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Política

Por que o bloqueio do Telegram pode atrapalhar o contato de Bolsonaro com apoiadores fiéis?

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Presidente, filhos e ministros criaram canais no app no início de 2021. Desde então, Bolsonaro incentiva ‘migração’ para o Telegram – onde, segundo ele, ‘não tem censura’. O bloqueio do aplicativo de mensagens Telegram em todo o território nacional, determinado nesta sexta-feira (18), pode dificultar a comunicação do presidente Jair Bolsonaro e de lideranças bolsonaristas com os apoiadores mais fiéis do governo.
Desde 2021, Bolsonaro, seus filhos, ministros e assessores vêm utilizando o Telegram para divulgar conteúdo. O grupo considera que a rede é “livre de censura” e, por isso, utiliza a plataforma para disseminar textos e vídeos com desinformação que poderia ser barrada em outras plataformas.
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes determinou a suspensão do funcionamento do Telegram em todo o país. A ordem atende a um pedido da Polícia Federal, que apontou o descumprimento de várias ordens judiciais pela plataforma. Veja abaixo:
Alexandre de Moraes manda bloquear o Telegram em todo Brasil
Bolsonaro passou a utilizar o Telegram para a divulgação das ações de governo em janeiro de 2021, pouco depois de o então presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ser bloqueado em outras redes sociais.
Atualmente, o “canal oficial” de Jair Bolsonaro no Telegram tem mais de 1 milhão de seguidores. Com frequência, o presidente pede a seus apoiadores que o acompanhem pelo aplicativo – no Twitter, já foram 22 publicações nesse sentido desde o começo do ano.
Na mais recente, publicada na manhã desta sexta, o presidente afirma que o canal criado por ele no Telegram “traz todos os dias muitas ações de interesse nacional, lamentavelmente omitidas por muitos”.
Em 22 de fevereiro, por exemplo, Bolsonaro criticou em duas publicações no Telegram a decisão da Justiça da Colômbia de descriminalizar o aborto até a 24ª semana de gestação.
“Todos nós já nos emocionamos com a história de bebês prematuros que superaram as dificuldades e se tornaram a alegria de seus lares”, escreveu na legenda de uma foto. Os conteúdos alcançaram mais de 200 mil usuários. Somadas, as duas postagens receberam 1.660 comentários.
O podcast original g1 O Assunto abordou, em outubro, o funcionamento do Telegram e o comportamento de Bolsonaro e apoiadores no aplicativo. Ouça no player abaixo:
Rede ‘sem censura’, diz Bolsonaro
Em 7 de outubro, durante transmissão ao vivo em redes sociais, Bolsonaro também recomendou a adesão ao Telegram – onde, segundo ele, “não tem censura”.
“Agora, logicamente que nós ampliamos a nossa rede para o Telegram. Não tem censura. E tem que ser assim. Se você hoje em dia posta uma matéria com uma suspeita de vacina, você é taxado de ‘terraplanista’, propagador de fake news. Pessoal, o Telegram é uma alternativa. Caso contrário, pode acontecer no Brasil o que aconteceu nos Estados Unidos, onde derrubaram as páginas das mídias sociais do presidente Trump”, afirmou Bolsonaro.
No vídeo, Bolsonaro mostrou uma reportagem que alertava para os perigos do uso sem controle das ferramentas do Telegram. O presidente defendeu a rede social.
“‘Telegram: nova ameaça digital às eleições’. O que que estão alegando aqui… olha só aqui, que maldade. Porque com o Telegram não dá para você censurar, tirar a página do ar, não dá. Então, eles estão dizendo que como não se pode fazer isso, o Telegram ameaça as eleições”, disse Bolsonaro.
Além de Bolsonaro, os três filhos políticos do presidente, Flávio, Carlos e Eduardo, têm perfil na plataforma. Ministros de Estado como João Roma, da Cidadania; Gilson Machado, do Turismo, também têm perfil na rede.
Após a determinação de bloqueio, o ministro João Roma fez uma postagem no aplicativo convidando os seguidores a migrarem para um grupo no WhatsApp. “Se vão bloquear o Telegram vamos nos reunir no Grupo do Zap. Entra no link abaixo para receber as informações do nosso mandato”, diz o aviso.
Veja, no vídeo abaixo, reportagem do Fantástico sobre criminosos que aproveitam a política do Telegram para compartilhar conteúdos ilegais:
Grupos no Telegram abrigam negociações de drogas, armas, pornografia infantil
Bloqueios em outras redes
Tanto Donald Trump como Jair Bolsonaro já tiveram conteúdos removidos das principais redes sociais por violação das regras de uso. Via de regra, as medidas foram definidas como punição pela divulgação de notícias falsas e conteúdos considerados “abusivos”.
