Política
PSB oficializa deputado federal Danilo Cabral como pré-candidato ao governo de Pernambuco em 2022
Advogado de 54 anos foi o segundo a ter a pré-candidatura oficializada ao governo estadual. Anúncio ocorreu nesta segunda (21), em hotel no bairro de Boa Viagem, na Zona Sul do Recife. Danilo Cabral é o pré-candidato do PSB para concorrer ao governo de Pernambuco nas eleições 2022
Pedro Alves/g1
O PSB oficializou, nesta segunda-feira (21), o nome do deputado federal Danilo Cabral como pré-candidato ao governo de Pernambuco nas Eleições 2022. O anúncio ocorreu em uma solenidade realizada no Recife Praia Hotel, no bairro de Boa Viagem, na Zona Sul da capital pernambucana.
No terceiro mandato como deputado federal, Danilo Cabral é advogado, tem 54 anos e também já foi vereador do Recife. No dia 11 de fevereiro, o presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, havia confirmado, no Twitter, que Cabral seria o pré-candidato, mas apagou a postagem e, depois, republicou a mensagem.
Conheça os pré-candidatos ao governo de Pernambuco
Mesmo com a publicação do presidente nacional do partido, o diretório estadual, presidido pelo atual secretário de Desenvolvimento Social, Criança e Juventude de Pernambuco, Sileno Guedes, adiou até esta segunda-feira (21) o anúncio oficial da pré-candidatura de Danilo Cabral.
Natural do município de Surubim, no Agreste de Pernambuco, Danilo Cabral se licenciou do mandato de deputado federal, entre os anos de 2012 e 2014, para exercer o cargo de secretário das Cidades na gestão do ex-governador Eduardo Campos (PSB).
O presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira (esquerda), e o governador de Pernambuco, Paulo Câmara (direita), acompanharam Danilo Cabral (centro) no anúncio
Pedro Alves/g1
Em 2015, ele licenciou-se novamente para ser secretário de Planejamento e Gestão, na gestão de Paulo Câmara (PSB). Reassumiu o cargo de deputado federal em maio de 2016, numa mobilização nacional do PSB para votar a favor do impeachment de Dilma Rousseff, aprovado na Câmara com 367 votos.
Se eleito, Danilo Cabral dará continuidade a uma sequência de 16 anos do PSB no comando do governo. Ele é o segundo pré-candidato ao governo de Pernambuco já anunciado oficialmente. No dia 22 de janeiro, o advogado João Arnaldo foi oficializado como candidato ao Executivo pelo PSOL.
Em seu discurso, Danilo Cabral criticou a privatização de estatais, como da Eletrobrás e da Companhia Hidrelétrica do São Francisco (Chesf), e fez críticas a Jair Bolsonaro (PL), a quem chamou de “pior presidente da história”.
“Nós vivemos hoje a mais dura crise da história republicana, um conjunto de crises que se abateu sobre o mundo, de forma mais perversa sobre o Brasil. Uma crise sanitária que já levou mais de 60 mil vidas”, afirmou.
Ao falar sobre a aliança nacional do PSB com o PT (entenda mais abaixo), Danilo Cabral disse que Pernambuco “sente saudade” de Lula e criticou o tratamento dado ao Nordeste por Jair Bolsonaro e pelo ex-presidente Michel Temer (MDB), que assumiu a presidência após o impeachment de Dilma Rousseff, apoiado por Danilo Cabral e pelo PSB.
“Pernambuco perdeu muito fruto da perseguição, da discriminação, do ódio que resultou da relação do governo federal com o Nordeste e com Pernambuco. Foi assim no governo Temer, foi assim no governo Bolsonaro. Nós precisamos de um reencontro com a esperança do povo de Pernambuco”, declarou.
Danilo Cabral, de 54 anos, está no terceiro mandato como deputado federal
Pedro Alves/g1
O presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, afirmou que ficou muito feliz quando Paulo Câmara anunciou que Danilo Cabral, até então líder do PSB na Câmara dos Deputados, seria o candidato à sucessão. Ele disse, ainda, que a parceria com o PT retoma uma tradição de décadas da Frente Popular de Pernambuco, usualmente liderada pelo PSB.
