Economia
CEO da CNN, Chris Licht, deixa cargo
Ele deixa o posto após o canal de televisão norte-americano registrar uma baixa de 61% na audiência no final do primeiro trimestre e uma forte queda na receita da empresa, que culminou na demissão de vários funcionários e o fechamento do serviço de streaming CNN +. O CEO e presidente da CNN, Chris Licht, deixou o cargo nesta quarta-feira (7) após o canal de televisão norte-americano registrar uma baixa de 61% na audiência no final do primeiro trimestre e uma queda na receita da empresa, que culminou na demissão de vários funcionários e o fechamento do serviço de streaming CNN +.
Segundo o canal de televisão, Licht estava no posto havia um ano e deixou o cargo após sua capacidade de liderar a equipe da CNN ser questionada. De acordo com o jornal The New York Times, o balanço financeiro do canal em 2022 foi de US$ 750 milhões, 33% menor que o arrecadado em 2021 (US$ 1,25 bilhão).
A imagem de Licht também foi deteriorada depois que o jornal The Atlantic publicou na semana passada um perfil sobre ele criticando suas decisões quanto a cobertura na pandemia e a escolha por transmitir uma sabatina do ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump, em 10 de maio. Na data, o republicano criticou diversas vezes a CNN.
A CNN informou que, após o artigo do The Atlantic, Licht pediu desculpas aos funcionários na segunda-feira (5), dizendo à organização que não se reconheceu ao ler partes da história e que lamentava ter se distraído do trabalho da redação.
Licht, que descreveu a experiência como “tremendamente humilhante”, prometeu “lutar como o inferno” para conquistar a confiança dos funcionários.
Porém, nesta manhã, o chefe-executivo da Warner Bros, David Zaslav, controladora do jornal norte-americano, disse em teleconferência: “encontrei-me com Licht e ele deixará a CNN […] Tenho grande respeito por Chris, pessoal e profissionalmente. O trabalho de liderar a CNN nunca seria fácil, especialmente em um momento de grande disrupção e transformação, e ele colocou seu coração e alma nisso”.
Agora, a equipe de liderança será composta por:
Amy Entelis, vice-presidente executiva de desenvolvimento de talentos e conteúdo;
Virginia Moseley, vice-presidente executiva de editorial;
Eric Sherling, vice-presidente executivo de programação dos EUA; e
David Leavy, que assumiu recentemente o cargo de COO, continuará supervisionando as atividades comerciais da empresa.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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