Economia
Produtores de abacate de SP reclamam de demanda fraca
A produção nas plantações de abacate caiu no centro-oeste do estado de São Paulo e, além disso, o desequilíbrio entre oferta e demanda prejudicou alguns agricultores. Produtores de abacate de SP reclamam de demanda fraca
Reprodução/TV TEM
Em uma lavoura no município de Sabino (SP), tem abacate que chega a pesar mais de um quilo. O agricultor investe em adubo e tem irrigação por gotejamento, mas, mesmo produzindo frutos que chamam a atenção pelo tamanho e pela qualidade, falta demanda.
Foram cortados 350 pés no ano passado. Atualmente, são 100 pés de abacate. O agricultor vende a caixa com 20 quilos por R$ 30, e abastece as quitandas e a cooperativa de agricultores de Lins (SP).
A fruta é uma importante fonte de renda para outros agricultores. No entanto, a dificuldade para vender o que está sendo produzido preocupa. Então, para garantir o sustento da família, compensa investir em outras plantações.
Em uma fazenda no município de Arealva (SP), são 12 mil pés de abacates de diferentes variedades, como:
Quintal;
Fortuna;
Geada;
Ouro verde;
Breda;
Margarida;
Diamante, entre outros.
A lavoura tem cerca de 15 anos, e os produtores da região dizem que a atual safra está sendo uma das piores. O abacate é uma fruta rústica, que não requer tantos cuidados, mas precisa de bastante água para atingir o ponto de colheita.
Em uma outra plantação, não há irrigação, e as altas temperaturas prejudicaram muitos frutos. Os que se desenvolveram são os que cresceram entre as folhas, e é possível observar muitos abacates perdidos no chão. O preço da fruta na roça caiu bastante de dois anos pra cá. O quilo custava R$ 2,50 e, atualmente, sai em média por R$ 1,30. O agricultor vende para todos os estados do país.
Mesmo com o cenário desfavorável, há quem aposte na fruta. Em um sítio de Cabrália Paulista (SP), 1 mil abacateiros foram plantados há quatro anos por um outro agricultor. A primeira safra será em 2025, e ele está otimista.
Veja a reportagem exibida no programa em 21/04/2024:
Produtores de abacate de SP reclamam de demanda fraca
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Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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