Economia
McDonald’s enfrenta problemas de tecnologia e lojas param de funcionar em diversos países
Até o momento, não há registros de que a falha técnica tenha atingido pontos de venda no Brasil. Rede fast food Mc Donalds, em João Pessoa
Divulgação
A rede de fast food McDonald’s enfrenta problemas de tecnologia nesta sexta-feira (15), que interromperam as operações de lojas em diversos países. A maioria dos registros de lojas sem sistema está concentrada em países da Ásia e Oceania, como Japão, Hong Kong, Austrália e Nova Zelândia.
Nas redes sociais, usuários reclamaram também de pane nos pontos de venda no Reino Unido e na Irlanda, mas o problema já foi resolvido na região, segundo a empresa.
“Estamos cientes de uma interrupção tecnológica que afetou nossos restaurantes; o problema agora está sendo resolvido”, disse o McDonald’s em comunicado.
A rede possui cerca de 40 mil restaurantes em todo o mundo, sendo cerca de 14 mil nos Estados Unidos. No Japão, são 3 mil lojas. Na Austrália, gira em torno de 1 mil. Até o momento, não há registro de falhas nas unidades da rede no Brasil.
O McDonald’s ainda não divulgou quantas lojas foram afetadas pelo problema técnico, nem em quais países. Apesar das falhas espalhadas pelo mundo, no entanto, a companhia descarta que isso tenha sido causado por algum ataque cibernético e ressalta que está trabalhando para resolver.
*Com informações de agências internacionais de notícia
Economia
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Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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