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Economia

É #FAKE que governo brasileiro importe arroz da China

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Ministério da Agricultura e Associação da Indústria do Arroz desmentem as alegações falsas. Empresa chinesa usada em mensagem falsa explica que produto mostrado em vídeo é uma mistura de farinha de arroz e outras farinhas de cereais. É #FAKE que governo brasileiro importe arroz da China
Reprodução
Circula nas redes sociais um vídeo que mostra uma máquina de arroz, acompanhado de legenda que afirma que o governo brasileiro vai importar arroz que não é plantado, mas fabricado na China. É #FAKE.

g1
A legenda do vídeo diz: “Veja só: Aí está a fábrica de arroz que o ‘Nove Dedos’ quer empurrar, goela abaixo, no povo brasileiro… Viu? O tal arroz não é plantado, é fabricado na China. Será que este arroz virá com uma nova cepa, para matar mais gente? Fique ligado…”.
A fake news circula por ocasião da tragédia climática que atingiu o Rio Grande do Sul, maior produtor de arroz do Brasil.
A legenda que o acompanha o vídeo é completamente falsa, alertam o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e a Associação Brasileira das Industrias de Arroz (Abiarroz). E o vídeo é antigo: de 2021.
O Mapa diz que o Brasil não importa arroz tradicional plantado da China e, no momento, não há perspectiva de iniciar essa importação.
“A China não é um mercado exportador e não houve busca nem da embaixada nem de empresas chinesas interessadas em vender para o Brasil”, diz a pasta.
Também não procedem as alegações de que o arroz seria “artificial”:
“Não há nenhuma possibilidade de o Brasil importar arroz artificial fabricado na China”, ressalta o Ministério da Agricultura.
A Associação Brasileira das Indústrias de Arroz afirma que “não procede a informação de que o Brasil vai importar arroz da China, menos ainda “arroz artificial”.
“A origem do arroz importado pela indústria são os países do Mercosul (Uruguai, Argentina e Paraguai) e, eventualmente, o grão premium da Tailândia, por se aproximar mais da qualidade do arroz brasileiro”, diz a Abiarroz.
Fiscalização
Mesmo que o Brasil importasse arroz da China ou de qualquer outro país, não haveria risco segundo o Ministério da Agricultura, pois o arroz ou qualquer outro alimento é fiscalizado ao ser importado.
“O Mapa faz análises para verificar a qualidade do produto. O setor privado importa anualmente mais de 1 milhão de toneladas e não há registros de problemas com as diversas origens que o Brasil importa.”
Empresa explica
O vídeo viral tem a marca da empresa Sunpring no canto superior esquerdo. Essa marca leva ao vídeo original, gravado em 2021, na China. O equipamento mostrado é máquina extrusora de arroz artificial, para fabricar arroz nutritivo ou fortificado.
Procurada pelo Fato ou Fake, a empresa esclarece que o arroz mostrado no vídeo é arroz fortificado, também conhecido como arroz nutricional.
A empresa explica o que o arroz mostrado no vídeo é produzido a partir de uma mistura de farinha de arroz e outras farinhas de cereais.
“Durante o processo de fabricação, são adicionadas vitaminas e minerais essenciais, como vitamina B12, vitamina D, ácido fólico, ferro e zinco. Esta fortificação aumenta o valor nutricional do arroz”, diz.
A empresa diz que fabrica e exporta equipamentos de produção de arroz fortificado, e não o arroz em si. Garante que até o momento, não há informações ou acordos indicando que o governo brasileiro esteja comprando arroz fortificado produzido com seus equipamentos em 2024.
O arroz fortificado é usado em alguns países, como a Índia, para ajudar no combate à desnutrição.
É #FAKE que governo brasileiro importe arroz da China
Reprodução
Fato ou Fake explica:
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Correção: jogos do Brasil em dias úteis

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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.

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Correção: jogos do Brasil em dias úteis

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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.

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Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais

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Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia
O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.

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