Política
Embratel diz que ‘não há evidências, até o momento’, de que ataque hacker tenha partido de um funcionário da empresa
Pelo menos quatro órgãos além do Ministério da Saúde confirmaram ter sido vítimas de invasão na última sexta-feira (10), e o governo diz que, em alguns casos, houve ‘uso de perfis legítimos de administrador’. Hackers que invadiram o ConecteSUS também atacaram sistemas de outros órgãos do governo
A Embratel, empresa que faz a intermediação do serviço de nuvem invadido na última sexta-feira (10), afirmou em nota à TV Globo nesta terça-feira (14) que “não há evidências, até o momento, de que o ataque tenha partido de funcionário ou ex-funcionário da Embratel”. No início da noite desta terça, cinco dias após a invasão, mais de um órgão seguia com parte dos sistemas indisponíveis, incluindo o ConecteSUS, do Ministério da Saúde, usado para emitir o certificado de vacinação contra a Covid-19.
Além da Saúde, a Controladoria Geral da União (CGU), a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e o Instituto Federal do Paraná (IFPR) já tinham confirmado, até esta segunda (13), que tiveram seus sistemas na nuvem invadidos, com parte dos serviços temporariamente indisponibilizados. Nesta terça, a Escola Nacional de Administração Pública (Enap) também confirmou a invasão.
“Houve indisponibilidade temporária de serviços da Escola Virtual de Governo e Infogov (já restabelecidos) e Repositório Institucional, que em breve estará disponível ao usuário”, informou a Enap, em nota à TV Globo.
A reportagem questionou o Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI-PR), a Secretaria de Governo Digital (SGD), a Polícia Federal e a Embratel sobre quais órgãos sofreram invasão, mas nenhuma das instituições respondeu.
Ataques duraram várias horas
A Polícia Federal afirmou que “não se manifesta sobre investigações em andamento”. Mas, de acordo com as informações apuradas pela reportagem, a invasão durou várias horas ao longo da sexta-feira (10).
Os serviços do Ministério da Saúde saíram do ar na madrugada de sexta. Segundo a Enap, o ataque aos sistemas da escola ocorreu por volta das 16h40.
Já o Instituto Federal do Paraná disse que sofreu o ataque por volta das 17h40. A CGU, por sua vez, relatou que a invasão ocorreu por volta das 18h.
Responsabilidade pela segurança dos dados
Os três órgãos contrataram o serviço da Embratel. A empresa diz que “a administração dos ambientes de infraestrutura com serviço é realizada por cada órgão do governo que contrata o serviço” e que ela atua como “broker de Infraestrutura como Serviço (IaaS)”, fazendo uma intermediação entre os órgãos federais e a AWS. “Os dados dos clientes estão hospedados em nuvem pública da AWS”, afirmou a empresa.
Segundo a Embratel, sua função não inclui a segurança de dados. “Não fomos contratados para este serviço”, afirmou a empresa na noite de segunda sobre a segurança das informações. “O edital e a ata de registro de preços não incluíram serviços de segurança de dados de nossa empresa.”
Na terça à tarde, a Embratel disse que “sempre à disposição para ajudar o Ministério em demandas técnicas” e voltou a afirmar que “empresa não é responsável pela segurança dos dados ou pela gestão operacional do ambiente tecnológico do Ministério da Saúde e demais órgãos do Governo”.
Pelo menos no caso do contrato da CGU para usar o serviço de nuvem, uma das cláusulas diz que a contratada deverá adotar todas as medidas necessárias para assegurar a disponibilidade, integridade, confidencialidade e autenticidade das informações a serem tratadas na nuvem.
Na noite de terça, a Embratel emitiu mais uma nota, reiterando que “a Embratel não faz a gestão operacional do ambiente tecnológico dos órgãos do Governo indicados pela reportagem” e afirmando, ainda, que “não foi demandada para prestação de serviços de segurança para a CGU, oferecidos sob demanda conforme previsto em contrato, uma vez que podem existir outras soluções internas e de mercado contratadas pelo Governo”.
O que diz o governo federal
O Jornal Nacional procurou ainda a Secretaria de Governo Digital (SDG), que informou, em nota, que “a empresa contratada no pregão 29/2018 tem responsabilidades sobre a segurança e salvaguarda das informações sob sua custódia, em nuvem, conforme descrito no contrato”.
O pregão 29/2018 foi realizado no fim de 2018 com o objetivo de contratar uma empresa para prestar o serviço de “broker”, ou seja, de intermediação entre o governo federal e o serviço de nuvem. Nesse caso, o serviço é fornecido pela empresa americana AWS.
