Economia
Dólar abre em baixa em dia de Copom, com expectativa de manutenção da taxa Selic em 13,75%
No dia anterior, a moeda norte-americana subiu 0,42%, vendida a R$ 4,7953. Dólar opera em baixa
Pixabay
O dólar abriu em baixa nesta quarta-feira (21), em um dia marcado pela expectativa do mercado para a conclusão da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central do Brasil (BC).
Investidores e analistas esperam que o Copom mantenha a Selic, taxa básica de juros, inalterada em 13,75% ao ano, nível em que está desde agosto do ano passado.
Às 09h03, a moeda norte-americana caía 0,16%, aos R$ 4,7878. Veja mais cotações.
No dia anterior, o dólar subiu 0,42% e fechou vendido a R$ 4,7953. Com o resultado, a moeda passou a acumular quedas de:
0,48% na semana;
5,48% no mês;
9,15% no ano.
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O que está mexendo com os mercados?
Embora uma manutenção da taxa Selic em 13,75% ao ano seja amplamente esperada e já esteja precificada pelo mercado, o principal foco de atenção dos investidores será o comunicado do Copom, que é divulgado logo após o fim da reunião.
No documento, o Comitê oferece uma perspectiva ao mercado de quais serão seus próximos passos em relação aos rumos da política monetária no país.
As projeções da grande maioria dos bancos e outras instituições financeiras apontam para os juros começando a cair em agosto.
Segundo a última edição do Boletim Focus, relatório do BC que traz uma mediana das expectativas de economistas para indicadores econômicos brasileiros, a taxa Selic deve encerrar o ano em 12,25% ao ano – ou 1,50% a menos do patamar atual.
No exterior, o dia conta com poucos destaques na agenda econômica. O principal deles é o discurso de Jerome Powell, presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), que fala na Câmara dos Deputados dos Estados Unidos no fim da manhã.
Investidores sempre acompanham esses discursos, pois podem trazer sinalizações sobre a trajetória das taxas de juros na maior economia do mundo. Atualmente, as taxas estão entre 5,00% e 5,25% ao ano, após o Fed optar por mantê-las inalteradas em sua última reunião, na semana passada.
No entanto, a instituição já destacou que pode voltar a aumentar os juros do país nos próximos meses caso a inflação volte a subir com mais força.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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