Economia
Aneel aprova novas tarifas de transmissão de energia; impacto médio na conta de luz é de 2,35%
Efeitos na conta do consumidor não são imediatos. Novas tarifas serão consideradas no reajuste das distribuidoras, feito no aniversário de cada contrato. Linhas de transmissão de energia elétrica no Amapá
Jorge Júnior/Rede Amazônica
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nesta terça-feira (4) as novas tarifas de transmissão de energia e a receita anual das transmissoras, que devem ter um impacto médio de 2,35% na conta de luz dos consumidores.
Os efeitos não são imediatos na conta de luz. As novas tarifas de transmissão serão consideradas no reajuste das distribuidoras, feito anualmente, no aniversário de cada contrato de concessão.
As transmissoras atuam no meio da cadeia de energia elétrica, operando as linhas de transmissão que escoam a energia produzida pelas usinas para a rede das distribuidoras. Só então a energia chega às unidades de consumo, como residências e indústrias.
Nesta terça, a Aneel também determinou as tarifas de uso do sistema de transmissão pagas pelas usinas geradoras de energia e pelos consumidores.
As tarifas tiveram reajuste médio de 12,9% para o segmento de consumo e 4,4% para as usinas. Os valores entram em vigência em 1º de julho até 30 de junho de 2024.
A agência determinou que a receita anual permitida (RAP) das transmissoras será de R$ 48,7 bilhões para o ciclo de 2023 e 2024.
O reajuste representa um aumento de 14,3% em relação ao ciclo anterior, quando foi de R$ 42,6 bilhões.
O modelo de concessão limita a receita permitida para as transmissoras, que é reajustada pela Aneel. A receita é a remuneração recebida pelas empresas por operar o serviço público.
Segundo a Aneel, o aumento se deve ao reajuste pela inflação, considerando o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) e o IPCA.
A agência também justifica a alta pela entrada de 23 novos empreendimentos no sistema de transmissão de energia, o orçamento do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) e alterações no cronograma de obras.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
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Economia
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Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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