A empresa vencedora do pregão, chamada Primesys, é uma subsidiária comprada pela Embratel em 2005 e que posteriormente foi incorporada pela empresa.
O Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI-PR) já havia confirmado, em um alerta emitido aos órgãos federais, que “alguns casos de intrusão têm ocorrido com o uso de perfis legítimos de administrador, o que dispensa, ao atacante, ações para escalar privilégios”.
O alerta não especificou de quais órgãos seriam os perfis identificados, mas a primeira recomendação dada pelo GSI foi “bloquear imediatamente senhas de servidores e colaboradores que estejam afastados (em férias, licenças, demissão etc.) e usuários com inatividade superior a 3 meses”.
Questionado sobre quais órgãos foram afetados e se existe suspeita de envolvimento de algum perfil da intermediadora foi usado na invasão, o Departamento de Segurança da Informação (DSI) do GSI disse que “o fornecimento das informações solicitadas implicaria em comprometimento de segurança dos órgãos públicos que reportam, frequentemente, ao CTIR Gov [Centro de Prevenção, Tratamento e Resposta a Incidentes Cibernéticos de Governo], os incidentes cibernéticos, em caráter de confiança e de colaboração”.
O que é e para que serve o sistema de nuvem
O especialista Cyrano Rizzo explica que o sistema de nuvem é o armazenamento de dados fora do computador em servidores conectados à internet. Quando esse serviço é acessado, o usuário consegue enviar seus arquivos pela internet e deixá-los guardados em segurança em questão de segundos.
Segundo ele, a solução da nuvem serve para aumentar a qualidade e reduzir os cursos de uma operação. “Como você trabalha dentro de um ambiente compartilhado, o custo total daquele equipamento é fracionado, na parcela em que você utiliza, em detrimento do tempo. Então a computação em nuvem acaba sendo uma solução mais acessível e com um custo muito menor”, diz Rizzo.
“O grande impacto que tem é que, quando ela falha, quando essa computação em nuvem é afetada por algum motivo, isso vai impactar muito os usuários porque eles estão compartilhando esses mesmos recursos”, afirmou ele.
No caso de serviços de nuvem do poder público, os cuidados com a segurança precisam ser ainda maiores, ressaltou o especialista. “O foco de ataque é um pouco maior, porque existe a intenção.”
A advogada de direito digital Patrícia Peck ressalta ainda que ataques como o que ocorreu na última sexta “revela sim que estamos com nosso sistema vulnerável”. Segundo ela, o ambiente de nuvem dos órgãos federais deveria estar muito mais protegido.
“A invasão com a possibilidade de tornar indisponível toda essa rede e alcançar não só uma instituição, mas mais de uma, revela que o nosso nível de segurança cibernética está realmente aquém do que deveria, considerando a necessidade de garantir e proteger as informações dos cidadãos.”
Íntegra da nota da Embratel:
“Respondendo à solicitação do Jornal Nacional, informamos que cumprimos com todos os requisitos contratuais e adotamos as melhores práticas de mercado de segurança da informação para garantir a nossa atuação como broker, incluindo a segurança e salvaguarda das informações sob nossa custódia.
Conforme informamos anteriormente, a Embratel não faz a gestão operacional do ambiente tecnológico dos órgãos do Governo indicados pela reportagem e não foi demandada para prestação de serviços de segurança para a CGU, oferecidos sob demanda conforme previsto em contrato, uma vez que podem existir outras soluções internas e de mercado contratadas pelo Governo.”
Íntegra da nota da Secretaria de Governo Digital:
“A Secretaria de Governo Digital (SGD) do Ministério da Economia informa que orientou todos os órgãos da administração pública federal a reforçarem os mecanismos de prevenção a ataques cibernéticos e a comunicarem o Centro de Prevenção, Tratamento e Resposta a Incidentes Cibernéticos de Governo, à Polícia Federal e à Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) caso tenham sofrido tentativas de ataques desde a última sexta-feira (10).
Neste momento, as equipes de segurança cibernética do governo federal estão voltadas ao restabelecimento de ambientes virtuais eventualmente indisponibilizados e a maior parte deles já foi recuperada.
A SGD esclarece que a empresa contratada no pregão 29/2018 tem responsabilidades sobre a segurança e salvaguarda das informações sob sua custódia, em nuvem, conforme descrito no contrato.
A Secretaria reitera que ataques cibernéticos são ações criminosas e que está auxiliando as investigações da Polícia Federal, em ação coordenada com o Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República. Medidas de proteção foram reforçadas para coibi-los.”
Política
Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda
A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.
Política
Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja
Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).
Política
Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado
Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP
O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).
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