“Essa escolha representa não só a sua história pessoal, isso representa a história de uma frente política que remonta à década de 60, que já contribuiu a Miguel Arraes, Eduardo Campos, Pelópidas Silveira e tantos outros”, declarou.
Ele também reafirmou que o PSB fará parte da base do PT na candidatura do ex-presidente Lula. “Estaremos juntos em todo o país em torno de Lula presidente da República”, disse.
O governador Paulo Câmara afirmou que o projeto político do PSB, em união com o PT e demais partidos da Frente Popular, é “diferente do que a gente vê por aí”, sem interesses e ambições pessoais.
“O que nos reuniu e que continua nos reunindo não foi conveniência, mas a consciência de que Pernambuco precisava continuar a andar para frente. A Frente Popular de Pernambuco está novamente reunida. Quero dizer a todos os partidos aliados o meu muito obrigado por estar aqui hoje e por terem me legitimado a conduzir esse processo”, declarou.
Anúncio da pré-candidatura de Danilo Cabral (PSB) ao governo de Pernambuco foi feito em hotel na Zona Sul do Recife
Pedro Alves/g1
Sobre a candidatura de Danilo Cabral, Paulo Câmara citou o gesto do senador Humberto Costa de abdicar da candidatura pelo PT para que o partido integrasse a Frente Popular (saiba mais abaixo).
“Danilo tem experiência no Parlamento e no Executivo, mas tem, sobretudo, além da capacidade já testada e aprovada, a sensibilidade social, os princípios que a Frente Popular sempre defendeu. E nós precisamos muito dessa união de virtudes que faz a união de pessoas”, afirmou.
Paulo Câmara também afirmou que, apesar de se tratar de uma candidatura estadual, é preciso olhar para o cenário nacional, citando, novamente, a aliança com o PT em prol da candidatura de Lula.
“O presidente Lula é uma referência mundial. É reconhecido em todos os lugares como política nacional. Diferente do que está aí. Ele orgulha o Brasil. É um símbolo de diálogo e respeito e combate às injustiças que ele mesmo precisou combater quando foi presidente da República”, disse.
Também participaram do evento o deputado federal e pré-candidato ao governo do Rio de Janeiro Marcelo Freixo (PSB); o senador Humberto Costa (PT); e a vice-governadora de Pernambuco, Luciana Santos (PC do B).
Estiveram presentes, ainda o presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco, Eriberto Medeiros (PP); o deputado federal Carlos Veras (PT) e a deputada estadual Teresa Leitão (PT); além do prefeito do Recife, João Campos (PSB); e do antecessor dele no cargo, Geraldo Julio (PSB).
Aliança entre o PT e o PSB
O anúncio de Danilo Cabral como pré-candidato ao governo do estado foi feito após um longo imbróglio devido à costura de alianças locais e nacionais com o PT, que chegou a anunciar o senador Humberto Costa como candidato, mas desistiu a fim de facilitar uma parceria nacional e viabilizar a candidatura do ex-presidente Lula (PT).
Em entrevista, Lula afirmou que a retirada da candidatura de Humberto Costa era um “gesto político” ao PSB, já que o Partido dos Trabalhadores pretende lançar o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad como candidato ao governo paulista.
O principal impasse é o interesse do PSB em lançar um candidato próprio, a exemplo do ex-governador Márcio França ou, ainda, do também ex-governador Geraldo Alckmin, que está sem partido, mas é apontado como principal pré-candidato à vice da Presidência da República numa chapa com Lula.
Entre as duas siglas, também é discutida a possibilidade de formar uma federação partidária, que promove a união de partidos para atuar de maneira unificada por um período mínimo de quatro anos.
Esse mecanismo entrou em vigor na reforma política aprovada em 2021, na qual foram excluídas as coligações, que, muitas vezes, ocorriam entre partidos sem a mesma ideologia partidária, somente devido a fins eleitoreiros.
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Política
Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda
A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.
Política
Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja
Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).
Política
Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado
Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP
O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).
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