Política
Restrição de voos no Santos Dumont pode levar mais passageiros a Congonhas e encarecer bilhetes, alertam especialistas
A partir de janeiro, voos que saem de SP para o Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, vão sair apenas de Congonhas; há preocupação com estrutura do aeroporto em SP e a alta demanda. Futuras mudanças na ponte aérea Rio-São Paulo
A restrição dos voos do Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, vai afetar a operação do aeroporto de Congonhas, em São Paulo. Segundo especialistas, a mudança, feita para reduzir a quantidade de voos que passam pelo aeroporto carioca, deve aumentar o número de passageiros no aeroporto paulistano e, também, causar um encarecimento nas passagens.
Uma portaria aprovada pelo governo Lula na quinta-feira (10) assegura que, a partir de 2 de janeiro de 2024, voos de e para o Santos Dumont ficam restritos a um perímetro de 400 quilômetros. Na rota, fica mantida a ponte-aérea Rio-SP via Congonhas.
Estão, assim, excluídos, os voos que envolvem o Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, para o Rio, que, assim como todos os voos de fora desse perímetro, deverão ser redirecionados para o Aeroporto do Galeão.
Neste ano, só até junho, mais de 10 milhões de passageiros circularam por Congonhas, segundo a SPTuris, e o movimento tende a aumentar. Atualmente, Congonhas opera com 44 pousos e decolagens por hora. Por dia, são 534 voos e cerca de 67 mil passageiros circulando.
Movimentação no Aeroporto Internacional de Guarulhos em São Paulo
SUAMY BEYDOUN/AGIF – AGÊNCIA DE FOTOGRAFIA/ESTADÃO CONTEÚDO
A
Desses voos, 100 fazem ponte-aérea com o Rio de Janeiro, para o Aeroporto Santos Dumont.
Com a mudança, 32 voos de Guarulhos para o Santos Dumont vão ser cancelados, e ainda não está definido quantos desses vão passar para Congonhas. A decisão depende de uma avaliação das companhias aéreas a partir da quantidade de portões de embarque e desembarque disponíveis e, também, da estrutura existente para atender os passageiros.
Com o aumento da demanda e a limitação do número de voos, o valor das passagens aéreas podem ficar mais caros na conexão de Congonhas para Santos Dumont.
“Quando você diminui a oferta daquele serviço num determinado aeroporto, o outro acaba sendo beneficiado. Ou seja, a procura em Guarulhos tende a diminuir e tende a aumentar o preço da passagem aérea em Congonhas, então esse tipo de portaria/medida foi tomada num aeroporto do Rio de Janeiro, mas afeta toda a estrutura de aeroportos do Sudeste”, explicou o economista Fábio Bentes.
“Então, mesmo considerando que o preço das passagens aéreas tem diminuído, tem perdido força nos últimos meses, qual a realidade que o consumidor pode se deparar daqui um tempo? Em determinados aeroportos, naqueles onde você tem maiores restrições operacionais, o preço da passagem aérea pode subir.”
O que dizem as empresas
A Associação Brasileira das Empresas Aéreas informou que as mudanças envolvem questões operacionais e comerciais de cada empresa.
A Azul disse que não vai comentar o assunto neste momento. A Latam informou que as alterações na malha aérea serão comunicadas oportunamente aos clientes. A Gol adiantou que vai adequar os voos para o Galeão e para o Santos Dumont já a partir de outubro.
Prefeitura de Guarulhos critica medida
A Prefeitura de Guarulhos se manifestou contra a portaria que garante a migração dos voos do Aeroporto Santos Dumont para o Galeão, a partir de 2 de janeiro de 2024. Com a medida, o Aeroporto Internacional da cidade não terá mais voos com destino e origem de Santos Dumont.
Em nota enviada ao g1 nesta sexta (11), a prefeitura disse que cogita entrar com uma ação na Justiça se a portaria não for revista ou se não houver compensação para a cidade.
Segundo a gestão municipal, 32 voos diários deixarão de existir, sendo 16 partindo de Guarulhos e outros 16 chegando.
A prefeitura ainda alega que o Aeroporto Internacional perderá uma arrecadação de R$ 300 a R$ 500 milhões de reais anuais. “E apenas o município de Guarulhos deixará de arrecadar cerca de R$ 10 milhões em tributos por ano”, afirma.
Leia também:
Governo Lula assina portaria que garante a migração de voos do Santos Dumont para o Galeão
Márcio França diz que restrição no Santos Dumont pode ser temporária
A questão da perda de passageiros também foi mencionada pela prefeitura. Segundo a gestão municipal, serão de 3 a 5 milhões de passageiros a menos por ano.
“Até o final da concessão da GRU Airport, serão entre 40 e 45 milhões de passageiros por ano a menos. Estudos indicam que, para cada 1 milhão de passageiros perdidos, estima-se a perda de aproximadamente mil empregos diretos”, ressalta, em nota.
