo a “refletir sobre as relações aqui dentro [da Câmara]”.
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Marco temporal
Câmara aprova projeto de lei do Marco Temporal, criticado por indigenistas
A bancada do União Brasil na Câmara deu ampla maioria de votos a favor do texto que limita a demarcação de terras e fragiliza uma série de direitos dos indígenas, aprovado na última semana na Casa. O resultado contraria orientação do governo Lula.
Dos 50 votantes do partido, 48 foram pela aprovação do texto (81,4%). Dois foram contrários ao projeto. Nove deputados não votaram.
O relator do texto na Câmara, inclusive, foi um parlamentar do partido. O deputado Arthur Maia (União-BA), ligado à bancada ruralista na Casa, defendeu a proposta e disse que o projeto trará “segurança jurídica” para a demarcação de terras indígenas. O texto agora será analisado no Senado.
Além de instituir um marco temporal como filtro para viabilizar a demarcação de terras indígenas, o texto flexibiliza o uso exclusivo de terras pelas comunidades e permite à União retomar áreas reservadas em caso de alterações de traços culturais da comunidade.
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Mudança no arcabouço fiscal
Câmara aprova texto-base do arcabouço fiscal
Após ter votado de forma ampla a favor do texto-base do arcabouço fiscal, proposta elaborada pelo governo para substituir o teto de gastos, quase todos os deputados do União Brasil votaram pela aprovação de um destaque (sugestão de alteração no texto principal), de autoria do PL, que retiraria R$ 26 bilhões do Executivo em 2024.
Em linhas gerais, o trecho abre uma brecha no arcabouço e permite ao governo ampliar as despesas em 2024, por meio de crédito suplementar.
Caso o aumento de receitas não se confirme no fim do próximo ano, a diferença terá que ser reduzida de 2025.
Na ocasião, 54 deputados do União foram a favor do destaque do PL, inclusive o líder, Elmar Nascimento (BA).
O único deputado que votou a favor do governo — portanto, contra o destaque — foi o presidente da sigla, Luciano Bivar (PE). Quatro não votaram. Reservadamente, um deputado do partido disse que a votação era um “recado” ao governo.
O deputado Celso Sabino (União-PA), que inclusive é ventilado para ocupar um ministério em uma eventual reforma, defendeu a aprovação do destaque e disse, na tribuna do plenário da Câmara, que não era possível passar para o mercado e para a sociedade “a mensagem de que aprovamos uma regra fiscal, mas já no primeiro ano ela não vai funcionar”.
A título de comparação, partidos que não integram a base aliada a Lula e não têm ministérios foram mais fiéis ao governo nessa votação:
PP: 35 deputados votaram a favor do governo e nove contrários;
e Republicanos: 37 a favor do governo e quatro votos contra.
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CPI do MST
Câmara instala CPI do MST e da manipulação das partidas de futebol
A CPI que investiga a atuação do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), planejada pela oposição com objetivo de desgastar o governo, contou com o apoio de 28 deputados do partido. Para ser criada, uma CPI precisa da assinatura de 171 parlamentares.
A mesa diretora da comissão também é integrada por um parlamentar do partido. O deputado Kim Kataguiri (DEM-SP) é o primeiro vice-presidente e foi um dos articuladores na coleta de assinaturas para abrir a comissão de inquérito contra o MST.
Kim foi autor de um pedido para criar a CPI sobre o movimento, mas o requerimento dele acabou preterido em favor do pedido do deputado Tenente Coronel Zucco (Republicanos-RS), eleito presidente da CPI.
Três parlamentares do partido integram o colegiado na condição de titulares:
Kim Kataguiri (SP);
Nicoletti (RR);
e Alfredo Gaspar (AL).
Outros três são suplentes:
Coronel Assis (MT);
Coronel Ulysses (AC);
e Rafael Simões (MG).
Todos estão alinhados à bancada ruralista e assinaram o documento favorável à criação da comissão parlamentar de inquérito.
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Política

Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda

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A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.

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Política

Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja

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Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).

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Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado

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Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP

O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).

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