Economia
Shopping no ES move ação de despejo contra Polishop por inadimplência
Ação em curso contra a varejista é por encargos locatícios, o que engloba aluguel e outras taxas que envolvem a manutenção de uma loja nesse tipo de centro comercial. Interior de loja Polishop
Reprodução/Polishop/Instagram
A gigante do varejo Polishop tem fechado lojas em todo o Brasil nos últimos meses. No Espírito Santo, a empresa fechou recentemente uma loja no Shopping Vila Velha, no dia 31 de março. Já o Shopping Vitória informou que move uma ação de despejo na Justiça contra a empresa por inadimplência.
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Segundo a assessoria do shopping, a ação em curso contra a varejista é por encargos locatícios, o que engloba aluguel e outras taxas que envolvem a manutenção de uma loja nesse tipo de centro comercial.
A Polishop confirmou a situação, mas informou que a questão caminha para um acordo entre as partes e reforça que não há previsão de nenhum fechamento de loja no Espírito Santo.
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Pelo contrário, a empresa afirmou que, na verdade, pretende abrir mais lojas de rua no Estado. De acordo com a marca, os estabelecimentos são considerados “lojas pulmão” para dar suporte às franquias.
Atualmente, no Espírito Santo, há três lojas da Polishop localizadas em shoppings de Vitória, Vila Velha e Serra, todas na Grande Vitória.
Os outros shoppings foram procuradas pela reportagem para comentar a situação da varejista, mas não deram retorno.
Segundo levantamento do jornal “O Estado de S. Paulo”, a varejista já encerrou atividades em mais de 100 unidade em shoppings, em um movimento de reestruturação do negócio.
Confira a nota da Polishop:
“A Polishop, fundada por João Appolinário, esclarece que o fechamento de lojas desde 2021 faz parte de um plano estratégico da empresa após a pandemia, que é diminuir suas lojas próprias para implementar lojas de rua no modelo de franquias e também estar presente em cidades não cobertas por shoppings centers, com o objetivo de reestruturar a organização como um todo. A empresa destaca também o aumento da participação das vendas online pós-pandemia, o que, em conjunto, reforça sua posição como referência no mercado há mais de 23 anos e como uma das empresas mais relevantes do varejo brasileiro. O processo de abertura de novas franquias e de trazer novidades, entre o segundo semestre deste ano e o começo de 2024, refletirá no crescimento e reposicionamento da companhia.”
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Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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