Economia
g1 prova peixe mais caro do mundo; veja VÍDEO
O atum bluefin é o maior da sua espécie e pode custar até R$ 800 o quilo. No Japão, ele chegou a ser leiloado por US$ 3 milhões o quilo. g1 prova peixe mais caro do mundo
O bluefin é o peixe mais caro do mundo e já chegou a ser vendido por US$ 3 milhões o quilo, em um leilão no Japão, em 2019. Também conhecido como atum azul, ele é o maior da sua espécie. Mas será que ele é tudo isso mesmo?
A equipe do g1 foi até um restaurante em São Paulo, que é especializado em comida japonesa, conhecer o bluefin e entender o que faz ele tão especial. Assista no vídeo acima.
Os restaurantes brasileiros podem comprar o peixe por R$ 500 a R$ 800 o quilo, em média, a depender do corte. E, para a compra acontecer, os estabelecimentos precisam se unir, realizar a aquisição juntos e depois dividir o atum.
A parte mais cara do bluefin é o toro, a barriga. Isso porque é a parte que tem mais gordura. O consumidor pode pagar até R$ 160 somente pela dupla de sashimi.
Alguns peixes podem passar dos 600 quilos. Os que o Brasil importa beiram os 200 quilos.
SAIBA MAIS: ‘Rei dos atuns’, bluefin tem carne tão cara que faz restaurantes do Brasil se unirem para importar o peixe
Conheça o ‘Rei dos atuns’, o peixe mais caro do mundo
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Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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