Economia
Reforma tributária: Alcolumbre confirma Eduardo Braga como relator do texto no Senado
Reforma já aprovada pela Câmara vai tramitar inicialmente na CCJ do Senado, presidida por Alcolumbre. Braga deve se manter na relatoria quando texto for ao plenário. O presidente da Comissão de Constituição e Justiça do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), anunciou nesta quarta-feira (9) oficialmente o nome do senador Eduardo Braga (MDB-AM) como relator da reforma tributária no Senado.
A proposta foi aprovada pela Câmara dos Deputados em julho. Na semana passada, o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), entregou o texto do projeto para o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG).
A tramitação da PEC no Senado se dará em duas etapas. Primeiro, a proposta passará pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Depois de analisado pelo colegiado, seguirá para o plenário.
Eduardo Braga será o relator da reforma tributária no Senado
Por se tratar de uma PEC, o texto terá de passar por dois turnos de votação para ser aprovado. No Senado, o quórum de aprovação é de 49 favoráveis.
A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) também fará as audiências públicas sobre o tema.
O nome do senador Eduardo Braga para relatoria da proposta já havia sido anunciado, mas nesta quarta (9) ocorreu a indicação formal.
A previsão é que o plano de trabalho seja apresentado na próxima quarta (16).
“Esta presidência, diante de um acordo construído com nosso querido presidente Rodrigo Otavio Soares Pacheco, presidente do Senado e do Congresso Nacional, recebeu no dia de ontem a proposta de emenda constitucional que trata da reforma tributária e eu já determinei a secretaria, dentro de um acordo de procedimento com as lideranças partidárias, que o presidente Rodrigo coordenou, a indicação agora do líder Eduardo Braga para ser o relator desta importante matéria aqui nesta comissão”, afirmou Alcolumbre.
Braga pede ‘contribuição’ de senadores
Após o anúncio, Braga agradeceu a indicação e pediu a contribuição de todos os senadores e senadoras.
“Agradeço a Vossa Excelência e a partir de agora iniciamos oficialmente, de fato e de direito, o trabalho na relatoria da reforma tributária. Contando com a contribuição de todos os senadores e senadoras que serão fundamentais para alcançarmos esse importante objetivo”, afirmou o relator.
O senador disse ainda que seu relatório também incluirá outras duas PECs que tratam do tema da reforma tributária.
“Está apensada nesta PEC 45, a PEC de autoria de vossa excelência, a PEC 110, que será também objeto deste relatório e a PEC 46, de autoria do senador Oriovisto que também está apensada, portanto estaremos trabalhando em um relatório que irá fazer a união destes conceitos em torno da reforma tributária”, disse Braga.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
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Economia
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Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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