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Economia

Projeto reverte multas em incentivo financeiro para criadores de abelha do sertão pernambucano

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Iniciativa já ofereceu R$ 600 mil para produtores das cidades de Chã Grande, Arcoverde, Serra Talhada e Ibimirim (PE). Por ano, cerca de 150 famílias exportam mais de 70 toneladas de mel. Projeto reverte multas em incentivo financeiro para criadores de abelha do sertão pernambucano
Depois da temporada de chuva que atingiu o sertão pernambucano, as flores coloridas ressurgiram como um verdadeiro banquete para as abelhas. De flor em flor, elas extraem o néctar, que é a matéria-prima do mel.
O cenário é positivo para os apicultores que vivem nas cidades de Chã Grande, Arcoverde, Serra Talhada e Ibimirim (PE). Afinal, é com a produção de mel que eles garantem o “pão de cada dia”.
Um dos pioneiros na criação de abelhas é o padre Adilson, que há mais de 10 anos vive na região. Foi com a ajuda dele que dezenas de famílias receberam um incentivo financeiro para investir em atividades apícolas.
Adilson desenvolveu um projeto que repassa parte dos valores obtidos de multas trabalhistas – no estado de Pernambuco – para trabalhadores rurais, com a intenção de estimular as culturas regionais.
A iniciativa ganhou fôlego há dois anos, quando o Ministério Público do Trabalho ofereceu R$ 600 mil para produtores de mel da região. A manobra foi possível graças à Lei de Fundo Estadual do Trabalho, criada em 2019, que garante o uso de valores provenientes de multas e autuações trabalhistas para fomentar e estimular o empreendedorismo.
Após a criação do projeto, as famílias produtoras receberam colmeias, roupas e equipamentos de proteção. Hoje, cerca de 150 apicultores da região garantem renda com a produção de mel. Por ano, eles exportam mais de 70 toneladas do produto.
Quem também se beneficiou com o projeto foi Régis Lira, que cuida de 100 colmeias. Além da produção de mel, ele passou a construir e a vender casas para as abelhas.
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Mercado internacional🍯
Todo o mel extraído pelos produtores da região é levado para a “casa do mel”, local administrado pela Associação dos Apicultores de Arcoverde e Região, onde é feito o processamento e a rastreabilidade do produto.
Por conta das condições climáticas únicas, há quem diga que o sabor do mel produzido na Caatinga é diferente.
Segundo o biólogo Jaques da Silva, a região é tomada por abelhas da espécie Apis Mellifera – comumente chamadas de “Africanizadas” – que são um cruzamento de variedades da Europa e da África.
Meio ambiente 🌱
A apicultura é uma atividade que vai além da produção de mel. Para manter a criação de abelhas é preciso preservar e reflorestar a Caatinga.
Pensando na luta pela preservação do Bioma, os apicultores da região também passaram a produzir mudas de espécies nativas. Celso Souza é um dos exemplos. Além da atividade apícola, ele já plantou mais de 30 mil mudas.
Confira a reportagem completa no VÍDEO ACIMA.
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De onde vem o que eu como: Mel

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Correção: jogos do Brasil em dias úteis

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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.

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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.

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Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais

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Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia
O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.

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