Economia
União Europeia fecha acordo para oferecer 50 bilhões de euros à Ucrânia
Há cerca de duas semanas, as autoridades ucranianas disseram ao Fundo Monetário Internacional (FMI) que precisam de US$ 5 bilhões por mês para manter a economia do país operando. O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, por sua vez, declarou que o país precisa de US$ 7 bilhões ao mês. Como parte da União Europeia e da Zona do Euro, a Itália tem de cumprir uma série de regras fiscais.
Getty Images via BBC
A Ucrânia afirmou nesta quinta-feira (1º) ter bombardeado e destruído um navio de guerra da Rússia na Crimeia, a península ucraniana anexada por Moscou em 2014.
Também nesta quinta, todos os 27 membros da União Europeia concordaram em oferecer 50 bilhões de euros (US$ 54 bilhões) para a Ucrânia, disse Charles Michel, presidente do conselho de líderes da UE, na rede social X.
“Isso garante um financiamento constante, previsível e de longo prazo para a Ucrânia”, acrescentou. “A UE está assumirá a liderança e a responsabilidade no apoio à Ucrânia; sabemos o que está em jogo”.
O acordo surge após semanas de conversas com o primeiro-ministro húngaro, Viktor Orban, que vetou o pacote de ajuda em dezembro – quando europeus anunciarem a adesão da Ucrânia ao bloco. A Hungria é um dos países que sempre se mostrou aliado a Vladimir Putin, o presidente da Rússia.
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Há cerca de duas semanas, as autoridades ucranianas disseram ao Fundo Monetário Internacional (FMI) que precisam de US$ 5 bilhões por mês para manter a economia do país operando. O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, declarou que o país precisa de US$ 7 bilhões ao mês para compensar perdas econômicas.
A ajuda financeira à Ucrânia deveria ser concedida, “na medida do possível”, na forma de doações, e não de empréstimos, para evitar que Kiev acumule uma dívida considerável que complicaria sua recuperação após a guerra, sugeriu a diretora-geral do FMI, Kristalina Georgieva, na quinta-feira (21).
Cúpula da UE X manifestantes
Tratores, pneus queimados e ‘chuva de ovos’: agricultores protestam em Bruxelas
Os líderes chefes de Estado e de Governo da UE se encontraram nesta manhã para determinar se haveria ou não apoio financeiro aos ucranianos. E a cúpula aconteceu enquanto agricultores ateavam fogos em pneus e jogavam ovos em frente ao Parlamento da União Europeia, em Bruxelas, na Bélgica, e em outras regiões da Europa.
Os manifestantes esperam que o bloco europeu avalie um afrouxamento das regras que regem as políticas agrícolas do país, para melhorar as condições de produção
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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