Economia
Pitaya não tem sabor? Tem sim e a espécie mais doce, a Baby do Cerrado, é nativa do Brasil
O podcast ‘De onde vem o que eu como’ explica o motivo da pitaya ser chamada fruta-do-dragão, entre outras curiosidades dessa fruta exótica no formato e sabor. A pitaya, também conhecida como fruta-do-dragão, tem ganhado destaque nos últimos anos não apenas por sua aparência exótica, mas também por seus inúmeros benefícios à saúde seja consumida in natura, em sucos, ou saladas.
Com origem no México, essa fruta colorida e vibrante tem conquistado paladares ao redor do mundo. Existem muitas variedades, sendo as mais comuns a vermelha de polpa branca, vermelha de polpa vermelha e a amarela.
Nesta semana, o podcast “De onde vem o que eu como” conta como o cultivo para consumo é recente no Brasil e no mundo, e tenta abandonar o mito de que a pitaya é sem sabor.
O podcast também explica desde a polinização até como a fruta chega na mesa do consumidor final.
🎧OUÇA o episódio (acima) e, abaixo, conheça mais sobre os benefícios da pitaya.
Episódio do “De onde vem o que eu como” sobre a produção da pitaya no Brasil.
David Brooke – Unsplash
Curiosidades sobre a pitaya
Para garantir uma boa produção de frutas, muitos agricultores optam pela polinização manual das flores da pitaya, já que seus polinizadores naturais podem ser escassos em determinadas regiões.
Uma das características mais marcantes da pitaya é sua diversidade de cores e sabores, que vão desde o doce suculento até o leve e refrescante. Como falamos no episódio sobre a selenicereus setaceus ou baby do Cerrado, que é uma variedade brasileira e mais doce.
Para um crescimento saudável, ela precisa de um apoio para conseguir sustentar seus frutos. Essa estrutura é chamada de palanque, que normalmente é feito com uma estaca de madeira fincada no chão, tronco de árvore ou uma estrutura feita de concreto. No topo dessas estruturas é preciso de um suporte para sustentar seus ramos e frutos.
Pitaya no suporte chamado palanque.
Kawe Rodrigues
🥣 Benefícios à saúde: A pitaya, além de ser uma fruta saborosa, é rica em nutrientes, como vitaminas B, C, E, fósforo, minerais e ferro. Ela também é conhecida por sua concentração de fibras, que auxiliam na digestão e na saúde intestinal.
“[A pitaya] pode colaborar com a prevenção de algumas doenças como câncer ou diabetes. Por que? Porque tem bastante princípios bioativos e antioxidantes. Mas o que de fato vai determinar o estilo de vida saudável são os hábitos alimentares e uma alimentação equilibrada, balanceada.” , destaca Andrea Bottoni nutrólogo do Hospital Alemão Oswaldo Cruz.
Leia também:
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Ouça outros episódios do podcast:
Veja a série de vídeos do “De onde vem o que eu como”:
De onde vem o que eu como: morango
De onde vem o que eu como: flores comestíveis
De onde vem o que eu como: laranja
De onde vem o que eu como: melancia
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
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Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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