Economia
Banco Mundial faz alerta sobre rombo econômico ‘grave’ por consequência da guerra Israel-Hamas
‘Estamos diante de uma conjuntura muito perigosa’, disse Ajay Banga, durante um fórum de investidores na Arábia Saudita. Imagens da guerra entre Israel e Hamas em 16/10
Abed Khaled/AP; Francisco Seco/AP; Hatem Moussa/AP; Fatima Shbair/AP
A guerra entre Israel e o Hamas pode causar um prejuízo “grave” ao desenvolvimento econômico global, alertou nesta terça-feira (24) o presidente do Banco Mundial, durante um fórum de investidores na Arábia Saudita.
Após os acontecimentos recentes em Israel e Gaza, o presidente da instituição financeira, Ajay Banga, disse acreditar “que o impacto no desenvolvimento econômico será ainda mais grave”.
“Estamos diante de uma conjuntura muito perigosa”, acrescentou Banga, em seu discurso no fórum anual Iniciativa de Investimento Futuro, conhecido como “Davos do Deserto”.
SIGA: Hamas diz que Gaza teve dia mais sangrento, com 700 mortes
Lideranças do grupo extremista armado Hamas lançaram uma ofensiva contra Israel em 7 de outubro. Cerca de 1.400 pessoas foram mortas, segundo autoridades israelenses, além de contabilizar mais de 200 reféns. Nas retaliações de Israel em Gaza, quase 5.800 mortes foram registradas.
A inovação e a transformação econômica, que eram os temas desta edição do fórum, foram ofuscadas pela guerra.
Larry Fink, CEO do gigante de gestão BlackRock, afirmou que “se esses problemas não forem resolvidos, provavelmente significará mais terrorismo global, mais insegurança, mais medo e menos esperança”.
“E quando há menos esperança, vemos contrações em nossas economias”, afirmou.
Jane Fraser, CEO do Citi, disse que “é difícil não ser um pouco pessimista”.
Mais de 6.000 dirigentes estão inscritos para o evento de três dias, que incluirá diretores dos maiores bancos do mundo e os presidentes da Coreia do Sul, Quênia e Ruanda, de acordo com os organizadores.
A guerra entre Israel e o Hamas faz contraste com a visão promovida pela Arábia Saudita, de um Oriente Médio próspero.
Riade retomou neste ano suas relações com o Irã e esteve perto de reconhecer o Estado de Israel, antes do início do conflito.
O país condenou a violência contra civis em Gaza e afirmou que apoia a causa palestina.
A atual guerra gera temores de uma escalada no Oriente Médio, especificamente entre Israel e o grupo libanês Hezbollah — uma organização apoiada pelo Irã e aliada do Hamas.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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