“Outra consequência é que o aeroporto de Guarulhos se torna menos atrativo com a perda de passageiros domésticos e internacionais e ainda de carga aérea (200 mil toneladas até o final do contrato), o que é ainda mais grave para as empresas domésticas, que ficam menos atrativas”.
A prefeitura ainda diz que, “devido à queda de demanda, a GRU Airport vai deixar de investir mais de R$ 500 milhões, impossibilitando a criação de 4 a 5 mil empregos diretos”.
Entenda a portaria
Ministro fala sobre portaria que migra voos do Santos Dumont para o Galeão: ‘Vai possibilitar novos voos para o Rio de Janeiro
O documento foi assinado durante visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva às obras do novo Instituto de Matemática Pura e Aplicada (Impa Tech) no Porto Maravilha, no Rio.
Ele indica que voos de e para o Santos Dumont ficam restritos a perímetro de 400 quilômetros, excluindo os aeroportos internacionais. Ficam na rota, então, a ponte-aérea Rio-SP via Congonhas e voos para Vitória (ES).
Resumo do que foi anunciado:
voos de e para o Santos Dumont ficam restritos a um raio de 400 quilômetros, excluindo os aeroportos internacionais. Ficam na rota, então, a ponte-aérea Rio-SP via Congonhas e voos para Vitória (ES);
Guarulhos e Viracopos (SP) e Confins (MG), por serem internacionais, não terão ligação direta;
a determinação vale a partir de 2 de janeiro de 2024;
serão implantadas áreas de escape na pista do aeroporto, visando a segurança operacional dos voos, já que o Santos Dumont é limitado, fisicamente, pela Baía de Guanabara. A obra faz parte do Novo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).
Em entrevista ao “Em Ponto” desta sexta-feira (11), o ministro dos Portos e Aeroportos, Márcio França, afirmou que a restrição de voos no Aeroporto Santos Dumont pode ser temporária. “Esse esforço é passageiro, não é para sempre”.
“O Galeão no ano passado teve 5 milhões de passageiros; este ano vai atingir já 8 milhões. Portanto, um crescimento bem substancial. A gente espera que acelere. Depois, se [o Galeão] normalizar com 15 milhões, 16 milhões, nós podemos voltar com os voos para o Santos Dumont”, detalhou.
França também disse que até o fim do ano o governo enviará ao Congresso um projeto de lei para incluir Brasília entre os destinos do Santos Dumont após a restrição de voos.
A retomada do Aeroporto Internacional Tom Jobim, o Galeão, vem sendo debatida entre os governos federal e estadual e a prefeitura.
O Galeão tem a maior pista comercial do país e capacidade para 37 milhões de passageiros por ano. Em 2022, recebeu menos de 6 milhões. Atualmente, o terminal vem funcionando com 20% da capacidade.
Já o Santos Dumont tem operado no limite da operação, de R$ 10 milhões. Em abril, França prometeu limitar a este teto já a partir do segundo semestre. Sem a redução, o terminal poderia fechar 2023 com cerca de 12 milhões de passageiros.
As companhias aéreas já anunciaram um pequeno aumento de voos ofertados no Galeão a partir de outubro, e a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) decidiu antecipar a redução dos voos no Santos Dumont para o início de outubro, e não mais para o fim do mês. A decisão atendeu a um pedido feito pela secretária de Aviação Civil.
Ministro Márcio França, presidente Lula e prefeito Eduardo Paes celebram a assinatura da portaria
Reprodução/GloboNews
Brecha jurídica
Na segunda-feira (7), o ministro Márcio França tinha afirmado que as mudanças nos terminais dependiam de um projeto de lei, passando pelo Congresso. A afirmação desagradou a Paes, que cobrou agilidade e disse que havia respaldo jurídico para que a medida fosse feita via portaria.
No discurso nesta quinta, o ministro contou que consultou o ministro Jorge Messias, da Advocacia-Geral da União (AGU), que deu aval para a assinatura.
“Encontramos um formato jurídico para dar lastro a essa decisão, para que a gente possa voltar a ter no Galeão muitos voos e volte a ter no Galeão o maior aeroporto do Brasil”, disse França.
Em tom positivo, França falou sobre a “insistência” de Paes sobre o tema. “Eduardo insistiu com essa ideia, a gente sabe o quanto que ele se esforçou e nós vamos fazer tudo para que a gente possa fazer em conjunto, como deve ser, Prefeitura, governo do estado e governo federal.”
Em evento no Porto Maravilha com a presença de Lula, Eduardo Paes apresenta alguns ganhadores da Olimpíada de Matemática, entre eles, o jovem Ricardo, portador de Ela
Eliane Santos/g1
*Com informações de Eliane Santos e Carlos de Lannoy, g1 Rio e TV Globo
Política
Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda
A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.
Política
Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja
Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).
Política
Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado
Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP
O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).
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