Economia
Negócio entre bilionários: venda do Dallas Mavericks, da NBA, deve aumentar em US$ 700 milhões patrimônio de Mark Cuban
Empresário está negociando direitos majoritários do time de basquete com Miriam Adelson, magnata de cassinos em Las Vegas e uma das mulheres mais ricas do mundo. Mark Cuban acena a fãs antes de partida entre Dallas Mavericks e Sacramento Kings, em 19 de novembro de 2023.
USA TODAY Sports via Reuters
O empresário norte-americano Mark Cuban está negociando com Miriam Adelson, uma das mulheres mais ricas do mundo, a venda do time norte-americano de basquete Dallas Mavericks.
A negociação entre os bilionários, que está perto de ser oficializada, é estimada em US$ 3,5 bilhões (cerca de R$ 17,1 bilhões na cotação atual).
Uma vez confirmada, Cuban terá um incremento de US$ 700 milhões (R$ 3,4 bilhões) em seu patrimônio, de acordo com projeção da Bloomberg.
A riqueza do empresário é avaliada atualmente em US$ 6,4 bilhões (R$ 31,3 bilhões), o que o coloca na 398ª posição do ranking da Bloomberg de mais ricos do mundo.
Cuban, que também é conhecido por ter sido um dos jurados do programa de televisão “Shark Tank”, nos Estados Unidos, detém participação majoritária no Mavericks desde o ano 2000.
Naquele ano, a compra da equipe que disputa a NBA, principal liga de basquete do mundo, custou US$ 285 milhões para o bolso do bilionário. Com a atual negociação na casa dos US$ 3,5 bilhões, a valorização no período é de mais de 1.100% em termos nominais (sem descontar inflação).
Ainda de acordo com a Bloomberg, a cifra que está sendo negociada também está acima do valor de mercado avaliado para o Mavericks, que seria de US$ 2,77 bilhões (R$ 13,5 bilhões).
É essa diferença entre os valores — mais de US$ 700 milhões — que deve fazer o patrimônio de Cuban saltar dos atuais US$ 6,4 bilhões (R$ 31,3 bilhões) para mais de US$ 7,1 bilhões (R$ 34,7 bilhões), segundo cálculos do ranking da Bloomberg.
Detalhes da negociação dão conta de que, apesar da venda, Cuban manterá participação no time e terá controle total das operações de basquete.
Miriam Adelson é ainda mais rica
Miriam Adelson durante evento do partido Republicano, em Las Vegas.
Reuters
Miriam Adelson, que está negociando a compra do Dallas Mavericks, é acionista majoritária da empresa Las Vegas Sands, a maior operadora de cassinos do planeta.
A magnata tem um patrimônio avaliado em US$ 33 bilhões (R$ 161,4 bilhões) e ocupa a 42ª colocação no ranking dos mais ricos do mundo da Bloomberg — bem acima de Mark Cuban.
A intenção da bilionária com a aquisição do Mavericks é construir um complexo com cassino e arena em Dallas, no Texas.
Só em 2022, a empresa de Adelson registrou receitas de US$ 4,1 bilhões (R$ 20,2 bilhões), segundo a Bloomberg. A Las Vegas Sands foi fundada em 1988 por Sheldon Adelson, marido de Miriam, que morreu em janeiro de 2021.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
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Economia
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Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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