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Economia

Brasil pode perder R$ 3,7 trilhões em arrecadação e royalties se deixar de investir em petróleo, diz estatal de pesquisa

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Segundo Empresa de Pesquisa Energética, país pode dobrar produção mantendo nível atual de emissão de gases de efeito estufa. Ministério trabalha em um programa de transição para energia limpa. O país pode perder R$ 3,7 trilhões entre 2032 e 2055 em arrecadação de impostos e royalties se deixar de investir em exploração de petróleo. Os dados foram apresentados pela estatal Empresa de Pesquisa Energética (EPE) nesta quarta-feira (24).
Segundo a diretora da EPE Heloisa Borges, desse total:
R$ 2,91 trilhões se referem aos royalties e participações especiais;
R$ 824 bilhões se referem a arrecadação de impostos.
Além disso, haveria uma redução de R$ 167,4 bilhões no Fundo Social do Pré-Sal no período de 2024 a 2055.
O Fundo Social é mantido por recursos devidos à União pelos contratos de produção de petróleo no pré-sal, que são destinados a programas e projetos de desenvolvimento social.
“O mote principal aqui é que esses recursos de óleo e gás são essenciais para financiar a transição energética”, disse o secretário de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, Pietro Mendes.
O setor de energia é responsável por cerca de 4% das emissões de gases de efeito estufa no Brasil. Segundo Borges, é possível dobrar a produção de petróleo no país mantendo o nível atual de emissões, com medidas de mitigação.
Frente parlamentar vai atuar pela exploração na área de petróleo, que inclui o Amap
Plano Nacional
O Ministério de Minas e Energia pretende aprovar no Conselho Nacional de Planejamento Energético (CNPE) uma proposta de criação do Plano Nacional de Transição Energética.
“Estamos levando ao CNPE uma proposta para que possamos ter de maneira estruturada e transparente esse conjunto de medidas que buscam organizar os esforços que precisamos fazer”, declarou o secretário de Transição Energética da pasta, Thiago Barral.
A proposta pretende integrar políticas e programas ligados à descarbonização da matriz energética nacional. Segundo Barral, o BNDES, a EPE, a FGV e a Agência Internacional de Energia são parceiros no projeto.
Segundo a pasta, a transição energética –ou seja, a substituição de fontes poluentes por fontes renováveis– deve ser puxada pelo consumo e não pela redução da produção.
A lógica é que à medida em que o consumo dessas fontes seja reduzido, a produção também cairá. Do contrário, o Brasil correria o risco de se tornar um importador de petróleo, gás e combustíveis fósseis para abastecer um consumo que se manteve.

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Correção: jogos do Brasil em dias úteis

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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.

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Correção: jogos do Brasil em dias úteis

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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.

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Economia

Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais

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Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia
O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.

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