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Economia

Dólar abre em leve baixa de olho na economia chinesa

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A moeda norte-americana recuou 0,09%, cotada a R$ 4,9618. Já o principal índice de ações da bolsa de valores brasileira encerrou com um avanço de 0,24%, aos 129.036 pontos. Cédulas de dólar
bearfotos/Freepik
O dólar abriu em leve baixa nesta terça-feira (20), em mais um dia de agenda econômica fraca pelo mundo, com investidores repercutindo os últimos movimentos do governo chinês para tentar impulsionar a segunda maior economia do mundo.
O mercado também aguarda pela divulgação da ata da última reunião do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) e o balanço corporativo da empresa de tecnologia Nvidia, que saem amanhã.
Veja abaixo o resumo dos mercados.
Dólar
Às 09h15, o dólar caía 0,16%, cotado a R$ 4,9537. Veja mais cotações.
No dia anterior, a moeda norte-americana recuou 0,09%, cotado a R$ 4,9618.
Com o resultado, acumulou:
queda de 0,09% na semana;
ganho de 0,50% no mês;
avanço de 2,25% no ano.

Ibovespa
O Ibovespa começa a operar às 10h.
Na véspera, o índice encerrou com uma alta de 0,24%, aos 129.036 pontos.
Com o resultado, acumulou:
avanço de 0,24% na semana;
alta de 1,00% no mês;
recuo de 3,84% no ano.

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O que está mexendo com os mercados?
Em mais um dia de agenda fraca no Brasil e no mundo, o mercado continua de olho nas movimentações que acontecem na China.
O banco central chinês reduziu, hoje, a taxa de juros de cinco anos de hipotecas em 0,25 ponto percentual, a 3,95%. O corte é mais uma tentativa do governo de impulsionar o setor imobiliário do país.
No entanto, mesmo com a queda, as preocupações dos investidores com o futuro da segunda maior economia do mundo continuam, com a expectativa de que o país deve continuar com dificuldades para alavancar seu crescimento.
Neste contexto, o minério de ferro (commodity muito demandada pela China, principalmente pelo setor imobiliário), caiu para o seu menor nível em três meses neste pregão, também guiado pelas perspectivas pessimistas.
Segundo analistas do Commonwealth Bank of Australia, o clima ruim para o setor imobiliário da China, que é responsável por cerca de 35% pela demanda de aço, deve continuar ao longo de 2024, mas de forma menos intensa do que foi em 2023.
No último domingo (18), o banco central chinês já havia optado por manter as taxas de juros dos empréstimos de um ano inalteradas no gigante asiático, em 2,5% ao ano.
Além disso, o primeiro-ministro chinês, Li Qiang, disse que o país precisa empreender uma ação “pragmática e enérgica” para aumentar a confiança dos investidores na economia chinesa, que vem gerando uma série de preocupações por demonstrar sinais de fraqueza.
Durante a semana, o mercado espera, ainda, a divulgação das atas das últimas reuniões do Fed e do BCE. Ambas as instituições mantiveram seus juros inalterados.
O balanço corporativo da Nvidia, empresa de inteligência artificial que disparou quase 240% em um ano, também ficou no radar.

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Correção: jogos do Brasil em dias úteis

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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.

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Correção: jogos do Brasil em dias úteis

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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.

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Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais

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Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia
O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.

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