Economia
Censo 2022: Mulheres são maioria em Juiz de Fora com 53% do total da população
De acordo com o levantamento divulgado pelo IBGE nesta sexta-feira (26), a população feminina da cidade é de 286.596. O número total de homens, segundo os dados, é 254.160. Calçadão da Rua Halfeld no Centro de Juiz de Fora
Fellype Alberto/g1
Juiz de Fora tem 286.596 mulheres, o que representa 53% do total da população, que é de 540.756 habitantes. Os dados do Censo Demográfico 2022 foram divulgados nesta sexta-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
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Já os homens, correspondem aos outros 47%, com número total de 254.160. A diferença do número de mulheres para o de homens é de 32.436 e, com isso, elas se consolidam como maioria da população que vive em Juiz de Fora, segundo o Censo 2022.
A população feminina cresceu tanto em números absolutos quanto em percentuais na comparação com o Censo Demográfico 2010, o último que havia sido feito. O número de mulheres no levantamento anterior era de 272.223, o equivalente a 52,7%.
De acordo com os dados do Censo 2022, o número de habitantes do sexo masculino na cidade também cresceu, em 2010 eram 244.024. Na ocasião, este total representava 47,3% a população de homens, logo, houve uma redução de 0,3% no novo levantamento.
A diferença percentual entre mulheres e homens em Juiz de Fora é maior do que a registrada na média estadual. O Censo 2022 mostra que a população de Minas Gerais é de 20.539.989 pessoas, sendo 10.524.280 (51,2%) mulheres e 10.015.709 (48,8%) homens.
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O Censo
O Censo é uma pesquisa realizada a cada 10 anos pelo IBGE para fazer uma ampla coleta de dados sobre a população brasileira. Ela permite traçar um perfil socioeconômico do país, já que conta os habitantes do território nacional, identifica as características e revela como vivem os brasileiros.
Todos os 5.568 municípios brasileiros, mais dois distritos (Fernando de Noronha e Distrito Federal), num total de 5.570 localidades, receberam visita de recenseadores. Segundo o IBGE, foram visitados 106,8 milhões de endereços em 8,5 milhões de quilômetros quadrados.
Foram respondidos 79.160.207 questionários, dos quais 88,9% com 26 quesitos e 11,1% com 77 quesitos. No total, 98,88% das entrevistas foram presenciais; o restante foi pela internet ou telefone.
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Economia
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Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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