Economia
Bernard Arnault, vice-líder entre os mais ricos do mundo, perde US$ 11,6 bilhões em um dia com resultados da LVMH
As ações da LVMH tiveram queda de 5% nesta quarta-feira, com investidores decepcionados com o ritmo de crescimento da empresa. Bernard Arnault, CEO do grupo LVMH, em foto de janeiro de 2020
Thibault Camus/AP/Arquivo
O francês Bernard Arnault, diretor-executivo do grupo LVMH (Louis Vuitton Moët Hennessy) e segundo homem mais rico do mundo, sofreu um “pequeno” baque em sua fortuna. Segundo o ranking de bilionários da revista “Forbes”, o patrimônio do empresário caiu US$ 11,6 bilhões apenas nesta quarta-feira (26), após resultados a divulgação dos resultados de seu conglomerado de luxo.
As ações da LVMH caíram mais de 5% na bolsa de valores, o que levou a fortuna de Arnault à casa dos US$ 220,5 bilhões.
O líder da lista, Elon Musk, tem uma fortuna avaliada em US$ 239,1 bilhões, segundo a Forbes.
Arnault liderou o ranking anual de bilionários da Forbes 2023. Em 2022, ele havia ficado em terceiro lugar na lista anual de bilionários, atrás de Elon Musk, proprietário da Tesla, e Jeff Bezos, fundador da Amazon.
Bernard Arnault: quem é e de onde vem a fortuna do homem mais rico do mundo
Resultados da LVMH
As ações da LVMH tiveram queda de 5% nesta quarta-feira, em sua maior perda percentual diária em quase 17 meses, com investidores decepcionados com o ritmo de crescimento da empresa.
Nos resultados do 2º trimestre, a LVMH superou ligeiramente as previsões, com um aumento de 17% nas vendas no período. Mas, em mercados relevantes, como os EUA, a empresa reportou queda de 1% nas vendas, uma vez que o apetite por moda e artigos de couro de alta qualidade diminuiu.
Analistas do JP Morgan disseram que a empresa ainda tinha uma taxa de crescimento sólida.
Como maior conglomerado de luxo do mundo, a LVMH é vista como um indicador do mercado dos super-ricos. As rivais Kering e Hermès tiveram queda de 1,8% e 2,4%, respectivamente, o que pressionou o índice francês CAC 40 para um recuo de 1,35%. Christian Dior também perdeu 4%.
O índice pan-europeu STOXX 600 fechou em queda de 0,53%, a 465,46 pontos, depois de registrar sua mais longa sequência de ganhos desde janeiro na terça-feira.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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