Trump teve contas oficiais suspensas no Facebook, no Instagram e no Twitter – essa última, de forma permanente.
Em outubro passado, Bolsonaro teve seu canal no YouTube suspenso por uma semana após uma transmissão na qual associou as vacinas contra Covid e um suposto risco aumentado de desenvolver Aids. Essa relação não existe.
Bolsonaro foi proibido de postar novos conteúdos na plataforma por uma semana, por ter violado as diretrizes da plataforma. O caso motivou a abertura de inquérito no STF – a Polícia Federal investiga a conduta do presidente no episódio. Veja abaixo:
Moraes abre inquérito para investigar Bolsonaro por associar vacinas contra Covid à Aids
Bolsonaro no Telegram
O canal de Jair Bolsonaro no Telegram foi criado no dia 9 de janeiro de 2021, na esteira do anúncio dos bloqueios dos perfis do então presidente dos Estados Unidos Donald Trump em três redes sociais: Twitter, Facebook e Instagram.
Em uma das primeiras publicações, o presidente questiona “onde está o dinheiro” repassado pelo governo federal para a compra de equipamentos e respiradores durante a pandemia da Covid-19.
A retórica é a mesma que foi utilizada por aliados do Planalto na CPI da Covid no Senado. Mais tarde, Bolsonaro e esses aliados viriam a constar no relatório final do senador Renan Calheiros (MDB-AL), que recomendou o indiciamento de membros do governo e assessores por crimes contra a saúde pública.
Telegram e as eleições
Antes do bloqueio pelo STF, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) já havia cobrado o Telegram a participar de parceria para combater fake news nas eleições deste ano. O aplicativo não respondeu.
Em fevereiro, o TSE fechou parceria com oito de dez plataformas digitais acionadas para o acordo contra as notícias falsas. O Telegram foi único a não responder. A parceria prevê a identificação e remoção de conteúdo que viole regras.
As plataformas digitais: Twitter, TikTok, Facebook, WhatsApp, Google, Instagram, YouTube e Kwai concordaram em trabalhar junto com o TSE no combate às fake news.
Outros efeitos
Embora julgue que uma possível derrubada do Telegram afetaria a distribuição de conteúdo favorável ao presidente Jair Bolsonaro, Paulo Loiola, mestre em gestão pública pela Fundação Getúlio Vargas (FGV( e sócio-fundador de uma empresa de gestão de campanhas eleitorais com base em redes sociais, avalia que a “rede bolsonarista” vai além do Telegram.
“A rede de comunicação bolsonarista vai muito além do Telegram, no sentido de que o Telegram é mais uma ferramenta. Há representantes dessa distribuição de conteúdo em diversas redes, sem contar redes menores em que muita gente não olha. Há inclusive conteúdo sendo publicado em redes profissionais”, disse.
Para Loiola, os efeitos da suspensão podem ter dimensões diferentes. O mestre em gestão pública acredita que o Telegram demonstra ter o desejo de reverter a decisão no Brasil.
“Vai depender da empresa e o quanto ela vai concordar em criar filtros para os conteúdos”, afirma.
À GloboNews, Fabro Steibel, diretor-executivo do Instituto de Tecnologia e Sociedade (ITS) e membro do Conselho Nacional de Proteção de Dados Pessoais e da Privacidade, alertou que a decisão não afetará apenas as “atividades ilícitas” identificadas na plataforma.
Segundo ele, órgãos do governo que utilizam a plataforma como mais um meio de comunicação ou até mesmo empresas que realizam vendas por meio do aplicativo podem ser prejudicadas.
“Os danos à sociedade são profundos. O bloqueio não tira só ilícito, ele tira o resto da internet que é lícito e importante”, disse.
*estagiário, sob supervisão de Mateus Rodrigues

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Política

Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda

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A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.

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Política

Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja

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Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).

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Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado

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Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP

O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).

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