Economia
‘PIX dos EUA’: Fed lançará serviço de pagamentos instantâneos para modernizar sistema
Serviço “FedNow”, que está em desenvolvimento desde 2019, buscará eliminar o atraso de vários dias que geralmente leva para as transferências de dinheiro. Sede do Federal Reserve em Washington, nos Estados Unidos
Chris Wattie/Reuters
O Federal Reserve lançará em breve um serviço que visa modernizar o sistema de pagamentos dos Estados Unidos, eventualmente permitindo que norte-americanos comuns enviem e recebam dinheiro em segundos, 24 horas por dia, sete dias por semana.
O serviço “FedNow”, que está em desenvolvimento desde 2019, buscará eliminar o atraso de vários dias que geralmente leva para as transferências de dinheiro, colocando os EUA em linha com países como Reino Unido, Índia, Brasil e União Europeia, onde serviços similares existem há anos.
O FedNow será lançado com a certificação de 41 bancos e 15 provedores de serviços para usar o serviço, incluindo bancos pequenos e grandes credores como JPMorgan Chase, Bank of New York Mellon e US Bancorp, mas o Fed planeja integrar mais bancos e cooperativas de crédito neste ano.
O serviço competirá com os sistemas de pagamentos em tempo real do setor privado, incluindo a rede RTP da The Clearing House, e foi inicialmente contestado por grandes bancos que o consideraram redundante. Mas, desde então, muitos concordaram em participar com base no fato de que o FedNow permitirá a expansão dos serviços que podem oferecer aos clientes.
Ao contrário dos serviços de pagamento ponto a ponto, como Venmo ou PayPal, que atuam como intermediários entre os bancos, os pagamentos feitos via FedNow serão liquidados diretamente nas contas do banco central norte-americano.
O Fed também já opera um sistema de pagamentos em tempo real chamado FedWire, mas que é reservado para pagamentos corporativos em grande escala, e só funciona durante o horário comercial. Embora o novo sistema FedNow seja para todos, é provável que beneficie mais os consumidores e as pequenas empresas, disseram analistas.
Bancos menores, que geralmente se conectam ao FedWire por meio de instituições maiores, encorajaram o Fed a desenvolver o FedNow, argumentando que isso permitirá a eles acesso a pagamentos em tempo real sem ter que pagar concorrentes maiores pelo serviço.
O FedNow não cobrará dos consumidores, embora não esteja claro se ou como os bancos participantes repassarão quaisquer custos associados ao serviço.
Alguns participantes do mercado levantaram temores de que o FedNow poderia sobrecarregar um banco em potencial, facilitando saídas rápidas de instituições financeiras, um medo que foi ampliado após a falência do Silicon Valley Bank mais cedo neste ano.
Mas as autoridades do Fed minimizaram essas preocupações, argumentando que os bancos têm ferramentas disponíveis para mitigar uma onda de saídas.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia
O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
-
Mato Grosso do Sul4 anos agoEXPOGRANDE SEM SHOWS DE ARTISTAS REGIONAIS. VOCÊ CONCORDA?
-
Política4 anos ago
Mercado financeiro eleva estimativa de crescimento do PIB de 2023 para 0,85%
-
Ciência e Saúde4 anos ago
Sono irregular aumenta o risco de aterosclerose e doença cardiovascular
-
Ciência e Saúde4 anos ago
A melhor hora para criar músculos é agora!
-
Economia4 anos ago
Reforma tributária: Fazenda defende ‘mínimo possível de exceções’ ao novo imposto sobre consumo
-
Economia4 anos ago
Ibovespa opera em queda, com plano de crescimento da China e âncora fiscal em foco
-
Economia4 anos ago
Centro-oeste de SP inicia semana com quase 500 vagas de emprego; veja como se candidatar
-
Política4 anos agoJoias para Michelle: fatos revelam ‘procedimento padronizado e conduta exemplar’ de auditor, diz Sindifisco


