Economia
Garçonete larga emprego no shopping para apostar na agricultura sem veneno
Dorcelita Estevão de Barros vive na zona rural de Uberlândia, no Triângulo Mineiro (MG). Ela trabalha com o sistema de agrofloresta, em que a plantação divide espaço com floresta, dispensando o uso de defensivos químicos. Garçonete larga a vida na cidade para apostar na agricultura sem agrotóxicos
“Aqui, eu me sinto realizada. Eu não troco isso por nada”, diz a agricultora Dorcelita Estevão de Barros, mais conhecida como Duda. Ela resolveu pedir demissão de um emprego como garçonete para se dedicar ao campo (saiba mais no vídeo acima).
Mais especificamente, ela aposta na agrofloresta, que, como o próprio nome indica, combina plantação agrícola com floresta sem uso de agrotóxicos.
Duda diz dar continuidade ao legado de seu pai: cuidar da roça e produzir alimentos sem defensivos químicos. O marido, José Rubens Laureano, o Zé, também tem ajudado nessa missão.
O g1 foi até a zona rural de Uberlândia, no Triângulo Mineiro (MG), para conhecer a agrofloresta do casal. No local, eles plantam um pouco de tudo: alface, tomate, rúcula, repolho, brócolos e chuchu, entre outros (Veja no vídeo acima).
E boa parte do que é colhido vai para escolas públicas da região de Uberlândia. Duda também comercializa frutas e verduras em feirinhas montadas em universidades federais.
“A gente já consegue entregar alface, repolho e couve orgânicos nas escolas da região. E o melhor de tudo é ter a consciência de que você está alimentando com uma comida saudável, sem veneno. O que eu forneço também está na minha mesa”, diz Duda.
Duda em sua plantação em Uberlândia, Minas Gerais
Rafael Leal/g1
Duda tinha um sonho em dirigir e conseguiu tirar a CNH
Rafael Leal/g1
Retrato de Duda e o marido Zé
Rafael Leal/g1
Zé, caso com Duda, é produtor rural em Uberlândia, Minas Gerais
Rafael Leal/g1
Duda aposta no sistema de agrofloresta
Rafael Leal
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Economia
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Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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