Economia
Câmara dos EUA aprova projeto que evita paralisação dos serviços públicos
Medida foi aprovada com 335 votos a favor e 91 votos contrários, e agora precisa ser analisada pelo Senado. Faixa em frente ao Congresso dos EUA cobra aprovação de projeto que evita paralisação dos serviços públicos
Ken Cedeno/Reuters
A Câmara dos Deputados dos Estados Unidos aprovou neste sábado (30) um projeto orçamentário que estende o financiamento do governo por mais 45 dias, evitando o chamado “shutdown”, uma paralisação que interromperia o funcionamento de órgãos públicos.
A medida foi aprovada com 335 votos a favor e 91 votos contrários, com mais apoio de parlamentares do partido Democrata, o mesmo do presidente Joe Biden. Agora, ela será encaminhada para análise no Senado.
O texto não inclui a verba que o governo pretendia destinar para a Ucrânia, proposta que tem recebido críticas de parlamentares republicanos. Por outro lado, há a previsão de US$ 16 bilhões para apoio federal em catástrofes naturais, como defendido por Biden.
A aprovação aconteceu depois que o presidente da Câmara, Kevin McCarthy, abandonou exigências por cortes acentuados de gastos.
“Vamos fazer o nosso trabalho”, disse McCarthy, do partido Republicano. “Seremos adultos na sala. E vamos manter o governo aberto”.
Por que as paralisações poderiam ocorrer?
Todos os anos, o Congresso dos EUA deve aprovar o orçamento de gastos do ano fiscal seguinte, que começa em 1º de outubro. O processo, no entanto, costuma demorar, pois 12 projetos de lei precisam ser negociados e aprovados.
Para evitar atrasos, os congressistas podem recorrer à aprovação de uma lei de financiamento temporário para permitir que o governo continue operando enquanto o orçamento termina de ser fechado.
Quando nenhuma legislação de financiamento é promulgada, no entanto, as agências federais têm de interromper todo o trabalho não essencial e acontecem as paralisações.
O que aconteceria em uma paralisação?
A paralisação dos serviços públicos afeta diversas áreas da sociedade norte-americana. Como resultado, o governo terá que:
Dispensar os funcionários até poder remunerá-los devidamente.
Manter os militares trabalhando sem remuneração.
Manter os funcionários de serviços considerados essenciais trabalhando sem remuneração.
Interromper programas e serviços públicos.
Fechar uma série de repartições, museus, parques e outros locais públicos.
Reorganizar o tráfego aéreo e a emissão de passaporte e vistos de acordo com a disponibilidade de funcionários.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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