Economia
Dólar opera em baixa após prévia do PIB menor que a esperada
No dia anterior, a moeda norte-americana teve um leve avanço de 0,02%, cotada a R$ 4,9306. Já o principal índice de ações da bolsa de valores brasileira encerrou com uma retração de 0,94%, aos 127.316 pontos. Dólar inicia o dia em baixa
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O dólar opera o dia em baixa nesta sexta-feira (19), com investidores repercutindo a divulgação do Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), que é considerado uma prévia mensal do Produto Interno Bruto (PIB). O indicador apresentou leve alta de 0,01% em novembro, contra expectativa de crescimento de 0,10%.
A queda de hoje representa em um movimento de recuperação após uma sequência de quatro dias consecutivos de altas, com investidores atentos ao rumo dos juros nos Estados Unidos.
Veja abaixo o resumo dos mercados.
Dólar
Às 09h20, o dólar caía 0,25%, cotado a R$ 4,9183. Veja mais cotações.
No dia anterior, a moeda norte-americana subiu 0,02%, cotada a R$ 4,9306, na quarta alta consecutiva.
Com o resultado, acumulou:
alta de 1,52% na semana;
e ganhos de 1,61% no mês e no ano.
Ibovespa
O Ibovespa começa a operar às 10h.
Na véspera, o índice teve baixa de 0,94%, aos 127.316 pontos, no menor patamar em mais de um mês.
Com o resultado, acumulou:
recuo de 2,80% na semana;
quedas de 5,12% no mês e no ano.
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O que está mexendo com os mercados?
A prévia mensal do PIB veio abaixo das expectativas do mercado em novembro: uma leve variação positiva de 0,1%, enquanto especialistas apostavam numa alta de 0,10%.
Com esse resultado, o IBC-Br acumula uma baixa de 0,49% no trimestre encerrado em novembro.
Apesar do número mais negativo que as expectativas, o indicador apresentou uma aceleração em novembro frente a outubro, quando registrou baixa de 0,06%.
Ainda no cenário doméstico, investidores seguem atentos às negociações políticas voltadas para a economia, principalmente as que envolvem a arrecadação federal, como a reoneração da folha de pagamentos e a reforma tributária.
Já no exterior, os olhares seguem voltado ao cenário de juros nos Estados Unidos.
Depois de uma semana marcada pela atenção dos investidores focada nos juros americanos, com dirigentes do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) demonstrando cautela quanto ao início de um ciclo de cortes nas taxas, o mercado ficou um pouco mais tranquilo na tarde desta quinta-feira.
Ontem, o presidente do Fed de Atlanta, Raphael Bostic, afirmou que está aberto a reduzir as taxas de juros dos Estados Unidos mais cedo do que havia previsto, caso haja evidências “convincentes” nos próximos meses de que a inflação está caindo mais rapidamente do que o esperado.
“Mas as evidências precisariam ser conviencentes”, disse ele, reiterando que a situação geral enfrentada pelo Fed “exige cautela”.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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