Economia
Dólar abre em baixa em dia de negócios reduzidos na véspera da Black Friday
No dia anterior, a moeda norte-americana subiu 0,07%, cotada a R$ 4,9016. Já o principal índice acionário da bolsa de valores brasileira fechou em alta de 0,33%, aos 126.035 pontos. Cédulas de dólar
John Guccione/Pexels
O dólar abriu em baixa nesta quinta-feira (23), um dia de agenda vazia e negócios mais parados por conta do feriado de Dia de Ação de Graças nos Estados Unidos, que antecede a Black Friday no mundo inteiro.
Algumas notícias vindas da China e da Europa – com destaque para o governo chinês, que quer conter os avanços nos preços do minério de ferro – repercutem no mercado. Já no Brasil, é o cenário político e fiscal que segue no radar dos investidores.
Veja abaixo o dia nos mercados.
Entenda o que faz o dólar subir ou descer
Dólar
Às 09h15, o dólar caía 0,25%, cotado a R$ 4,8894. Veja mais cotações.
No dia anterior, a moeda norte-americana fechou em alta de 0,07%, vendida a R$ 4,9016. Com o resultado, passou a acumular quedas de:
0,10% na semana;
2,76% no mês;
7,13% no ano.
Ibovespa
O Ibovespa só começa a operar às 10h.
Na véspera, o índice fechou em alta de 0,33% e subiu aos 126.035 pontos, renovando o melhor patamar desde julho de 2021. Com o resultado, passou a acumular ganhos de:
1,01% na semana;
11,40% no mês;
14,86% no ano.
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O que está mexendo com os mercados?
Em um pregão de liquidez reduzida por conta do feriado americano, os olhares se voltam para outras questões internacionais e regionais.
Lá fora, o destaque fica com a China, que quer conter o avanço dos preços do minério de ferro. Isso derruba o preço da commodity nas bolsas e impacta as ações de empresas exportadoras, caso da Vale.
O preço do minério muito elevado afeta os investimentos em infraestrutura na China – coisa que o governo prioriza – já que as construções utilizam muito da commodity.
Na Europa, o Índice de gerente de compras (PMI, na sigla em inglês) composto da zona do euro, que reúne dados do setor industrial e também de serviços, subiu para 47,1 em novembro, segundo a S&P Global e o Hamburg Commercial Bank. O indicador veio acima do esperado, mas segue abaixo de 50 — ponto que separa o crescimento da contração.
Já no Brasil, é o cenário político e fiscal que segue no radar dos investidores.
“Em Brasília, a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado aprovou projeto de lei que regulamenta apostas esportivas (bets) e proposta de tributação para fundos de investimentos exclusivos e offshores”, destaca a equipe de análises do BTG Pactual.
Além disso, o mercado ainda repercute a notícia de que os ministérios da Fazenda e do Planejamento anunciaram um aumento na projeção de rombo das contas públicas em 2023.
A expectativa da área econômica é de que o déficit primário fique em R$ 177,4 bilhões neste ano, contra projeção anterior, feita em setembro, de resultado negativo de R$ 141,4 bilhões.
Com a alta no rombo das contas públicas, a “meta informal” do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, fica mais distante. Em janeiro, Haddad afirmou que as contas teriam déficit de R$ 100 bilhões em 2023 – algo em torno de 1% do Produto Interno Bruto (PIB).
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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